quinta-feira, 25 de março de 2010

Aconselhamento Cristão (3ª parte)


ACONSELHAMENTO EM PRÁTICA

Paul Holf em seu livro: “O PASTOR COMO CONSELHEIRO”, traz como exemplo, o seguinte diálogo:

Pastor, sinto-me muito nervosa; não durmo nem como bem __ disse uma jovem de 21 anos.

O pastor respondeu:

__ Você está preocupada com alguma coisa, não é Suzana? Certamente você está tendo muito no que pensar, porque faltam menos de três semanas para você se casar com Carlos, não é isso?

Suzana abriu o seu coração durante a conversa. Contou ao Pastor que tinha dúvidas quanto a se deveria ou não casar-se com Carlos. Quando este demonstrou interesse em namorá-la, resolveu consagrar sua vida ao ministério pastoral. Matriculou-se no instituto bíblico no qual Suzana estudava, e logo conquistou o coração da moça e se comprometeu em casar-se com ela.

Mas logo Suzana começou notar que a espiritualidade de Carlos necessitava de profundidade. E ela fez a si mesma a seguinte pergunta: “Será que Carlos resolveu dedicar-se ao ministério somente para casar-se comigo?” Ela também começou a perceber que ele era imaturo e desequilibrado emocionalmente. Não conseguia se manter por mais de dois meses em nenhum emprego. Porém ela resolveu não refletir muito sobre esses problemas, e passou a dizer a si mesma: “Ele mudará”. Faltando quatro semanas para a data do casamento, Carlos gastou todo o seu dinheiro comprando um velho automóvel. E teve que assumir pesadas prestações mensais até saldar a dívida.

__ Não temos onde viver, não temos móveis nem os demais utensílios domésticos, e parece que temos de viver do que eu ganho __ disse Suzana. __ Agora vejo o quanto errei ao ter concordado em casar com ele!

O PASTOR: __ Mas Susana, você ainda tem tempo para corrigir o que parece ser um erro.

SUZANA: __ Tenho refletido muito sobre isto, pastor, mas já enviei todos os convites para o casamento. O que os meus parentes e amigos vão pensar?

O PASTOR: __ Bom, o casamento de um crente é algo permanente. Se você cometer um erro agora terá que sofrer as conseqüências pelo resto da vida. Você não acha que o seu futuro é mais importante do que a opinião de seus amigos e parentes?

SUZANA: __ É sim, pastor. Sei que devo acabar o meu noivado com Carlos, mas creio que não poderei suportar a vergonha e as fofocas que surgirão. Será que não existe uma solução menos traumatizante para o meu caso? Não sei o que fazer.

O PASTOR: __ E o que você acha da idéia de expor suas dúvidas ao Carlos, e adiar por tempo indeterminado a data do casamento? Em seguida você envia uma nota aos convidados informando-lhes de sua decisão. Não é necessário explicar o motivo. E assim você terá tempo para tomar uma decisão mais concreta.

SUZANA: __ Excelente sugestão, pastor. Muito obrigada. É isto que eu farei.

Suzana falou com o seu noivo e os dois decidiram adiar o casamento. No final de seis semanas, eles acabaram o noivado. Carlos abandonou os estudos no seminário, e Susana escreveu ao seu pastor agradecendo-o pelo fato de ele a ter encorajado a realizar o que ela sabia que era necessário. Este é um exemplo que um Conselheiro Cristão pode realizar, em seu trabalho.

Vemos que ao pedir ajuda, o pastor percebeu o nervosismo da jovem. Sua ansiedade não era algo comum. O pastor pensou: “Se eu orar a Deus para que ele cure o seu nervosismo, sem o seu problema ser solucionado, será tão inútil como pedir ao médico que elimine o sintoma sem curar primeiramente a enfermidade”.

A partir de então, o pastor abriu a porta para que a jovem expusesse o seu problema. Suzana fala das dúvidas com relação ao seu futuro casamento.

Em seu diálogo com o pastor, Suzana viu com mais clareza o problema, não teve dúvida do desastre que se avizinhava e tomou uma sábia decisão.

Nessa história, o que fez o pastor? Ele não disse muita coisa, mas, deu à jovem oportunidade dela abrir o seu coração e falar.O ouvido atento do pastor e sua compreensão encorajaram Susana a trazer à luz os temores que ela havia tentado ignorar. Ao concluir, o pastor fortalece-a e sugere um modo menos traumático de realizar o que ela almejava fazer.

Aconselhamento Cristão (2ª parte)


Uma Reflexão

O apóstolo Paulo que era muito sensível às necessidades dos indivíduos sofredores escreveu: “Ora, nós que somos fortes, devemos suportar as debilidades dos fracos, e não agradar-nos a nós mesmos” (Rm 15.1). Paulo escrevia provavelmente aqui sobre os que tinham dúvidas e temores, mas seu cuidado compassivo estendeu-se a quase todas as áreas de problemas que poderiam ser encontradas hoje.

A ajuda às pessoas não é apresentada na Bíblia como uma opção. Mas como uma exigência para todo crente, inclusive ao líder da igreja. O aconselhamento pode parecer às vezes uma perda de tempo, mas deve constituir uma parte importante no ministério, necessária e biblicamente estabelecida.

A fim de ajudar as pessoas, o aconselhamento busca estimular o desenvolvimento da personalidade; ajudar os indivíduos a enfrentar mais eficazmente os problemas da vida, os conflitos íntimos e as emoções prejudiciais; prover encorajamento e orientação para aqueles que tenham perdido alguém querido ou estejam sofrendo uma decepção; e para assistir às pessoas cujo padrão de vida lhes cause frustração e infelicidade.

Além disso, o conselheiro cristão busca levar o indivíduo a uma relação pessoal com Jesus Cristo e seu alvo é ajudar outros a se tornarem, primeiramente, discípulos de Cristo e depois discipularem outros.

Para alcançar esses objetivos, é importante que os conselheiros se familiarizem com os problemas (como surgem e como podem ser resolvidos), assim como com as técnicas de aconselhamento.

Aconselhamento Cristão (1ª parte)


Tradicionalmente, o termo aconselhamento foi usado em conexão a várias situações, tais como: fornecer informações, dar conselhos, criticar, elogiar, encorajar, apresentar sugestões e interpretar ao aconselhado o significado do seu comportamento.

O Cristianismo possui, em seu bojo, um caráter de orientar e instruir o caminho, que o ser humano deve andar (Sl 32.8).

