quinta-feira, 9 de julho de 2015

Dia do Pastor Trabalhador

Todos os profissionais tem um dia que o homenagea e mais o dia 1° de maio. Mas, a despeito do pastor ter um dia que o homenageia, não posso deixar que escrever algumas experiências que já vi e vivi nesses quase 5 anos que pastoreio.
Constantemente sou interrogado se, além de pastorear, eu ainda trabalho. E sempre explico que, além de servir na Igreja, vendo livros e coordeno um curso teológico. E sempre que respondo assim, vejo uma certa decepção nos olhos e sinto que as pessoas não vêem o trabalho pastoral como "trabalho" de fato.
Sinceramente, não posso falar por todos, mas a cada dia que passa, o trabalho pastoral dá mais trabalho. A Igreja, alvo do trabalho pastoral, acarreta um ritmo de atividades capaz de sugar todas as forças. Mas ninguém vê isso. Muita gente pensa que vivemos no bem-bom e que chova ou faça sol, sempre temos o melhor. Pouca gente sabe que a MAIORIA dos pastores não tem sequer ajuda de custo, nem casa própria ou carro. Não tem plano de saúde, não recolhe INSS, não tem nenhum tipo de regalia, não tiram férias, não tem um momento a sós com a família, não tem privacidade, não tem carteirinha de nenhum clube para um final de semana de lazer.
Considera luxo ter tudo isso? Então ficará admirado quando souber que a MAIORIA dos pastores tem suas noites interrompidas pois tem de mostrar prontidão cada vez que o telefone toca. Tem de ter presentes em cada aniversário, pois se der pra um e outro não receber, já achou uma briga. Tem de ser conselheiro dos mais diversificados assuntos, desde alcoolismo, drogas, violência doméstica, adultério, prostituição, contendas, criação de filhos, etc. Tem de ter sempre uma reserva de dinheiro para socorrer um irmão cada vez que precisar. Tem de ter toda a paciência do mundo para ouvir as pessoas depois do culto, falando de todos os detalhes até altas horas. Tem de ter a Igreja com seus equipamentos funcionando sempre, pois alguém pode falar do pastor se alguma coisa der errado.
Para nós (acredito que falo pela maioria dos pastores), não há maior recompensa do que ver a Igreja edificada, coma sã doutrina entronizada e Cristo ser glorificado em todos os aspectos. Ver um casamento salvo por uma orientação bíblica. Ver as pessoas se renderem a Cristo e recebê-lo como único e suficiente Salvador. Despertar a fidelidade nos irmãos pelo exemplo que ele mesmo é para com Deus e a sua Igreja. Ver uma ovelha chorar após uma longa conversa e perceber a mudança gerada por meio da verdade dos seus lábios. Ver que sua liderança é bem vista por saber que as ovelhas admiram sua seriedade e compromisso com a Obra de Deus.
O pastor da Igreja Batista Betânia, Neil Barreto, esclarece ainda mais essa asfixia: "Homens de Deus esqueceram que eram homens e decidiram viver a vida da Igreja. Eles (a Igreja) não conseguem viver as suas vidas e acham que ele (o pastor) deve viver a vida deles, negando a sua própria. O resultado é um pastor doente que, adoecido, adoece ainda mais suas ovelhas; no final, temos frutos de morte, defuntos gerando defuntos".
Alguns só conseguem ver o trabalho pastoral no horário do culto. E, por incrível que pareça, o culto é a parte mais fácil. Os bastidores não são vistos. Experimente preparar um sermão semanal! O que vem antes da exposição dominical cansa demais: orar, pesquisar, organizar e tentar através da fala ser o mais atrativo possível. E o mais surpreendente: possivelmente alguns pensarão que isso não é nada. Num mundo onde a maioria procura os seus sermões num site e ministra à Igreja como se o tivesse, por esforço próprio, construído.
Na América do Norte, ser pastor é algo nobre. Um grupo seleto tem até mesmo acesso à Presidência. São visto como pessoas respeitáveis e de grande influência. Billy Graham, Rick Warren, Max Lucado, Thomas Trask, Abraão de Almeida, James Montegomery, James Dobson e etc, são alguns nomes honrados. Mas aqui, quem temos?
Lá, um órgão do governo assiste psicologicamente os pastores, porque perceberam que eles estão fracassando mentalmente, tornando-se dependentes de medicamentos e, em casos mais tristes, cometem suicídio. Segundo dados oficias, em meados de novembro e dezembro de 2013, três pastores de megaigrejas na América tiraram suas vidas.
Aqui, segundo a visão de quem é de fora do país, a corrupção grassa entre os chamados " homens de Deus". Um exemplo foi aquele escândalo em que os beneficiados oravam recebendo suas propinas. Lamentavelmente, depois descobriu-se que aqueles eram pastores.
Mesmo com essa péssima fama, há ministros de Deus realmente comprometidos, que cooperam com Deus em sua Obra por amor. Sua motivação não está no salário que recebe, mas unicamente por chamado. Os que não têm essa convicção em si, agouram, desconfiam, suspeitam de todos os outros.
Sempre tem um que espera o pior dos pastores. Outro dia, um irmão chegou contando que alguém havia suposto que todos os pastores eram ladrões. Ao ouvir o caso, eu perguntei: "você me considera um ladrão?" Sabe o que ele respondeu? "Ainda não!" Foi a declaração mais difícil que eu ouvi esse ano. "Ainda" significa "até este exato momento"; "até agora"; "até então"; "que tende a chegar num tempo futuro"; "num certo dia"; "algum dia indeterminado". Mais uma vez vou escrever: sempre tem alguém esperando o pior dos pastores.
Pra falar a verdade, há muitas controvérsias envolvendo o pastor:
- Se o pastor é dinâmico, ele é ativista. Se for calmo, não tem visão ou é preguiçoso.
- Se o pastor é exigente, ele é intolerante e ditador. Se não exige, ele é displicente e negligente com o ministério.
- Se o pastor visita, é porque gosta de incomodar o sossego dos outros. Se não visita, é irresponsável e descuidado com as ovelhas.
- Se o pastor se veste bem, ele é vaidoso, extravagante ou janota. Veste-se mal, ele é relaxado e tem mau gosto.
- Se o pastor anda sorrindo, ele é irreverente e gaiato. Se não solta um sorriso, é porque anda estressado.
- Se o pastor fica com os jovens, é imaturo e não se coloca no seu lugar. Se com os adultos, é antiquado, ultrapassado e cafona. Se ficar com as crianças, é infantil e precisa amadurecer.
- Se o pastor procura atualizar-se, ele é mundano e tem mentalidade secular. Se não se atualiza, é mente fechada e não quer se reciclar.
- Se o pastor cuida da família, é descuidado com a igreja. Se cuidar da igreja, é descuidado com a família.
- Se o pastor prega muito tempo, é prolixo, cansativo, metido a intelectual. Se pregar pouco, é que não tem mensagem, nem da internet.
- Se o pastor procura agradar a todos, é sem personalidade e interesseiro. Se for positivo e procura corrigir e disciplinar o rebanho, é porque é parcial e só disciplina os fracos.
- Se o pastor realiza programas novos, é que só quer viver de promoções e ôba-ôba! Se não realiza, é que não tem idéias novas.
- Se o pastor é alegre, é sem linha e deveria ter mais compostura. Se chorar no púlpito, é chorão, sensível demais e não tem domínio próprio.
- Se o pastor organiza trabalhos e campanhas, é explorador do rebanho. Se não organiza, é que não dá trabalho ao rebanho e não tem criatividade.
- Se o pastor fala alto, é que não tem argumentos para convencer. Se falar baixo, é um coitado, tímido, e nem voz tem.
- Se o pastor prega nas ruas, é porque barateia o evangelho. Se só fica na igreja, está acomodado nas quatro paredes do templo.
- Se o pastor faz amizades no rebanho, é que tem panelinha e faz acepção de pessoas.
- Se o pastor ora muito, é porque não tem o que fazer ou está querendo aparecer. Se orar pouco, é um pastor relaxado, irresponsável, preguiçoso e carnal.
- Se o culto termina cedo, ele é frio e não deixa o Espírito operar na Igreja. Se o culto excede o horário, é irresponsável e impontual.
- Se o pastor fala em outras línguas em público, deveria evitar e atentar para a decência e para a ordem do culto. Se não fala, deixou de ser renovado ou perdeu o dom.
- Se o sermão pastoral tem dez pontos, é chato e cansativo. Se o sermão tem apenas dois pontos, ele não tem conhecimento bíblico.
- Se ao pregar trata de necessidades da congregação, está expondo as pessoas.
- Se o pastor falta a algum culto, é porque está pensando em deixar a igreja. Se nunca falta a qualquer culto, vai terminar um dia no psiquiatra.
- Se o pastor prospera financeiramente, deve estar roubando da Igreja. Se não prospera, está em pecado ou tem pouca fé.

