quinta-feira, 9 de julho de 2015

Para Refletir

Um náufrago foi encontrado dez anos depois em uma pequena ilha. Quando o capitão do navio de resgate chegou lá notou que havia três cabanas de bambu cobertas com folhas de coqueiro. "Por que três cabanas? Você não ficou aqui sozinho por dez anos?", perguntou o capitão. "Sim, fiquei", respondeu o náufrago. E completou: "Aquela primeira cabana é a minha casa e aquela segunda é a minha igreja". "E o que é aquela terceira cabana ali adiante?", insistiu o capitão. O magro e barbudo homem, com olhar de desprezo respondeu: "É a minha ex-igreja".

Conselhos a quem pensa em mudar de Igreja

1) Ore.
2) Analise os seus reais motivos. O que será que está motivando a querer mudar de igreja?
3) Cuidado com as suas emoções. Não é porque você se aborreceu com alguém que deve mudar de igreja. Aborrecimentos acontecerão em qualquer Comunidade cristã.
4) Avalie doutrinariamente a igreja que faz parte e a igreja que pretende ir. Lembre-se que igrejas saudáveis possuem um púlpito saudável.
5) A igreja que faz parte possui um governo despótico ditadorial onde o pastor é o ungido do Senhor e não pode ser questionado em absolutamente nada?
6) De que forma a igreja que faz parte lida com o dinheiro?
7) O que você espera de uma igreja? A pregação de todo Conselho de Deus, que lhe confronte ajudando-o a crescer como cristão, ou a ministração de mensagens temáticas que lhe satisfaçam os desejos de uma vida próspera e abençoada?
8) A igreja que você é membro prega "novas" revelações doutrinárias?
9) Se o motivo for razões doutrinárias, esses motivos são realmente importantes?
10) Você se sente tolhido e vítima de abuso espiritual?
11) Converse com seu pastor abertamente sobre o seu desejo e peça conselhos.
12) Ouça pessoas mais maduras e permita o benefício da dúvida.
13) Não seja precipitado. Lembre-se que a precipitação pode levá-lo a experimentar consequências desagradabílissimas.
Pense nisso!

Considerações sobre o Fórum "Por que Pessoas Saem da Igreja"

☆ Precisamos de novas metas evangelísticas.
☆ Precisamos melhorar nosso discipulado.
☆ Precisamos estabelecer critérios que medem produtividade.
☆ Precisamos criar meios que inibam a evasão da Igreja.
☆ Precisamos desempenhar papéis de responsabilidade social especialmente junto aos jovens.
☆ Precisamos assumir responsabilidade com cada cadeira (um lugar vazio) da Igreja.

Carta de um Pastor à suaIigreja se passando por alguém que quer sair.