O próprio Deus estabelece o perfil do Conselheiro Cristão ao dizer que Ele “Como pastor apascentará o seu rebanho; entre os seus braços recolherá os cordeirinhos, e os levará no seu regaço; as que amamentam, ele guiará mansamente” (Is 40.11). “A perdida buscarei, a desgarrada tornarei a trazer, a quebrada ligarei e a enferma fortalecerei...” (Ez 34.16).

O Senhor Jesus nos ensina na parábola do bom samaritano, que o nosso próximo é aquele que necessita de nossa ajuda. Muitas pessoas ao nosso redor estão feridas e despojadas de paz e de alegria que deveriam ter como herança em Cristo. Tensões, insegurança, ansiedade, desvios morais, infelicidade matrimoniais e adolescentes problemáticos caracterizam nossa sociedade. Mas, lamentavelmente, nos portamos como o Sacerdote e o Levita da Parábola. Nos achamos tão preocupados com nossas tarefas eclesiásticas, que não prestamos socorro aos que estão sofrendo.

Há quem pense que os problemas dos membros de nossas igrejas poderão ser solucionados se eles tão somente orarem. No entanto, muitos crentes, sinceros, de uma vida consagrada a Deus, empenhados nas atividades da igreja, de conduta ilibada, necessitam tomar decisões apoiadas por um Conselheiro.

É importante que os conselheiros tenham algumas noções básicas sobre o assunto (aconselhamento cristão), sabendo também como outros que se tornaram especialistas nesse campo, e com facilidade manipulam essas questões. Um líder cristão deve estar bem informado em muitas áreas, e quanto mais, melhor, ao mesmo tempo em que jamais deve olvidar-se dos requisitos do seu alto chamamento como Ministro do Evangelho de Cristo.

O conselheiro precisa ter sólidos conhecimentos (em áreas diversas), ser um exemplo de espiritualidade, a fim de que suas palavras tenham peso. Também é mister que entenda a linguagem das emoções. Nunca deverá devolver a hostilidade pela hostilidade recebida, e sim, prestar conselhos com termos aceitáveis.

Por mais que o conselheiro cristão tenha grande envolvimento no campo da psicologia, sempre deverá conferir suprema importância à espiritualidade do homem, tratando com as pessoas como almas necessitadas, e não apenas como mentes perturbadas. O conselheiro deve lembrar que o Senhor Jesus é o médico da mente, das emoções, e não apenas do corpo.O propósito principal deste estudo não é tanto salientar a pecaminosidade de certos problemas, e sim ajudar as pessoas a saírem deles. O homem afundado em um pântano, não necessita propriamente de discurso sobre o quanto a lama é suja, todavia, procura uma mão misericordiosa e ajudadora, na qual ele possa segurar.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Qualquer semelhança é mera coincidência


Imagine que é uma típica tarde de sexta-feira e você está dirigindo em direção à sua casa. Você sintoniza o rádio. O noticiário está falando de coisas de pouca importância. Você ouve que numa cidadezinha distante morreram 3 pessoas de uma gripe, até então, totalmente desconhecida. Não presta muita atenção ao tal acontecimento e esquece o assunto.

Na segunda-feira, quando acorda, escuta que já não são 3, mas 30 mil, as pessoas mortas pela tal gripe, nas colinas remotas da Índia. Um grupo do Controle de Doenças dos EUA foi investigar o caso.

Na terça-feira, já é a notícia mais importante, ocupando a primeira página de todos os jornais, pois já não é só na Índia, mas também no Paquistão, Irã e Afeganistão.

Enfim, a notícia se espalha pelo mundo. Estão chamando a doença de "La Influenza Misteriosa", e todos se perguntam: Que faremos para controlá-la? Então, uma notícia surpreende a todos: A Europa fecha suas fronteiras. A França não recebe mais vôos da Índia, nem de outros países dos quais se tenham comentado de casos da tal doença. Por causa do fechamento das fronteiras,você está ligado em todos os meios de comunicação, para manter-se informado da situação e, de repente, ouve que uma mulher declarou que num dos hospitais da França, um homem está morrendo por causa da tal "Influenza Misteriosa". Começa o pânico na Europa. As informações dizem que, quando você contrai o vírus, é questão de uma semana de vida. Em seguida, as pessoas têm 4 dias de sintomas horríveis e morrem. A Inglaterra também fecha suas fronteiras, mas já é tarde. No dia seguinte, o presidente dos Estados Unidos fecha também suas fronteiras para Europa e Ásia, para evitar a entrada do vírus no país, até que encontrem a cura.

No dia seguinte, as pessoas começam a se reunir nas igrejas, em oração pela descoberta da cura, quando, de repente, entra alguém na igreja, aos gritos: "Liguem o rádio! Liguem o rádio! Duas mulheres morreram em Nova York!" Em questão de horas, parece que a coisa invadiu o mundo inteiro.

Os cientistas continuam trabalhando na descoberta de um antídoto, mas nada funciona. De repente, vem a notícia esperada: conseguiram decifrar o código de DNA do vírus. É possível fabricar o antídoto! É preciso, para isso, conseguir sangue de alguém que não tenha sido infectado pelo vírus.

Corre por todo o mundo, a notícia de que as pessoas devem ir aos hospitais fazer análise de seu sangue e doar para a fabricação do antídoto. Você vai de voluntário com toda sua família, juntamente com alguns vizinhos, perguntando-se, o que acontecerá. Será este o final do mundo? De repente, o médico sai gritando um nome que leu em seu caderno. O menor dos seus filhos está ao seu lado, se agarra na sua jaqueta, e lhe diz: Pai? Esse é meu nome! E antes que você possa raciocinar, estão levando seu filho, e você grita: "Esperem!" E eles respondem: "Tudo está bem! O sangue dele está limpo, e é sangue puro. Achamos que ele tem o sangue que precisamos para o antídoto".

Depois de 5 longos minutos, saem os médicos chorando e rindo ao mesmo tempo. E é a primeira vez que você vê alguém rindo em uma semana. O médico mais velho se aproxima de você e diz: "Obrigado, senhor! O sangue de seu filho é perfeito, está limpo puro, o antídoto finalmente poderá ser fabricado". A notícia se espalha por todos os lados. As pessoas estão orando e rindo de felicidade. Nisso, o médico se aproxima de você e de sua esposa, e diz: "Posso falar-lhes um momento? Não sabíamos que o doador seria uma criança e precisamos que o senhor assine uma autorização para usarmos o sangue de seu filho".