Se o que o pastor faz não pode ser considerado trabalho, o que é então? Uma simples conversa com uma mulher de pastor ficará explícito o que desgaste que eles têm sofrido. Eles ficam velhos mais cedo, tem problemas de saúde ligado à estresse e hipertensão, desenvolvem gastrite e uma boa parte já é dependente de remédios.
Homens que deveriam ser honrados pelo seu trabalho, são ridicularizados. Constantemente alguém me pergunta sobre a minha profissão. Ao responder que sou ministro do Evangelho, eles inquirem: como assim? E geralmente explicar esse "como assim" é terrível porque também vou te explicar que não tenho nada a ver com os escândalos, terei de convencer que sou um pastor sério e comprometido e que minha alegria não é porque sou subsidiado, mas porque fui escolhido para tão nobre trabalho. Me alegro porque num mundo que está perdendo seus referenciais, eu tento a todo custo, discipular, ensinar e consolidar pessoas de todas as classes sociais e de diferentes níveis culturais no Reino de Deus. Isso dá trabalho!
Outro dia recebi um irmão enquanto trabalhava numa construção anexa à Igreja que pastoreio. Mostrei-lhe tudo. Quando chegou a hora de mostrar o gabinete pastoral, ele me perguntou sobre uma janela que permitia a visualização interna. Eu respondi que era uma necessidade, uma tentativa de suprimir a desconfiança, principalmente quanto atendesse uma irmã ou uma jovem. Sabe o que ele me disse? "Engraçado, eu atendi em consultórios durante anos, nunca vi a necessidade de ter uma janela que permitisse alguém de fora me ver lá dentro. Nem médico, nem advogado nenhum profissional tem essa necessidade, mas a Igreja, que deveria ser o lugar onde confiamos uns nos outros, carece desses artifícios". Isso não descreve trabalho?
Que Deus abençoe a todos os pastores trabalhadores e que comece por aqueles que ministram sobre mim.