Por John Pavlovitz
Estar do outro lado do Êxodo é horrível, não é? Eu vejo pânico em seu rosto, igreja.
Eu sei do terror interno que cresce em você à medida em que vê as estatísticas, ouve as histórias e examina as pesquisas de saída.
Eu te vejo desesperadamente se atrapalhando para fazer o controle de danos com os que ficaram, e tentando fabricar paixão com uma fé que só encolhe, e eu quero te ajudar.
Você pode achar que sabe a razão de as pessoas estarem te deixando, mas eu não acho que você saiba.
Você acha que é porque a “cultura” está tão perdida, tão perversa, tão além do limite que está fazendo todos irem embora.
Você acredita que a razão principal dessa evasão é que eles fecharam seus ouvidos para a voz de Deus; buscando dinheiro, sexo e coisas materiais.
Talvez você até ache que os gays, os Muçulmanos, os Ateístas e as estrelas pops esculhambaram tanto a moralidade do mundo que as pessoas estão abandonando a fé aos montes.
Mas estas não são as razões pelas quais as pessoas estão te deixando.
Elas não são o problema, Igreja.
Você é o problema.
Deixe-me elaborar em cinco questões…
1 – Seus cultos se tornaram ralos.
O púlpito ornamentado, as luzes, a equipe de louvor, o novo projetor de vídeo, tudo isso se tornou um ruído para aqueles que realmente estão tentando encontrar Deus. Eles até agradam e distraem por uma hora, mas possuem tão pouca relevância na vida diária das pessoas que elas estão zarpando.
Claro, as músicas são lindas e o programa é ótimo, mas ultimamente o Sábado/Domingo de manhã não está fazendo muita diferença na Terça a tarde ou na quinta a noite, quando as pessoas estão lutando com o desastre, com a bagunça e com as dores adquiridas nas trincheiras da vida; nos lugares onde uma bela doxologia não ajuda.
Nós podemos ser entretidos em qualquer outro lugar, inclusive com mais qualidade. Até que você nos dê algo mais do que uma peça teatral de temática cristã, algo que nos proporcione espaço e fôlego e relacionamentos e diálogos, muitos de nós iremos permanecer aqui fora.
2 – Você está usando uma língua estrangeira.
Igreja, você fala e fala e fala, mas está usando uma língua morta. Você se apega a palavras empoeiradas que não possuem ressonância nos ouvidos das pessoas, sem perceber que apenas falar essas palavras mais alto não é a resposta. Todas as expressões e palavras-chave que funcionavam 20 anos atrás não funcionam mais.
Essa linguagem interna espiritualizada pode te dar certo conforto em um mundo que está mudando, mas este é um pensamento egoísta e apenas mantém as pessoas a uma certa distância. Elas precisam te ouvir em uma linguagem que possam entender. Existe uma mensagem que vale a pena ser compartilhada, mas é difícil ouvir no meio te tanta pirotecnia verbal.
As pessoas não precisam ser deslumbradas com algo grande, palavras igrejeiras, painéis escatológicos e sistemas teológicos complicados. Fale com elas de forma clara e abundante sobre amor, alegria, perdão, morte, paz, Deus, e elas ouvirão. Mantenha o discurso interno e em breve as palavras ecoaram em um prédio vazio.
3 – Sua visão não vai além das paredes.
Os bancos confortáveis, o equipamento de última geração, o novo sistema de ventilação e a ala infantil são top de linha… e caros. Na verdade, a maior parte do seu tempo, dinheiro e energia parece ser atrair as pessoas para onde você está ao invés de alcançá-las onde elas já estão.
Ao invés de simplesmente caminhar na vizinhança ao seu redor e se associar às coisas maravilhosas que já estão acontecendo, e as coisas belas que Deus já está fazendo, você parece satisfeita em anunciar a franquia da sua marca particular de Jesus, e esperar que o mundo pecador bata em sua porta.
Você quer alcançar as pessoas que estão perdidas? Saia do prédio.
4 – Você escolhe batalhas pobres.
Nós sabemos que você gosta de lutar, Igreja. Isso é óbvio.
Quando você quer, você vai pra guerra com artilharia pesada. O problema é que suas batalhas são mal direcionadas. Protesto contra fast-food, reality-show, piada ruim sobre o cristianismo na tv. Tudo isso pode gerar um alvoroço no Facebook e no Twitter do lado de dentro, para os já convencidos, mas são apenas fogo de palha para os que estão aqui fora com sangue nas botas.
Todos os dias vemos um mundo sufocado pela pobreza, racismo, violência, intolerância e ódio; e em face dessas questões, você fica estranhamente, assustadoramente calada. Nós gostaríamos que você fosse mais corajosa nessas batalhas, pois assim, teríamos prazer em ir à guerra com você.
Igreja, nós precisamos que você pare de ser guerrilheira contra o trivial e indiferente quanto ao terrível.
5 – Seu amor não parece amor.
Amor parece ser uma grande questão para você, Igreja, mas não sabemos onde ele vai parar quando a coisa fica mais séria. Na verdade, mais e mais, esse slogan de amor parece incrivelmente seletivo e definitivamente estreito; filtrando toda a gentalha cristã, que infelizmente parece incluir demasiados de nós.
Sinceramente? Parece uma dessas propagandas enganosas com letrinha miúdas no canto baixo da TV. Anunciam uma festa do tipo “Venha como estás”, mas fazem questão de deixar claro que uma vez que tenhamos chegado à porta, não podemos realmente entrar como estamos. Nós vemos um Jesus na Bíblia que andava com a gentalha da sociedade, prostitutas e trapaceiros, e os amava ali mesmo, mas essa não parece ser a sua concepção de amor, não é?
Igreja, você consegue nos amar se não preenchermos todos os requisitos doutrinários e não tivermos nossa teologia toda desvendada ainda?