Quando você está lendo, percebe que não colocaram a quantidade de sangue que vão usar, e pergunta: "Mas, qual a quantidade de sangue que vão usar?" O sorriso do médico desaparece e ele responde: "Não pensávamos que fosse uma criança. Não estávamos preparados. Precisamos de todo o sangue de seu filho".

Você não pode acreditar no que ouve e trata de contestar: "Mas..." O médico insiste: "O senhor não compreende? Estamos falando da cura para o mundo inteiro! Por favor, assine! Nós precisamos de todo o sangue!" Você, então, pergunta: "Mas vocês não podem fazer-lhe uma transfusão?" E vem a resposta: "Se tivéssemos sangue puro, poderíamos. Assine! Por favor, assine!”

Em silêncio, e sem ao menos poder sentir a caneta na mão, você assina. Perguntam-lhe: "Quer ver seu filho agora?" Ele caminha na direção da sala de emergência onde se encontra seu filho, que está sentado na cama, e ele diz: "Papai? Mamãe? O que está acontecendo?" O pai segura na mão dele e fala: "Filho, sua mãe e eu lhe amamos muito e jamais permitiríamos que lhe acontecesse algo que não fosse necessário, você entende?” O médico regressa e diz: "Sinto muito senhor, precisamos começar, gente do mundo inteiro está morrendo, o senhor pode sair?" Nisso, seu filho pergunta: "Papai? Mamãe? Por que vocês estão me abandonando?"

Na semana seguinte, quando fazem uma cerimônia para honrar o seu filho, algumas pessoas ficam em casa dormindo, e outras não vêm, porque preferem fazer um passeio ou assistir um jogo de futebol na TV. Outras vêm, mas como se realmente não estivessem se importando. Aí você tem vontade de parar e gritar: "Meu filho morreu por vocês! Não se importam com isso?"

Talvez seja isso o que Deus nos quer dizer: "Meu filho morreu por vocês! Não sabem quanto eu os amo?

Essa história continua... até hoje.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Carta de um Missionário


“Pelo que também Deus o deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e que toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a Glória de Deus pai” (Fp 2.9-11).

A Paz do Senhor Jesus queridos irmãos!

No dia 25/01/2010 parti de Porto Velho para cidade de Contagem/MG na qual estou cursando na JOCUM – Jovens com uma missão a ETED – Escola de Treinamento e Discipulado. É com muita alegria que venho compartilhar com a amada Igreja do Senhor Jesus como tem sido neste primeiro mês a parte teórica do seminário com matérias dividas em módulos semanais. E aos domingos trabalhamos servindo juntamente com Igrejas Locais de Contagem e Belo Horizonte/MG.

Na primeira semana tivemos a matéria “conhecer o caráter de Deus” que mostra Deus e seu caráter que Cristo nos mostra em amor, Segunda Semana aprendemos sobre “intercessão e Batalha Espiritual” de como cada crente tem que se posicionar pra fazer Batalha Espiritual e como isso é importante na vida missionária, fomos visitar uma casa de recuperação chamada CERASVAN – Centro de Reabilitação Vaso Novo, e podemos compartilhar de Jesus com muitos Jovens, ainda no fim da segunda semana no dia 12/01 fomos todos alunos da ETED participar do impacto de carnaval da cidade de Ouro Preto-MG juntamente com várias outras agências missionárias como CTMDT – Centro de treinamento ministerial diante do Trono, Seminário Cristo para as nações e varias igrejas do Estado de Minas Gerais. Ficamos alojados em uma Escola da cidade totalizando um total de aproximadamente 600 jovens, fomos pelas ruas da cidade desfiando com o bloco “Jesus é bom a beça” com baterias e cantando e Glorificando a Deus, enredos proféticos, e orando de joelhos a cada 100 metros. No período da noite fizemos evangelismo distribuindo nas quatro noites de carnaval um total de 25 mil panfletos, ficamos em uma igreja Batista que usamos como “Aconselhamento Espiritual Gratuito” na frente equipes fazendo teatro, danças, pregações e convites aos pecadores receber a Jesus, enquanto outra equipe aconselhava quem entrava no templo tendo muitas conversões e libertações espirituais, e outra equipe intercedia nos subsolo do Templo, foi uma experiência impactante para mim vendo Jesus através de muitos jovens transformando vidas no meio do Carnaval.

Durante a quarta semana tivemos “Coração Paterno de Deus” reconhecendo Deus Pai como referência paterna em nossa vida Cristã, e participamos no domingo dia 21/01 juntamente com os irmãos da Igreja Batista Tabernaculo da Glória de Belo Horizonte de um evangelismo estratégico no parque lagoa da Pampulha com distribuição de água gratuitamente e compartilhando o Amor de Deus.

Tem sido para mim um tempo oportuno de conhecer a Deus e fazê-lo conhecido entre as nações, a Jocum é uma escola de treinamento missionário em todo mundo, sendo uma porta pra capacitar, treinar e usar nossos talentos para o crescimento Reino de Deus. Estou bem, Deus tem cuidado de cada de nos de uma forma especial, e tem crescido o relacionamento entre nos membros da escola com um grande amor pela obra de Deus.

Estou em um grande desafio amados irmãos de fazer meu prático no Continente Africano que irar acontecer nos meses de Abril a Julho, estou orando e sei que se for a vontade do Senhor irei juntamente com a equipe, a trajetória de 3 meses com passagem nos seguintes países; Moçambique, Suazilândia, África do Sul e possivelmente em Zimbábue. Gostaria que você ajude-nos financeiramente como patrocinadores ministeriais dessa grande obra de Deus, voluntariamente com aquilo que Deus colocar em vossos corações.

Por aqui vou me despedindo dos irmãos e logo mandarei mais notícias através de informativos e fotos, fiquem com DEUS e paz de Cristo pra todos!

"Missões se faz com os pés dos que vão, com os joelhos dos que ficam e com as mãos dos que contribuem”.


Alison Martins Veras


Banco Bradesco: Agência 0153-8 / Conta Corrente 0523694-0
E-mail: alisonveras@gmail.com


Contagem-MG, 01 de Março de 2010
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Essa é uma causa nobre. Você não pode ir, então contribua com aqueles que foram em seu lugar. Essa é a hora. Não perca essa oportunidade. Missões já!

quarta-feira, 3 de março de 2010

Jesus, Sua Presença é Inconfundível


O rabino Gamaliel, descrevendo a carreira de Teudas, um falso messias, cuja insurreição fracassada terminou com a morte deste, disse: "todos os que lhe deram ouvidos foram dispersos e reduzidos a nada" (At 5.36). Não passara muito tempo desde a morte de Jesus, porém, e seus seguidores estavam mais unidos que antes. E, poucas semanas mais tarde, ao invés de "reduzidos a nada", eram milhares. No decurso do tempo, sua fé espalhou-se até Samaria e, finalmente, aos confins da Terra.