Não quero!

Não quero número, quero valor.
Não quero riqueza, quero tesouro.
Não quero multidão, quero amigos.
Não quero pódio, quero reconhecimento.
Não quero holofote, quero luz.
Não quero desculpas, quero perdão.
Não quero a barriga cheia, quero ser alimentado.
Não quero sucesso, quero triunfo.
Não quero ganhos, quero vitória.
Não quero ganhar, quero vencer.
Não quero trocar, quero conquistar.
Não quero perder, quero aprender. 
Não quero correr, quero apreciar.
Não quero viver, quero viver intensamente.

Pastores, parem de pregar!

Parem de pregar sermões onde não há alegria e são pregados por obrigação com o emprego e porque estão sendo pagos pela Igreja.
Parem de pregar sem antes estudar a Bíblia para aplicar em suas próprias vidas.
Parem de pregar sem antes dedicar dez a quinze horas de oração e mergulho no texto bíblico sobre o qual falarão.
Parem de pregar sermões prontos do seu bispo ou apóstolo, sem coração , paixão ou emoção.
Parem de pregar sermões copiados da internet, sem vida e sem experiência pessoal.
Parem de pregar suas ideias pessoais, justificadas com alguns versiculos bíblicos.
Parem de pregar regras para as pessoas viverem, que vocês nunca viveram.
Perseguem a Palavra, poderosa, penetrante, transformadora e verdadeira.

Algumas considerações sobre sentar-se ao fundo na Igreja.