Você consegue nos amar se xingarmos, bebermos, fazermos tatuagens, ou Deus nos livre, ouvirmos rock? Não acho que consigam.
Você consegue nos amar mesmo que não saibamos ao certo como definir amor, casamento, céu, inferno? Não parece.
Do que sabemos sobre Jesus, acreditamos que ele se pareça com o amor. O grande infortúnio, é que você não se parece muito com Ele.
Essa é uma parte da razão pela qual as pessoas estão te deixando, Igreja.
Estas palavras podem te deixar muito, mas muito zangada, e talvez você revide dando um contragolpe na jugular para se defender, ou talvez ataque estas declarações linha por linha, mas nós gostaríamos muito que você não fizesse isso.
Nós gostaríamos que você se sentasse em silêncio com essas palavras por um tempo, porque quer você acredite que elas estão certas ou erradas, é isso que estamos sentindo, e essa é toda a questão.
Nós somos os que estamos saindo. Queremos importar para você. Queremos que você nos ouça antes de debater conosco. Nos mostre que seu amor e seu Deus são reais. Igreja, nos dê uma razão pra ficar.
“Não sou eu, é você.” Parece que é isso que você está dizendo, Igreja.
Estou tentando abrir meu coração com você. O meu e o de milhares e milhares de pessoas iguais a mim que estão indo embora. Tudo isso para você saber do dano que você está nos causando e do doloroso legado que está deixando, e aparentemente, o problema não é você. O que na verdade não deixa de ser um problema.
Eu prostrei minhas frustrações em seu interior, em sua retórica religiosa, e você me respondeu com um corta e cola de passagens aleatórias das Escrituras, insistindo que o problema real é apenas ignorância bíblica, sugerindo que eu só preciso me arrepender e comprar uma Concordância, seja lá o que for isso.
Eu te deixei saber o quão julgado e ridicularizado eu me sinto quando estou com você, o quão desesperado e caído eu me sinto no interior de sua comunidade, e você prossegue me dizendo o quão perdido eu estou, o quão perdidamente apaixonado pelo meu pecado eu devo estar para te deixar, me lembrando, na saída, que eu nunca pertenci a você de qualquer forma.
Em face de qualquer reclamação e mágoa, você deixou claro que o real motivo é que eu sou pecador, imoral, herético, tolo, das trevas, egoísta, consumista ou simplesmente ignorante.
E para falar a verdade, na maioria dos dias eu nem discordo de você nesse aspecto.
Talvez você esteja certa, Igreja. Talvez eu seja o problema. Talvez seja eu, mas eu é tudo o que sou capaz de ser neste momento, e é aqui que eu tinha esperanças que você pudesse me encontrar.
É aqui, em meu falho, bagunçado, ferido, chocado, duvidoso, desiludido e ameaçador mundo que eu esperava que você pudesse me encontrar com esse suposto e audacioso amor de Jesus que eu tanto ouvi falar.
Igreja, eu sei o quanto você despreza a palavra Tolerância, mas neste momento, eu realmente preciso que você me tolere, que você tolere aqueles de nós que, por qualquer que seja a razão e que você ache injustificável, estão lutando para ficar.
Estamos tão cansados de nos sentirmos como se fossemos apenas uma agenda religiosa; um argumento a ser ganho; um ponto a deixar claro; uma causa a defender; uma alma pra conquistar.
Nós queremos ser mais do que uma estrela na sua coroa; um número no seu relatório de batismos.
Nós precisamos ser mais do que respostas a apelos, que são aplaudidos no altar, e então esquecidos quando a música acaba.
Estamos orando para que você pare de nos doutrinar, de nos julgar, de nos condenar, de diagnosticar nossos pecados, apenas tempo suficiente para nos ouvir…
… mesmo que nós sejamos o problema.
Mesmo se formos a mulher em adultério, ou o seguidor em dúvida, ou o pródigo rebelde, ou o jovem endemoninhado, pois não conseguimos ser outra coisa neste momento. E é neste momento que precisamos de uma igreja que seja grande o suficiente, firme o suficiente, amorosa o suficiente, não apenas para nós como poderemos vir a ser um dia, mas para nós como somos, agora.
Ainda acreditamos que Deus é grande o suficiente, firme o suficiente, amoroso o suficiente, mesmo que você não seja, e é por isso que mesmo que estejamos te deixando, não significa que estamos abandonando nossa fé; é só que nesse momento, a fé parece mais alcançável em outro lugar.
Eu sei que você vai argumentar que está fazendo todas essas coisas e dizendo todas essas coisas porque você nos ama e se importa conosco, mas do lado de cá, você precisa saber que se parece menos com amor e preocupação e mais com distância e silêncio.
Se alguém está frustrado, dizer a ele que é errado estar frustrado é, bem, muito frustrante. Apenas gera distância.
Se alguém compartilha que seu coração está ferido, ele não quer ouvir que não tem o direito de estar ferido. É uma quebra no diálogo.
Se alguém te diz que está faminto por compaixão, relacionamento e autenticidade, a última coisa que ele precisa é ser censurado por estar com fome. É um chute no traseiro enquanto sai pela porta.
Portanto sim, Igreja, mesmo que você esteja certa, mesmo que estejamos totalmente errados, mesmo que sejamos todos mesquinhos, auto-centrados, hipócritas, críticos, e devo dizer pecadores, nós ainda somos aqueles que estão procurando por um lugar onde possamos pertencer e sermos conhecidos; um lugar onde Deus habite, e só você pode nos mostrar isso.
Mesmo que o problema seja eu, sou eu quem você precisa alcançar, Igreja. Então, pelo amor de Deus, me alcance.