O que explica ter-se dispersado o movimento Teudas, enquanto o de Jesus desenvolveu-se até alcançar o mundo inteiro? Teudas permanceu-se no túmulo, e Jesus resssuscitou de entre os mortos! A crucificação tornou pesado o coração dos discípulos. O peso da cruz de Cristo transformou a nossa vida e trouxe-nos o júbilo de salvação.

"E eis que no mesmo dia iam dois deles para uma aldeia, que distava de Jerusalém sessenta estádios, cujo nome era Emaús. E iam falando entre si de tudo aquilo que havia sucedido. E aconteceu que, indo eles falando entre si, e fazendo perguntas um ao outro, o mesmo Jesus se aproximou, e ia com eles. Mas os olhos deles estavam como que fechados, para que o não conhecessem. E ele lhes disse: Que palavras são essas que, caminhando, trocais entre vós, e por que estais tristes? E, respondendo um, cujo nome era Cléopas, disse-lhe: És tu só peregrino em Jerusalém, e não sabes as coisas que nela têm sucedido nestes dias? E ele lhes perguntou: Quais? E eles lhe disseram: As que dizem respeito a Jesus Nazareno, que foi homem profeta, poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo; e como os principais dos sacerdotes e os nossos príncipes o entregaram à condenação de morte, e o crucificaram. E nós esperávamos que fosse ele o que remisse Israel; mas agora, sobre tudo isso, é já hoje o terceiro dia desde que essas coisas aconteceram. É verdade que também algumas mulheres dentre nós nos maravilharam, as quais de madrugada foram ao sepulcro; e, não achando o seu corpo, voltaram, dizendo que também tinham visto uma visão de anjos, que dizem que ele vive. E alguns dos que estavam conosco foram ao sepulcro, e acharam ser assim como as mulheres haviam dito; porém, a ele não o viram. E ele lhes disse: O néscios, e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura não convinha que o Cristo padecesse estas coisas e entrasse na sua glória? E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras. E chegaram à aldeia para onde iam, e ele fez como quem ia para mais longe. E eles o constrangeram, dizendo: Fica conosco, porque já é tarde, e já declinou o dia. E entrou para ficar com eles. E aconteceu que, estando com eles à mesa, tomando o pão, o abençoou e partiu-o, e lho deu. Abriram-se-lhes então os olhos, e o conheceram, e ele desapareceu-lhes. E disseram um para o outro: Porventura não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava, e quando nos abria as Escrituras? E na mesma hora, levantando-se, tornaram para Jerusalém, e acharam congregados os onze, e os que estavam com eles" (Lc 24.13-33).

I - CRISTO PRESENTE, MAS NÃO RECONHECIDO

1. O Raciocínio dos Dois Discípulos.

Um deles chamava-se Cleopas; o nome do outro não é mencionado. Estavam saindo de Jerusalém, provavelmente buscando alívio à ansiedade e tristeza na caminha. Seu destino era Emaús, provavelmente o lugar onde moravam.

2. O estranho e suas perguntas.

"Mas os olhos deles estavam como que fechados, para que o o não reconhecessem". Por que não não conseguiram reconhecê-lo? Primeiro, porque a ressurreição operara misteriosa mudança na pessoa de Jesus, de modo que as pessoas podiam olhar para Ele sem reconhecê-lo imediatamente. Em segundo lugar, os dois discípulos não sabiam que Ele vivia, e, consequentemente, não esperavam vê-lo. Sem fé, não podemos ver o Cristo vivo. Jesus não fez a pergunta (v. 17) visando informar-se; era seu meio de levar aqueles homens sobrecarregados a derramar o que tinham no coração. às vezes, o melhor que podemos fazer às pessoas tristes, é deixar que falem.

II - CRISTO ENSINADO SEM SER RECONHECIDO

1. As Escrituras Fechadas.

Cleopas surpreendeu-se que alguém demonstrasse ignorância sobre Jesus de Nazaré e seu trágico fim. O estranho deixa-se informar como se nada soubesse, a fim de levar os seus discípulos a declarar-se. Então, derramaram sua história. AquEle que haviam crido ser o Messias fora crucificado, e com Ele sua esperança e fé. Contaram-lhe dos anjos que algumas mulheres haviam visto, e como alguns dos discípulos encontraram vazio o túmulo, "porém a ele não o viram".

Notamos simplicidade e sinceridade nas suas palavras. Duvidavam da ressurreição do Mestre, e até do testemunho das mulheres. Somente o Senhor em pessoas poderia transformar estes duvidosos, tristes e cautelosos discípulos em corajosos testemunhas da ressurreição.

Sua descrença devia-se a não entenderem a cruz. Esperavam ver seu Mestre assentando num trono, mas ELe foi pregado numa cruz; imaginavam-no com a coroa de Davi, mas foi-lhe dada uma coroa de espinhos; esperavam fosse saudade como Rei pelos líderes da nação, mas ouviram deles apenas denúncias e zombarias. Era-lhes a cruz, tragédia, a morte de suas descrenças.

2. As Escrituras Abertas.

Mostra-lhes o Mestre que era necessário ao Messias sofrer para ser então exaltado. Os discípulos tomavam-no agora por um escriba. Abrindo as Escrituras, Ele conduziu os discípulos à Lei, aos Salmos e aos Profetas, reunindo profecias várias concernente ao Messias juntando-as de forma a produzirem um retrato de Jesus de Nazaré. É fácil imaginar o espanto dos discípulos: "Nunca tínhamos entendido as profecias desta maneira!"

III - CRISTO REVELADO E RECONHECIDO

Depois de abrir os olhos espirituais dos discípulos, abre-lhes o Senhor os olhos físicos.

1. O Convite Sincero.

O estudo começara pela manhã, mas caía a tarde antes de percorrem os doze quilômetros que os separava de Emaús. O tempo passara rapidamente. A presença de Jesus tornara curta a viagem. "E chegaram à aldeia para onde iam, e ele fez como quem ia para mais longe". Era um gesto cortês: embora não quisesse forçar a sua presença, desejava ficar na companhia deles. O convite logo surgiu: "Fica conosco, porque já é tarde, e já declinou o dia. E entrou para ficar com eles".