Depois de muito pensar, resolvi postar algo, considerando alguns anos como membro de uma Igreja.
Em primeiro lugar, escolher onde sentar-se na Igreja é um ato de liberdade. É bom estar num lugar onde você pode escolher que lugar sentar. A Igreja é um ambiente de liberdade. Não podemos institucionalizar ou ditar onde as pessoas vão sentar. Escolher é um dom de Deus e negar isso aos homens é um ato imoral.
Em segundo lugar, escolher o lugar onde sentar-se na Igreja diz muito sobre a condição espiritual. Os fariseus sentavam-se à frente por vaidade e soberba. Os miseráveis, por serem considerados indignos, sentavam-se atrás. Quando estamos bem com Deus, consideramos que estar mais a frente faz-nos mais próximos de Deus.
Em terceiro lugar, escolher o lugar onde sentar-se na Igreja denuncia o tamanho da nossa fome espiritual. Preste atenção onde sentam os novos convertido. Em nossa Igreja temos um que aceitou a Cristo na virada do ano passado e escolheu sentar-se nas primeiras fileiras. Sempre que eu ministro, seus olhos ficam "grelados", parecendo absorver palavra por palavra. Quanto mais fome espiritual, mais a frente nos sentamos. Verifique o que acontece quando vem uma celebridade ao um importante evento. Pessoas disputam os primeiros lugares. Quando estamos ansiando mais de Deus, naturalmente nos sentamos mais a frente.
Em quarto lugar, apenas para servir de antítese ao que foi dito antes, escolher sentar-se ao fundo na Igreja pode ser uma fuga, possível frieza e indiferença. 1) Fuga porque geralmente os que não se sentem bem com Deus, escolhem fugir. Fugir de um confronto ou encontro. 2) Frieza porque, quanto mais distantes de Deus, maior probabilidade de sentir-se ruim no ambiente do culto. 3) Indiferença porque já não se importa com o que acontece no culto e ao invés de participar dele, é apenas um expectador, que não assimila, nem emociona, muito menos se abre a mudanças.
Em quinto lugar, escolher o lugar onde sentar-se na Igreja pode ser simplesmente timidez. Durante anos eu fui assim e ainda hoje sinto muita vergonha de levantar-se, andar e outras coisas parecidas. A timidez de estar mais a frente pode ser um motivo para escolher sentar-se ao fundo. Alguns poderão dizer que "timidez não é coisa de Deus", mas exegeticamente falando, a timidez que Deus reprova é referente ao Evangelho, daqueles que envergonham-se do Evangelho e negam-se a pregá-lo de alguma forma.
Em sexto lugar, escolher o lugar onde sentar-se na Igreja, pode denunciar o propósito de ir ao culto. Quem quer prestar atenção, sem perder a sintonia com o que é ministrado do altar, se oração, louvor ou palavra, ficará mais à frente. Quem quer prestar atenção aos detalhes que não envolvem o culto, como roupas sapatos, conversas paralelas, celular, selfies ou simplesmente não participar do culto, geralmente sentam-se atrás.
Em sétimo lugar, sentar-se ao fundo só é bem visto quando não há lugar mais a frente. Quem está com boa expectativa quanto ao culto, quem quer receber algo, quem espera mais do culto e de Deus, senta-se mais à frente.
Em oitavo lugar, escolher sentar-se ao fundo na Igreja, pode ser sinal de pânico a lugares fechados. Os que possuem fobias a lugares fechados preferem sentar-se o mais próximo da saída, no caso da Igreja, mais ao fundo.
Em nono lugar, escolher sentar-se ao fundo da Igreja, pode denunciar falta de aceitação ao pastor e sua administração. A prática de sentar se ao fundo pode servir para observação de quem está ou não no time do pastor. A possibilidade de fazer uma leitura do público ao sentar atrás facilitará na investida a mais insatisfeitos.
Em décimo lugar, escolher sentar-se ao fundo da Igreja pode ser um ato de quem possivelmente quer irritar o pastor. Quase todos os pastores concordam que lhes dá vontade de arrancar pessoas do fundo e pô-los mais a frente.
Em décimo primeiro lugar, escolher sentar-se ao fundo da Igreja pode denunciar medo do ambiente do culto, de santidade e manifestação dos dons espirituais. Ao sentar-se ao fundo fica mais fácil "esconder" do olhar perscrutador dos profetas. Não encará-los de perto facilita a fuga antes que seja "revelado".
Em décimo segundo lugar, escolher sentar-se ao fundo da Igreja inibe os visitantes a estarem bem em um ambiente que não têm familiaridade. Ao chegarem na Igreja e encontrarem os lugares mais próximos da porta ocupados, ficam constrangidos de terem de andar entre os presentes no culto para achar um lugar.
Em décimo terceiro lugar, escolher sentar-se ao fundo da Igreja facilita as saidinhas rápidas no momento do culto. Geralmente ir ao banheiro, beber água e tirar aquela selfie com os recepcionistas acontece mais com quem se senta ao fundo da Igreja.
Em décimo quarto lugar, escolher sentar-se ao fundo na Igreja pode ser sinal de não-aceitação. Mesmo que a igreja acolha bem os seus visitantes e membros, sempre haverá pessoas que se sentem desprezadas e não amadas pela comunidade cristã.
Enfim poderíamos escrever várias outras razões sobre porque as pessoas escolhem sentar-se ao fundo da Igreja e se fizermos uma abordagem mais dura, sem medirmos consequências nem os motivos que elas têm, seria injusto nas minhas razões. Não gosto quando pessoas deixam de sentar-se a frente para sentar-se atrás, mas quem sou eu pra saber o que se passa no coração delas? Como posso fazer uma leitura acertada de cada caso? Já vi gente usar as últimas cadeiras por medo, outras por necessidades intestinais, outras por causa de seus filhos e por aí vai.
Torço para que cada pessoa se sinta o mais confortável possível no ambiente do culto. Que o incômodo seja apenas aquele gerado pela Palavra de Deus. "Não é a minha palavra como fogo, diz o Senhor, e como martelo que esmaga a rocha?" (Jeremias 23.29).