Repense

Repense!
Se os seus trabalhos não avançam...
Se os seus projetos mudam de tempo em tempo...
Se seu temperamento é instável demais...
Se não consegue sustentar suas convicções ante os perigos...
Se desiste facilmente de seus ideais...
Se suas palavras não transmitem credibilidade...
Se não inspira confiança em ninguém...
Alguma coisa precisa mudar e pode ser você!

Mentoria Pastoral

“É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas. Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade”(Eclesiastes 4.9,12).
Uma pesquisa feita pelo MAPI – Ministério de Apoio a Pastores e Igrejas, com 55 pastores de nove estados, representando 34 denominações: 38% históricas; 26% renovadas e 36% pentecostais, apresentou os seguintes resultados:
- 24% não supervisionam ou cuidam de seus pastores;
- 29% cuidam de até 10 pastores;
- 33% cuidam de 11 a 100 pastores;
- 14% cuidam de 100 ou mais.

Quase todos os pesquisados (85%) sentem a necessidade de um mentor ou pastor em suas vidas e ministério.
Dois terços (67%) têm um mentor e a grande maioria destes pastores está contente ou muito contente.
As três maiores dificuldades para experimentarem um pastoreio ou mentoria em suas vidas foram: a) A falta de tempo ligado à tirania do urgente; b) Ativismo eclesiástico; c) Dificuldade de confiar em outros colegas.
Três problemas destacados pela maioria: a) Falta de motivação ou visão; b) Não entender como a mentoria funciona; c) Dificuldade de encontrar um mentor.
Uilian Santos, na Revista Eclésia 118, refere-se ao aparecimento cada vez mais frequente de doenças emocionais em pastores e líderes evangélicos. Principais causas deste fenômeno pós- moderno:
- Descuido com a saúde mental;
- Solidão;
- Falta de mentores para compartilhar seus problemas;
- Ativismo ministerial;
- Falta de repouso adequado;
- Pressão institucional por resultados em números de membros e arrecadação de ofertas.

Esses males existem e crescem a cada dia; já sentimos no coração um grande peso diante de tamanho desafio de sermos apascentados e apascentarmos a tantos colegas em sofrimento e prestes a cair na trágica solidão do ministério pastoral.
“Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união” (Salmo 133.1).
Sozinhos, não!
Pr. Elmiro de Oliveira, Missionário da Sepal/RJ

Palavras de uma Ovelha


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Fiz uma nota do que aprendi agora a pouco estudando a carta de Paulo aos Filipenses. Lembrei de cara do senhor.
Em Filipenses 1. 25-26, Paulo escreve sobre seu desejo de estar com Cristo na glória, mas também expõe a necessidade de sua presença ainda nesta terra: "Convencido disso, sei que vou permanecer e continuar com todos vocês, para o seu progresso e alegria na fé, a fim de que, pela minha presença, outra vez a exultação de vocês em Cristo Jesus transborde por minha causa".
Refletindo sobre esses versículos, venho a discutir sobre a necessidade e importância de sua presença Pastor Nilonei Ramos em nossa congregação Monte Moriá.
Paulo entende que seus ensinamentos acerca de Cristo geraria mais vigor, sua presença despertaria maior ânimo por parte da igreja de Filipos, ansiando em reve-los novamente, não por ele ser cristão celebridade da época e sim por entender que seu ministério era inegavelmente comprometido com a vontade de Deus e sua presença geraria avivamento, conhecimento e fé.
De mesmo modo, vejo em nossa congregação o mesmo anseio pela sua pessoa e liderança. Não significa que nós o idolatramos (que fique bem claro), e sim, entendemos que ter um bom pastor, ajuda a igreja a progredir, melhora o ambiente do culto, gera avivamento, os membros se sentem alimentados pela palavra, desperta o conhecimento, o Espírito Santo tem liberdade, erros de conduta das ovelhas são advertidos e corrigidos, diferente de alguns ministérios onde sempre é feito "vista grossa" e acaba tudo sempre em massageio de ego.
De sobremesa ter um pastor não apegado a credos, superstições, que vivi intensamente a palavra de Deus é muito gratificante para uma ovelha. Logo, não vejo a meus olhos a necessidade de o senhor ser transferido, retirado, levado, exportado, extraído de nossa congregação, contudo seja feita a vontade de Deus.
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Mais uma vez escrevo: não é isso que me sustenta, mas não posso negar que isso me fortalece bastante.