2. A Maravilhosa Revelação.

À mesa, pediram-lhe que orasse, talvez a bênção judaica tradicional: "Bendito és Tu, Senhor do Universo, que fizeste o pão surgir da terra". Então partiu o pão, e o deu a eles. Por certo, havia algo especial neste geste, porque João lembra o lugar "onde comeram o pão, havendo o Senhor dado graças" (Jo 6.23). Seja como for, algo de familiar no gesto ou no tom de voz rompeu a influência que tolhia os olhares dos dicípulos, e reconheceram o Mestre.

Agora que estavam convictos da sua ressurreição, sua presença física não era mais necessária: "E Ele desapareceu-lhes". Durante dias, Jesus aparecia e desaparecia diante dos seus discípulos; agora precisavam acostumar-se a conhecê-lo como presença invisível. Seus frequentes aparecimentos e desaparecimentos treinavam-nos para este modo de vida (Jo 20.29; 1Pe 1.8).

3. O Feliz Reconhecimento.

"Porventura não ardia em nós o nosso coração, quando, pelo caminho, nos falava, e quando nos abria as Escrituras?". Antes, imaginavam-no um escriba, embora lhes comovesse o coração; agora, sabiam ser aquEle que dissera: "As palavras que eu vos tenho dito, são espírito, e são vida".

4. A Alegre Proclamação.

O reconhecimento de Cristo deu-lhes energia e eloquência renovadas. Tornaram-se testemunhas - transbordavam de vontade de passar adiante as boas novas. Apressaram-se em chegar ao lugar de reunião dos apóstolos, e contaram "como deles foi conhecido no partir do pão".

É importante notar: "Já apareceu a Simão". A ressurreição não transformou o Mestre - Ele continuou sendo o Salvador, compassivo com os errantes e caídos.

IV - DOZE QUILÔMETROS DE EMOÇÃO

"Não nos ardia o coração dentro de nós" (Lc 24.32). Na verdade, não são doze quilômetros, mas vinte e quatro, porque há de se considerar a ida e a volta. Doze quilômetros é a distância entre Jerusalém e a aldeia de Emaús.

Por este caminho, num domingo à tarde, passam dois homens cabisbaixos, sem entusiamo, confusos e semi-arrasados, ainda sob o impacto dos acontecimentos da última e terrível sexta-feira. Eles de desabafam mutuamente e trocam opiniões sobre o desfecho tão inesperado de uma esperança tão esperada. Estranhamente não dão sufuciente importância ao testemunho das mulheres que haviam ido ao túmulo de José de Arimatéia na macdrugada daquele dia, encontrando-o vazio, nem ao veredito de lagumas cabeças pensantes que verificaram in loco a exatidão do que disseram aquelas distintas senhoras. Por esta razão encontram-se ainda tristes e sem ânimo algum. O estado de espírito começa a se alterar e algo passa a arder dentro deles quando um estranho se aproxima e põe-se a caminhar passo a passo com os dois. Este terceiro homem mostra simpatia, cria condições de diálogi e em pouco tempo pega a liderança da conversa. Porta-se com firmeza, chama-os de néscios e tardios de coração para crer nas Escrituras e faz inúmeras citações em ordem e de cor sobre a natureza do Messias que havia de vir veio. Nisto acabam-se os doze quilômetros. O estranho faz menção de passar adiante, mas os dois se opõem e o constrangem a ficar com eles, porque é tarde e o dia já declina. A esta altura, os homens não estão mais totalmente alquebrados e seus corações entram em trabalho de parto. Eles sabem o nome da criança que vai nascer. Ela se chama alegria - uma alegria exuberante que ninguém poderá tirar.

Os três se sentam à mesa. Ali está o pão. O estranho toma a dianteira e age como se fosse o dono da casa: apanha o pão, abençoa-o, parte-o e lhes dá, um pedaço apara cada um... Então vêm imediatamente à tona as imagens guardadas no subconsciente - a cerimônia da instituição da Ceia do Senhor na quinta-feira passada, a cerimônia da segunda multiplicação de pães, a cerimônia da primeira multiplicação de pães... Pronto, agora os dois discípulos de Emaús sabem porque os seus corações, há pouco tardos para crer, estão ardendo de emoção: aquele estranho era o próprio, era o Ressuscitado. Jesus desaparece da presença deles e de Emaús.

Apesar de ser tarde e do dia ter declinado, o caminho entre Emaús e Jerusalém está sendo palmilhado outra vez. Dois homens de fronte erguida, cheios de surpresa, semi-esclarecidos e fortalecidos em seu ânimo, dirigem-se apressadamente de volta a Jerusalém. Eles têm algo a contar. Surpreende-se por achar os onze apóstolos e outros reunidos num único lugar. Abrem a boca para contar a sensacional notícia, mas o grupo fala primeiro e diz que o Senhor ressuscitou e já apareceu a Simão. Então, os dois de Emaús soltam a boa-nova que estava caindo da língua. Não há notícia de primeira mão nem para os de Jerusalém nem para os de Emaús. Há apenas exultação mútua. Fazem eles ainda o confronto de todas as aparições de Jesus naquele primeiro dia de uma nova semana, quando o Senhor mesmo, em carne e osso, com as marcas dos cravos e da lança, coloca-se no meio deles e lhes diz: "Paz seja convosco" (Lc 24.13-43).

V - ENSINAMENTOS PRÁTICOS

1. O Senhor aproxima-se dos corações feridos.

"E, falando eles destas coisas, o mesmo Jesus se apresentou no meio deles". O que atrai Jesus ás pessoas hoje? O desejo por Ele, o arrependimento, o estudo das suas verdades, a tristeza. Ele percebeu a necessidade dos dois discípulos - sua fé estava sendo duramente provada. O Mestre aproxima-se dos corações que lamentam a sua ausência. Vem a galardoar o amor consistente e fervoroso, e a revivar o amor que se tornou trêmulo e frio.

2. Olhando sem ver.

"Os olhos deles estavam como que fechados, para que não o conhecessem". Por que não o reconheceram? Primeiro, proque suas mentes estavam ocupadas consigo mesmos - com sua amargura e decepção. Em segundo lugar, resistiam ao ensinamento da necessidade da morte do Messias. O anseio pelo futuro reino de glória obscurecera-lhes amente sobre a necessidade da cruz. Em terceiro lugar, não haviam acreditado no testemunho das mulheres. Assim, não estavam em condições de reconhecerem a Cristo.