Pensanso um Pouco

Na última semana, um ateu (será mesmo?) prometeu queimar e queimou mesmo a Bíblia em frente a Universidade Federal do Acre (UFAC). O acontecido trouxe muita repercussão e até políticos da bancada evangélica vão abrir inquérito contra o incidente. Vi alguns crentes fervorosos dizerem: "queria ver ele queimar o Alcorão", o que sem dúvida é uma atitude anti-cristã, pois no mundo de hoje, isso resultaria em morte e não é pra isso que estamos seguindo a Jesus.
Acho interessante essa manifestação, mas é o mínimo que se espera de alguém e de um movimento que existe simplesmente para negar a veracidade das Escrituras. É tão patética a ideologia atéia! Como podem lutar tanto para negar a existência de algo que acreditam não existir? Meio louco isso.
Ao primeiro momento, causa revolta porque amamos a Bíblia. Já tive oportunidade de ver um doutor chutar a Bíblia na hora da aula. Vi uma postagem de uma jovem fumando páginas da Bíblia, dizendo que finalmente havia encontrado uma finalidade para ela. Vi, dentro de minha família, um parente limpar o ânus com a Bíblia depois de fazer suas necessidades. Terríveis cenas! Mas deles não podemos esperar nada menos que isso.
O que me preocupa mesmo são os protestos dos que crêem que as Escrituras são de fato Palavra de Deus! Billy Graham disse que "nós somos a Bíblia que o mundo lê", mas será que somos mesmos uma Bíblia? Será que a Palavra de Deus está em nós como está nas Escrituras?
Anos atrás, eu li um documentário sobre os rolos do Mar Morto que foram encontrados nas cavernas das montanhas de Qunram. Deparei-me com uma parte que dizia que os rolos estavam dentro de vasos de barro cheios com cera para conservar os manuscritos. Tempo depois quando disse isso na Igreja, ouvi uma irmã que orava, dizendo: "Senhor, põe a Tua Palavra dentro de mim e lacra com cera para nunca mais se perder".
Como disse o Pr. Francy Cristian Couto: "Não me admiro de ver um ateu queimando a Bíblia. Me preocupa mesmo é ver um crente que não lê a Bíblia". Com a devida consideração ao que o estimado pastor disse, mas também considero preocupante um cristão que não ama a Bíblia que não lê, que não aplica a sua vida, que não a faz de espelho procurando ser o seu reflexo, que não a vive, que não a aceita como Palavra inerrante, infalível e inefável. É muito preocupante!
Quanto à Bíblia, fiquemos tranquilos. O que temos em nossas mãos é somente uma cópia do que está nos céus: "Senhor, tua palavra está firmada para sempre nos céus" (Salmos 119.89).
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 Impérios levantam-se, caem e são esquecidos - ela resiste.
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 Dinastias se sucedem - ela resiste.
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 Reis são coroados e destronados - ela resiste.
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 Imperadores decretam seu extermínio - ela resiste
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 Desprezada e despedaçada - ela resiste
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 Tempestades de ódio rugem ao seu redor - ela resiste.
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 Os ateus lançam vitupérios sobre ela - ela resiste.
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 Os agnósticos sorriem cinicamente - ela resiste.
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 Ímpios profanos escarnecem dela - ela resiste.
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 A descrença a rodeia - ela resi
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 Críticos eruditos negam a sua inspiração divina - ela resiste.
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 Relâmpagos de ira dão contra ela - ela resiste.
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 Labaredas se acendem ao seu redor - ela resiste.
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 As setas do ódio caem sobre ela - ela resiste.
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 O radicalismo grita e se enfurece - ela resiste.
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 O nevoeiro dos enganos a encobrem por um tempo - ela resiste.
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 A pedra pesada do tempo corrói, mas não a destrói - ela resiste.
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 Infiéis preveem o seu abandono - ela resiste.
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 O progresso tenta diminuir o seu valor - ela resiste.
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 Os devotos da insensatez a condenam - ela resiste.

"Porque, assim como a chuva e a neve descem dos céus e não voltam para lá, mas regam a terra e a fazem produzir e brotar, para que dê semente ao semeador e pão ao que come, assim será a palavra que sair da minha boca; não voltará para mim vazia, mas fará o que me agrada e cumprirá com êxito o propósito da sua missão" (Isaías 55.10,11).

Pra pensar um pouco!