Lições de Jó

Algumas lições que eu aprendi lendo o livro de Jó:
1. Em nenhum lugar o livro de Jó faz supor que faltem poder ou bondade a Deus.
2. Jó rejeita de forma decisiva a teoria segundo a qual o sofrimento sempre resulta de pecado
3. Deus não condenou a dúvida e o desespero de Jó, mas somente sua ignorância.
4. Deus nunca está totalmente calado.
5. Conselhos bem-intencionados às vezes podem fazer mais mal do que bem.
6. Deus transfere o foco central da "causa" do sofrimento de Jó para a "reação" de Jó.
7. O sofrimento, nos planos de Deus, pode ser redimido, ou servir a um fim mais elevado.

Meus Agradecimentos a AD Bauru

Só me resta agradecer...
Agradecer a Deus por me guardar, me inspirar, me ensinar, me preparar e me enviar. Sem ti, não há valor em mim.
Agradecer ao meu Pastor Sebastiao Valadares por abençoar-me quando sai nessa missão ministerial. O teu investimento em mim me intima a servir-te com mais fidelidade. Obrigado por acreditar em mim.
Agradecer ao Pastor Antonio Baltazar Cardoso de Oliveira por honrar-me além das minhas expectativas. Os cinco dias que passamos juntos me rendeu excelente aprendizado. Como já lhe disse: teus conselhos, se aplicados, melhoram a minha vida em todos os aspectos. Te admiro muito!
Agradecer a Pastora Ruthlene Alves Cardoso Cardoso por ser essa mãezona, mulher sincera, autêntica, desprendida e adoradora. É sempre bom sorrir contigo. Obrigado por cuidar de mim esses dias. Também te admiro!
Agradecer a Igreja de Bauru por ouvir-me tão atentamente. Essa prontidão para ouvir renderá bom preparo quando tiverem de lutar. Avante!
Agradecer ao Pr. Claudio Schweter e sua esposa irmã Genilda Schweter por cuidarem de mim com tanto carinho. Nem um hotel do mundo me daria o que vocês me deram.
Agradecer a equipe de suporte, Jonas Abadio, Cris Abreu Viana, Jose Augusto Freitas, Claudecley Ribeiro Lamas, Cidinha Lamas. Foi maravilhoso estar com vocês. Muito agradecido!
Agradecer a minha Igreja, Congregação Monte Moriá, que ficou intercedendo por mim e me compreendeu nesse momento de ausência. Eu sonho em estar com vocês para sempre. Vocês são surpreendentes!
Agradecer ao Ev. Andrew Janser, meu vice-dirigente, que cuidou da obra e se mostrou capaz e firme. Que Deus te abençoe. Meu coração é grato pela tua vida. Valeu!
Agradecer a minha família que me incentiva, mesmo que sofram com a minha ausência. Minha filhinha Lídia que sentiu na pele minha falta. Tão pequena e tão inserida em minha vida ministerial. Papai te ama! Minha adorável esposa que me encoraja em todos os momentos. Estou com muitas saudades. Não vejo a hora de te ver. Te amo!
Agradecer aos amigos que ganhei em Bauru, Pr. Paulo Ricardo, Pr. Laercio Xavier, PrPaulo César, Pr. Rondinele, Pr. Gilmar, Pr. Marcos Afonso, Pr. José Aparecido, Pr. Lucio Ricardo Silles, Pr. Eder Siles e tantos outros que me abraçaram e me disseram palavras de encorajamentos e outros que em meus ouvidos fizeram orações. Inesquecível!
Agradecer aos músicos que me ajudaram quando, atrevidamente, cantei.Jefferson Vaz, Charles Marins, Gledson Rodrigo Ferraz Eufrasio, Kleber e outros que não sei o nome. Obrigado por compartilhar esse maravilhoso momento comigo. Fico devendo!
Obrigado, obrigado, mil vezes obrigado!
Valeu AD Bauru!

Shhiiiii

Fique quieto!
Não precisa apressar ou correr.
Faça sua parte confiando que na eternidade Deus está fazendo a dEle.
Não se preocupe com o inimigo. Agora parece que ele está em vantagem, mas o quadro vai mudar.
Tua estabilidade revelará teus momentos com Deus.
Ainda que não entenda nada agora, confie. Deus nunca está totalmente calado.
E quando Ele fala, está falado.
Descansa!

LIVRE, MAS LIMITADO

Você é livre, é verdade. Inteiramente livre. Profundamente livre. É livre como nunca foi. Mas ainda que sejamos livres para fazer o que quis...