Cristo, de igual maneira, aproxima-se de nós nas variadas circunstâncias da vida. A tristeza, a amargura, a decepção e a descrença impedem-nos de reconhecê-lo. Nossos caminhos seriam menos solitários se aceitássemos plenamente a promessa: "Eis que estou convosco sempre".

3. Conte tudo a Jesus!

Com suas perguntas, o Mestre procurava levar os discípulos a expressar suas dúvidas, temores e esperanças arruinadas. Derramando o coração diante dEle, trocamos o nosso fardo pela paz que ultrapassa todo entendimento.

4. Permanecendo no Senhor.

O agradável caminhar com Jesus chegou ao fim, e os discípulos e teriam perdido não o tivessem convidado a permanecer com eles. Em tempos de avivamento espiritual, a consciência da presença do Senhor chegará ao fim, se não nos esforçarmos por conservá-la. Os grandes avivamentos são frequentementes seguidos por depressão. Faremos bem ficando vigilanes,para depois de o Senhor nos inspirar às alturas, não cairmos de lá. Clamemos: "Fica conosco".

Emoções transbordantes deixam as pessoas mais duras e piores do que eram antes, a não ser que obetenham maturidade através do esforço espiritual constante.

5. O desejo sincero faz lugar para o Senhor.

O Senhor emprega vários meios para fazer com que desejemos tê-lo conosco. Jesus desejava ficar com os discipulos, mas não entraria no lar deles sem convite. Então, fez como se fosse prosseguir viagem. Cristo às vezes tarda em responder à nossa oração - fazendo como se fosse prosseguir viagem - a fim de que nosso desejo aumente, e nos tornemos capazes de receber bençãos maiores. É sua vontade abençoar-nos ao máximo, porém não o fará se não demonstrarmos desejar a benção. Não dará de si mais do que almejamos, razão pela qual procura intensificar-nos o desejo.

6. Constrangendo ao Senhor.

"E eles o constrangeram". Como poderíamos constranger o Senhor? Jacó o fez, e venceu. Os homens fazem uso das energias existentes na natureza após desobirrem suas leis e obedecer a elas. De igual modo, constrangemos a Deus descobrindo a sua vontade, submetendo-nos a ela e orando de acordo.

7. Reacendendo a chama do coração.

Um antigo himo levanta a questão: "Onde está a bem-aventurança que conhecia quando vi o Senhor pela primeira vez?" A resposta é: "Exatamente onde você o deixou". Jesus escreveu à igreja de Éfeso: "Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor". Qual seria o remédio? "Arrepende-te, e volta à prática das primeiras obras". Se o coração ardente esfriou por causa da desobediência, podemos voltar ao Senhor. Ele nos estará esperando no lugar onde o deixamos. No mesmo lugar nos estará aguardando a nossa benção.

Jesus reacendeu a chama da fé nos corações dos dois, explicando-lhes a necessidade da cruz e abrindo-lhes a Palavra. São dois meios eficazes: uma nova visão do Calvário e a apreciação da Palavra.

Jesus, Exemplo de Humildade


Falar de Jesus é sempre agradável. DEle emana a fonte de amor e a verdadeira humildade ganha um novo sentido. Para falar de sua humildade, tomaremos por base o texto de Fp 2.6-8: "De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz".

a) "... subsistindo em forma de Deus..." (v. 6):
  • A palavra "forma" refere-se não apenas à aparência, mas a existência de Jesus em forma de Deus, ou seja, Ele é divino.
  • Cristo era a imagem e glória de Deus.
  • É uma clara afirmação da deidade de Cristo.

b) "... não teve por usurpação..." (v. 6):

  • Destaca o contraste entre o primeiro Adão e o segundo Adão (Cristo).
  • Adão desejou ser "como Deus" (Gn 3.5). Cristo existindo na forma de Deus, ao invés de explorar sua posição, escolheu o caminho da humilhação (morte de cruz).
  • Ele não estava tentando se tornar Deus e não se prendeu a privilégios que sempre foram dEle.

c) "... a si mesmo se esvaziou... (aniquilou-se)" (v. 7):

  • Não diz que Cristo tirou de si mesmo sua identidade como Deus.
  • O significado é que Ele deixou o seu status celestial, não seu ser divino.
  • A natureza do seu esvaziar é definido em três fases que se seguem (v. 7): "assumindo... tornando-se... reconhecido".
  • Não pôde deixar de ser celestial mesmo na sua humilhação.

d) "... assumindo a forma de servo" (v. 7):

  • Servo, isto é, escravo.
  • Deixou seu status.

e) "... figura humana... (forma humana)" (v. 7):

  • Não somente se assemelhou aos homens, era verdadeiramente homem.
  • Para morrer (v. 8) tinha que ser completamente humano.
  • A aparência de Cristo como homem não era ilusão.
  • Está claro as duas identidades de Cristo.

f) "... humilhou-se a si mesmo..." (v. 8):

  • Foi um exercício de vontade pessoal de Cristo.
  • Sua humilhação foi evidente a vida toda e atingiu seu ponto culminante na morte.

I - TESOUROS REVELADOS AOS HUMILDES

1. Coisas ocultas aos Sábios e Entendidos (Mt 11.25).

a) O que estava oculto?

  • A Palavra de Deus.
  • O mistério (Cristo) que esteve oculto (Cl 1.25-27).
  • Mistério: nas religiões pagãs da época, os "mistérios" eram compreensões secretas fornecidas (normalmente mediante pagamento de taxa) a alguns poucos seletos iniciados.
  • Mistério: com certa ironia Paulo usa o termo para revelação que Deus facultou sem preço algum às nações (Cl 1.27).
  • Mistério: para Paulo, refere-se a algo que estava oculto, mas que agora está sendo revelado.
  • Oculto: o propósito salvívico de Deus para com os gentios esteve em grande parte oculto deles antes da vinda de Cristo.
  • Oculto: as gerações anteriores foram deixadas "andar em seus próprios caminhos" (At 14.16).
  • Oculto: o AT revelou em sombras que Deus viria habitar pessoalmente entre seu povo (Cl 1.27; Ez 36.25-27).
  • Oculto: que Deus criaria uma nova humanidade unindo gentios e judeus através de Cristo (Gn 12.3; Zc 9.9,10; Ef 3.5,6).

b) Explica-se aqui, O PORQUÊ DAS PARÁBOLAS - uma explicação através de figuras conhecidas, traçando um paralelo.