"Não estamos interessados em usar o povo para construir uma grande igreja. Estamos interessados em usar a igreja para construir um grande povo! Isso é decisivo para um planejamento de longo alcance.
O que aprendi sobre pastorear igrejas que crescem:
Aprendi que
1. Deus é bom.
2. O povo é basicamente amável e gentil.
3. Você pode entrar em dificuldades fazendo eu trabalho e obedecendo a Deus.
4. Nem todos são dizimistas!
5. Sou abençoado por ter uma equipe eficiente.
6. Sou abençoado por fazer parte de um excelente ministério.
7. Nem todos são dizimistas!
8. Tivemos um mínimo de dificuldades, desentendimentos e reclamações.
9. É bom ter uma mente voltada para missões.
10. Uma igreja pode ser abençoada até mesmo durante importantes programas de melhoria de capital.
11. Nem todos são dizimistas!
12. Testemunhar crescimento e o discipulado dos convertidos é uma delicia.
13. Não posso fazer tudo sozinho.
14. Nem todos são dizimistas!
15. É melhor tentar e falhar do que nunca tentar.
16. Deus é fiel.
17. Manter-se ocupado não é problema.
18. Minha esposa é muito paciente e longânime.
19. Nem todos são dizimistas!
20. Nem todos gostam de mim.
21. Tenho uma família maravilhosa.
22. Deus me ama.
23. Nem todos são dizimistas!
24. O futuro me empolga".

(Extraído do livro "PASTOR PENTECOSTAL").

Fique Esperto

Numa preleção em novembro de 2013 em nossa Congregação, o Pr.Geremias Couto advertiu sobre os cuidados na interpretação bíblica e citou, para exemplo de sua advertência, um clássico erro de entendimento.
Segundo ele, um afeito a Escatologia Bíblica (a doutrina das últimas coisas) interpretou que o anticristo será Lula e para chegar a essa conclusão, fez um acróstico:
L - Leão
U - Urso
L - Leopardo
A - Animal feroz

É cômico, mas infelizmente muitos têm espaço a partir de interpretações como esta e muitos ouvem e dão crédito por achar que a interpretação mais diferente possivelmente seja a mais correta. Lamentável!
Fique esperto!

Qualquer Semelhança não é Mera Coincidência

Mike Yaconelli conta a parábola de uma estação de salvamento numa pequena costa marítima da Inglaterra, onde freqüentemente havia barcos naufragados.
A estação era apenas uma pequena e velha casa de madeira, com apenas um bote, alguns marinheiros experimentados, que vigiavam dia e noite as águas daquela costa à procura de sobreviventes.
Abnegados, aqueles salva-vidas jamais pensavam em si mesmos quando saíam em missão de salvamento.
Com o passar do tempo, pessoas que haviam sido resgatadas pelos marinheiros da estação, em gratidão, resolveram criar uma associação de apoio ao posto de salvamento. Todos da cidade gostaram da idéia. Com o dinheiro levantado pela associação, eles compraram novos barcos, contrataram novos marujos, e assim a estação de salvamento ficou melhor aparelhada.
Logo alguns sócios disseram: - os barcos são novos, mas a estação é apenas uma casa caindo aos pedaços. Imediatamente um novo projeto foi feito e dali a semanas um amplo e confortável centro de convivência foi edificado no lugar da velha estação. Logo as velhas macas de atendimento foram substituídas por sofás macios, mobília sofisticada, ar refrigerado, música ambiente. O lugar ficou tão agradável, que os antigos guarda-vidas já não se interessavam em salvar pessoas no mar. Então terceirizaram o salvamento.
Certo dia houve um grande naufrágio na região. Os guarda-vidas de plantão foram com seus barcos novos e trouxeram dezenas de pessoas para a estação: elas chegaram encharcadas, doentes, maltrapilhas e simplesmente fizeram do centro de convivência uma grande bagunça. Logo a diretoria da estação se reuniu e resolveu construir um vestiário com duchas para lavar os náufragos antes que eles entrassem na estação.
Na assembléia seguinte, alguns membros da associação sugeriram que o setor de operação de salvamento saísse do centro de convivência para evitar depredações. Criou-se a polêmica: os velhos marinheiros levantaram-se dizendo que salvar vidas era a missão prioritária daquela estação. Houve uma acalorada discussão, mas os velhos marinheiros foram votos vencidos. Decidiu-se que os que quisessem salvar náufragos, que fizessem uma estação em outro lugar.
Então, alguns quilômetros dali uma nova estação de salvamento foi erguida. Com o tempo ela se tornou também um clube como a sua antecessora. Houve discussão e mais uma estação de salvamento foi levantada. E hoje, há dezenas de clubes de marinheiros naquela encosta. Ainda há naufrágios naquela área, mas a maioria dos tripulantes e passageiros morre por falta de barcos de salvamento.
Igrejas são agências do reino especializado e aparelhado para salvar e transformar vidas. Entretanto, facilmente elas podem se transformar em um clube de guarda-vidas.

Conselhos a um irmão desanimado.