  • Mt 13.13: "Vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem nem entendem".
  • É que os judeus haviam rejeitado suas palavras. Embora o povo tivesse ouvidos para ouvir e olhos para ver, não tinham compreensão ou capacidade de discernir as coisas espirituais.
  • Aos discípulos Ele disse: "A vós é dado comhecer o Reino dos Céus".

2. A Revelação aos Pequeninos (1Co 1.26,27).

a) Ele se referia aos humildes que se sentiam pequenos diante de Deus.

  • São felizes os que reconhecem que estão falidos espiritualmente.
  • Todos os homens são pobres de espírito, mas poucos reconhecem.
  • Sentem não somente falta de riqueza espiritual, mas sentem-se inteiramente dependentes da graça de Deus.
  • "E como dizes rico sou e estou enriquecido, e de nada tenho falta, e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e cego, e pobre, e nu?" (Ap 3.17). "Pobre" aqui tem mais a idéia de mendigo e não somente de pobre.
  • Se o homem reconhecer sua falência espiritual, Deus tem como agir: 1) depois da mulher do fluxo de sangue ter gastado tudo, veio a Jesus (Mc 5.26,27); 2) quando o filho pródigo gastou tudo, veio de volta a seu pai (Lc 15.14,20); 3) quando os egípcios gastaram tudo, vieram a José (Gn 47.18); 4) quando dois devedores nada tinham com que pagar, o credor perdoou a ambos (Lc 7.42).

b) Muitas eram as virgens, mas Maria foi a escolhida. "Muitas rainhas, concubinas e as virgens sem número; mas uma só é a minha pomba, a minha imaculada... as filhas lhe chamarão bem-aventurada e as rainhas e as concubinas a louvarão" (Ct 6.8-9).

c) Haviam muitos rapazes em Israel, mas José foi escolhido para ser o pai adotivo de Jesus.

d) Haviam muitos pastores, mas a alguns foi dada a oportunidade de ouvir os anhos anunciarem.

e) Quais são os cinco trabalhadores de Deus? (1Co 1.27,28): 1) as coisas loucas; 2) as coisas fracas; 3) as coisas vis; 4) as coisas desprezíveis; 5) as coisas que não são.

  • Deus não esolheu uma árvore de boa madeira para chamar Moisés.
  • Deus não usou uma queixada de leão, um marfim de elefante ou um chifre de veado para Sansão vencer.
  • Deus não escolheu uma bomba, uma rocha ou uma pedra grande para Davi matar Golias.
  • Deus não escolheu um berço de ouro para Jesus nascer.

II - CONVITE AOS HUMILDES (Mt 11.28)

a) "Vinde a mim, todos..." (v. 28).

  • Um grande convite: "Vinde".
  • Um grande alvo: "a mim".
  • Uma grande oportunidade: "cansados e oprimidos".
  • Uma grande promessa: "Eu vos aliviarei".
  • Uma grande certeza: "achareis descanso".

Ou

  • Algo a fazer: "Vinde a mim".
  • Algo a tomar: "Tomai sobre vós o mu jugo".
  • Algo a deixar: "O cansaço e a sobrecarga".
  • Algo a encontrar: "Descando para as vossas almas".

III - TOMANDO O JUGO DA HUMILDADE DE JESUS

O jugo oriental é composto de dois pescoços. Se Cristo está conosco somos abençoados. Não existe lugar para um terceiro pescoço. "Não vos prendais a um jugo desigual" (2Co 6.14).

Jesus toma o lado mais pesado do jugo na caminhada (Fp 4.13).

Aquele que julga pesado o jugo de Cristo, não encontrará a coroa com facilidade.

Quando Cristo toma o fardo de culpa do pecador, tirando-os dos seus ombros, Ele põe o jugo de obediência sobre o seu pescoço.

Jesus, Maior que Tu não Há


Cristo foi para os seus contemporâneos o que poderíamos chamar, um ser controverso. Dificilmente duas pessoas pensavam e diziam a mesma coisa sobre Ele. Muitos daqueles que o viam comendo, diziam: "Eis aí um glutão" (Mt 11.19). E eram estes mesmos que, se soubessem que Ele se abstivera de comer, diziam: "Este tem demônios". Muitos daqueles que testemunhavam a operação de seus milagres, diziam: "Ele engana o povo", ou: "Ele opera sinais pelo poder dos demônios".

Quanto ao seu ministério, aqueles que o viam cintando a Lei, diziam: "Este é Moisés". Aqueles que viam o seu zelo em despertar nos homens, fé no verdadeiro Deus, diziam: "Este é Elias". Aqueles que o viam chorar enquanto consolava os infelizes e abandonados, diziam: "Este é Jeremias". Aqueles que o viam pregar o arrependimento como meio único do homem alcançar o perdão divino, diziam: "Este é João Batista". Ninquém contudo, exceto os seus discípulos, conhecia a sua verdadeira identidade divina.

I - O HOMEM MAIS MARCANTE DA HISTÓRIA

Você já pensou no que aconteceu em decorrência da vinda de Jesus Cristo à Terra? Nosso planeta sentiu o impacto poderoso de Jesus. Sua compaixão fez com que o mundo ficasse mais compassivo; seu toque fez com o que o mundo ficasse mais humanitário; sua abnegação fez com que o mundo ficasse mais abnegado; seu sacrifício fez com que o mundo ficasse ofuscado.

Cristo desenhou um arco-íris de esperança em volta dos ombros das pessoas e lhes deu algo por que viver. Se Cristo não tivesse vindo, a Terra estaria, de fato, sem esperança e perdida. Não haveria acesso a Deus; não haveria expiação; não haveria perdão; não haveria Salvador.