Bom dia e que a Paz do Senhor esteja em ti hoje mais do que esteve ontem! Depois de orar, pois toda a direção que precisamos, especialmente para dar um conselho, vem do Senhor, posso lhe falar algumas coisas:
- Sentir-se perdido no ministério, conforme você disse, não é uma angústia só sua. Converso semanalmente com muitas pessoas e várias delas alegam a mesma coisa. Até alguns pastores estão desnorteados e dizem que não sabem mais o que fazer. Há uma crise existencial instalada na Igreja. As pessoas não estão mais enxergando o propósito de Deus para as suas vidas e aí a primeira coisa que acontece é sentir-se perdido mesmo. Não é culpa sua, é culpa da própria Igreja que está saindo dos trilhos pouco a pouco.
- O fato de você morar em frente a Igreja te faz refletir ainda mais, pensar, olhar pra lá e perguntar-se muito. Mais uma vez eu tenho de dizer: nós estamos perdendo o propósito! A Igreja está sem identidade. Os cultos são repetecos, a liturgia está cansada, os pastores doentes e o resultado é a Igreja ficar mais doente ainda. Tempos atrás estive num culto de uma grande Igreja e ela estava com muitos lugares vazios, era uma ceia. Saí dali pensando: o que está acontecendo com essa Igreja? O que eu posso fazer por essa Igreja? Será que posso estender a mão ao pastor? Será que consigo? Tive várias ideias. Conversando com alguns, cheguei a conclusão de que a Igreja está em crise, mas não fique triste. Aconselho-te a congregar mais do que congrega, a orar quando tiver oração e estar mais próximo do que já está.
- Sua falta de estímulo é resultado da distância, não física, mas espiritual. Vários irmãos alegam que se sentem desencorajados a assistirem determinados cultos e concluem, como você, dizendo que a sua casa é mais espiritual do que a casa de Deus. É lamentável, mas é verdade. As picuinhas, as metas que não tem nada a ver com o Reino de Deus, as exigências a que estamos sujeitos tiram de nós a alegria de ir a casa de Deus, mesmo sabendo que lá é um lugar especial!
- Quanto ao apoio que você esperava para ter um espaço e fazer o que fazia no passado, serei mais franco ainda: vai piorar! A filosofia da igreja hoje é manter perto e dar oportunidade aos bajuladores, pessoas que não apontam o dedo e discordam de nada e oferecem algum retorno financeiro. Vivemos um tempo de traição entre os irmãos. O ruim é porque fomos ensinados numa obediência cega e que só podemos fazer alguma coisa se for na Igreja quando a Bíblia diz que "o campo é o mundo". Seu ministério tem tudo pra crescer, mas não o limite dependendo dessas pessoas. O Reino de Deus não pode sofrer por causa de nossas preferências, vontades e suposições. Temos de trabalhar mesmo sem ter apoio algum, além do conselho do Espírito Santo.
- Pare de mendigar oportunidade! Estou sendo muito honesto contigo! Pare! Você tem potencial, histórico, então pare! Isso te faz se sentir rebaixado, humilhado. Deus pode fazer coisas inacreditáveis através de você. Fique alerta! Deus abrirá uma porta e você não pode se contentar em pular janelas! Não há espaços entre os cães para pessoas como você. Você é comprometido, eles são bajuladores. Você faz para Deus, eles fazem para si. Você quer promover mudança, eles já estão com a barriga cheia. Busque a Deus em oração. Se já está orando, ore um pouco mais, congregue mais, fortaleça-se espiritualmente, crie o hábito de buscar a Deus diariamente.
- Não espere nada de ninguém! Não espere nada de pastor, de líder, de amigos, de parentes, de ninguém. Estribe o seu compromisso em Deus. Os mesmos que te rejeitam e não incluem você do meio deles, deve falar mal de você quando não está presente! Triste realidade!
- Você tem duas alternativas a fazer com o que te escrevi: 1) Ler e considerar. 2) Ler e desprezar. Posso estar errado em tudo o que escrevi, mas lhe abri o meu coração para lhe dizer o mesmo que me disseram. Graças a Deus, alguém colocou o dedo na minha cara e disse: "Enquanto você estiver querendo se dar bem em tudo que faz, vai continuar sendo um fracasso e vai fracassar ainda mais como marido, como pai, como homem e como pastor. Vai ser um fracasso. Abra os olhos!" Eu fiquei impactado. Refiz o meu roteiro e passei a não economizar em nada. Cada oportunidade que tenho considero ser sempre a última. Não escolho palavras agradáveis aos meus ouvintes. Tudo o que Deus tem me dado, tenho repartido com a Igreja.
- Eu poderia te escrever mais coisas e chegar sempre a mesma conclusão: não somos mais uma Igreja; somos uma sociedade que disassocia. Somos uma comunidade que excomunga. Estamos matando pessoas.
- Quero encerrar essas linhas com alguns conselhos que tenho aplicado a minha vida:
• Faça tudo exclusivamente para agradar a Deus!
• Tenha em seu coração a firme resolução de ser mais crente e santificado a cada dia!
• Fuja da fama ministerial e apegue-se a piedade!
• Esteja sempre pronto como se fosse ser requisitado e alimente-se do que não permitiram que você entregasse!
• Viva a intensidade do Reino que acontece em sua originalidade dentro de nós.

Ao terminar de ler o que te escrevo, faça a Deus uma oração. Eu também estarei orando por você. Vamos vencer. Creia!
Tenha um maravilhoso dia!

Doze Razões Por Que Ser Membro de Igreja é Importante

Jonathan Leeman
1 – É bíblico.
Jesus estabeleceu a igreja local, e todos os apóstolos realizaram seu ministério por meio dela. A vida cristã no Novo Testamento é uma vida de igreja. Hoje os cristãos devem esperar e desejar o mesmo.
2 – A igreja é seus membros.
No Novo Testamento, ser uma “igreja” é ser um de seus membros (leia Atos dos Apóstolos). E você quer ser parte da igreja porque foi ela que Jesus veio buscar e reconciliar consigo mesmo.
3 – Ser membro da igreja é um pré-requisito para a Ceia do Senhor.
A Ceia do Senhor é uma refeição para a igreja reunida, ou seja, para os membros (veja 1 Co 11.20, 33). E você quer participar da Ceia do Senhor. O ser membro de igreja é a “camisa” que torna o time da igreja visível ao mundo.
4 – É a maneira de representar oficialmente a Cristo.
Ser membro de igreja é a afirmação da igreja a respeito do fato de que você é um cidadão do reino de Cristo e, por isso, um representante autorizado de Jesus diante das nações. E você quer ser um representante oficial de Jesus. Intimamente relacionado a isto…
5 – É a maneira como o crente declara sua mais elevada lealdade.
O fato de que você pertence ao time que se torna visível quando você veste a “camisa” é um testemunho público de que sua mais elevada lealdade pertence a Jesus. Provações e perseguição podem surgir, mas suas únicas palavras são: “Pertenço a Jesus”.
6 – É a maneira de incorporar e experimentar figuras bíblicas.
É na estrutura de prestação de contas da igreja local que os cristãos vivenciam ou incorporam o que significa ser o “corpo de Cristo” , o “templo do Espírito”, a “família de Deus” e todas as outras metáforas bíblicas (veja 1 Co 12). E você quer experimentar a interconectividade do corpo de Cristo, a plenitude espiritual de seu templo, a segurança, a intimidade e a identidade comum da família de Deus.
7 – É a maneira de servir aos outros cristãos.
Ser membro de igreja ajuda você a saber por quais cristãos, no planeta Terra, você é especificamente responsável para amar, servir, confortar e encorajar. Ser membro de igreja capacita você a cumprir suas responsabilidades bíblicas para com o corpo de Cristo (por exemplo, veja Ef 4.11-16; 25-32).
8 – É o meio de seguir os líderes cristãos.
Ser membro de igreja ajuda-o a saber que líderes cristãos, no planeta Terra, você é chamado a seguir e obedecer. Também lhe permite cumprir sua responsabilidade bíblica para com eles (veja Hb 13.7, 17).
9 – Ser membro de igreja ajuda os líderes cristãos a liderar.
Permite que eles saibam quais são, no planeta Terra, os cristãos pelos quais eles “hão de prestar contas” (At 20.28; 1 Pe 5.2).
10 – Ser membro de igreja capacita a disciplina eclesiástica.
Dá a você o lugar prescrito biblicamente em que deve participar na obra de disciplina eclesiástica, de maneira responsável, sábia e amorosa (1 Co 5).
11 – Provê a estrutura para a vida cristã.
Coloca a afirmação individual do cristão de “obedecer” e “seguir” a Jesus em um ambiente de vida real, no qual autoridade é realmente exercida sobre nós (veja Jo 14.15; 1 Jo 2.19; 4.20-21).
12 – Edifica um testemunho e convida as nações.
Ser membro de igreja coloca o governo de Cristo em exibição para o mundo que nos observa (veja Mt 5.13; Jo 13.34-35; Ef 3.10; 1 Pe 2.9-12). Os próprios limites que são traçados ao redor do ser membro de igreja produz uma sociedade de pessoas que convida as nações a algo melhor.

LIVRE, MAS LIMITADO

Você é livre, é verdade. Inteiramente livre. Profundamente livre. É livre como nunca foi. Mas ainda que sejamos livres para fazer o que quis...