Sobre Jesus, Billy Graham escreve: "Jesus viveu num país pequeno e nunca saiu de seus limites. Era tão pobre que Ele mesmo dizia que não tinha onde recostar a cabeça. Seu único dinheiro estava na boca de um peixe. Ele andava em um animal que lhe fora cedido por um homem. Ele cruzou o lago no barço emprestado por um outro homem. Ele foi enterrado no túnulo de outra pessoa. Ainda assim, Ele deixou ser manto real de lado para fazer essas coisas. Ele nunca escreveu um livro. Suas palavras registradas talvez nem dessem para fazer uma edição de bolso. Ainda assim, as palavras que foram escritas sobre Ele, colocadas juntas, encheriam mil bibliotecas do congresso americano. Jesus nunca fundou uma faculdade para perpetuar suas doutrinas. Ainda assim, seus ensinamentos resistem há mais de dois mil anos. Ele nunca carregou uma espada, nunca organizou um exército, nunca formou uma marinha e nunca teve força aérea. Ainda assim, fundou um império no qual há milhões que morreriam por Ele. Jesus nunca estou medicina. Ainda assim curou aqueles que vieram a Ele. Não era do mundo. Ainda assim, quando morreu, o sol se escondeu e todos os céus ficaram de luto. A data em que escrevo esse livro é de 1987. Por que o calendário não começa a partir da fundação de Roma, da Revolução Francesa, da fuga de Maomé ou do nascimento de Buda? Porque segundo a cronologia aceita, este Homem nasceu 1987 anos atrás" (Dia a Dia com Jesus, Editora Atos).
Não dá pra imaginar o mundo sem Ele.

II - SUA SURPREENDENTE NATUREZA

Ele nasceu numa estrebaria e cresceu trabalhando numa carpintaria, em meio a extrema pobreza, para dar-nos o direito de habitar em meio às riquezas dos seus átrios, e palmilhar nas ruas douradas da Nova Jerusalém. Ele foi rejetado pelos homens para nos fazer aceitáveis a Deus. Ele fatigou-se em viagens e em trabalhos, para dar-nos repouso no seio de Abraão. Ele foi vestido de um manto de vergonha no ato de sua crucificação, para vestir-nos com o linho branco da sua justiça no ato da nossa glorificação. Ele foi coroado com uma coroa de espinhos, para nos tornar receptíveis à coroa incorruptível, coroa de justiça, coroa da vida e coroa da glória. Ele foi desamparado na cruz, para colocar-nos sob os constantes cuidados do Pai. Ele morreu na cruz para fazer-nos participantes da vida imortal. Ele desceu ao mais profundo do inferno, para dar-nos o direito de subirmos e morarmos nos mais altos montes das moradas do Altíssimo.

Ele é para o cego, a luz. Para o faminto, o pão da vida .Para o sedento, a fonte. Para o morto, a vida. Para o enfermo, a cura. Para o prisioneiro, a liberdade. Para o solitário, o companheiro. Para o enganado, a Verdade. Para o viajante, o caminho. Para o visitante, a porta. Para o sábio, a sabedoria. Para a medicina, o médico dos médicos. Para o réu, o advogado. Para o advogado, o Juiz. Para o Juiz, a justiça. Para o tristonho, a alegria. Para o leitor, a palavra. Para o pobre, o tesouro. Para o devedor, o perdão. Para o fraco, a força. Para o forte, o vigor. Para o inquilino, a morada. Para o fugitivo, o esconderijo. Para a ovelha, o bom pastor. Para o problemático, a solução. Para os magos, a estrela do oriente. Para o mundo, o salvador. Para Judas, inocente. Para os demônios, o santo de Deus. Para Deus, o Filho amado. Para o tempo, o relógio de Deus. Para o relógio, a última hora. Para Israel, o Messias. Para as nações, o desejado. Para a Igreja, o noivo amado. Para o vencedor, a coroa. Para a gramática, o verbo.

III - A VISÍVEL REVELAÇÃO DE DEUS

Para enfatizarmos devidamente o fato de Jesus voluntariamente tornar-se homem, devemos lembrar as palavras de Paulo aos Filipenses 2.6, 7: "Pois ele, subsistindo em forma de Deusm não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens". Deus toma voluntariamente a forma, natureza, as limitações de um simples ser humano, sem contudo jamais pecar (Hb 4.15). O infinito pode adotar forma finita, mas não, forma imperfeita. O verbo eterno e inifnito se, em Jesus de Nezaré, homem finito e suscetível à morte, sem nunca deixar de ser o Verbo Divino!

Ele, o eterno logos, continuou sendo o Deus eterno, mesmo quando se fez carne e andou nas ruas e campos aqui na terra. Ao lermos sobre a sua vida, chegamos a esta inevitável conclusão: seu nascimento, deu-se ao contrário das leis da natureza; sua morte, contrariou as leis da mortalidade. Não possuía depósito de comestíveis, porém deu de comer a cinco mil pessoas e ainda sobrou comida! Não teve elegantes tapetes para neles pisar, mas andou sobre as ondas do mar da Galiléia, sem afundar. Pregou o seu Evangelho durante pouco mais de três anos; nunca escreveu um livro nem construiu um templo, nem fez coleta de dinheiro.

Mais de dois mil anos mais tarde, Ele continua sendo a figura central da história humana, o eixo de todos os eventos ocorridos, o único regenerador da humidade. Foi apenas um filho de Maria e José que atravessou nosso horizonte há mais de dois mil anos? Foi apenas sangue humano que se derramou no Calvário como sacrifício para a redenção dos pecadores?

A revelação do que Cristo foi, é, fez e fará, brota sobrenaturalmente de Deus, através de um coração convertido e de uma alma salva, que mantém contato ininterrupto com Deus. Quanto maior for a revelação que você tenha da Pessoa e Obra de Cristo, mais útil você será para o bem da sua Obra na Terra.

IV - A PRINCIPAL PEDRA DO UNIVERSO

Antes da metralhadora, antes da pólvora, os homens transformavam pedras em armas de guerra. Davi derrubou o gigante filisteu com uma pedra do ribeiro. Antes da cadeira elétrica, antes da forca, os homens usavam pedras para aplicar a pena de morte. A mulher apanhada em flagrante adultério seria apedrejada, se Jesus não tivesse desmoralizado os seus algozes, se Jesus não tivesse preferido outra solução.

Antes da dobradiça, antes da argamassa, os homens fechavam com pedras cisternas e túmulos. Jacó iniciou o romance com Raquel removendo a pedra do poço e Jesus mandou tirar a pedra do túmulo de Lázaro para que o morto saísse. Antes da Torre Eifel e do Corcovado, antes do ferro e do concreto armado, os homens contruíam seus monumentos colocando pedra sobre pedra. A passagem a seco pelo rio Jordão foi perpetuada por meio de uma coluna construída com doze pedras.

Antes das sondagens do subsolo, antes do tijolo, os homens já usavam pedras nas construções. Salomão tinha oitenta mil homens talhando pedras nas montanhas para o templo de Jerusalém. Chama-se de pedra fundamental a primeira pedra. A pedra que sustenta o peso das outras pedras. A base de tudo. Chama-se de pedra angular ou pedra superior, ou pedra de cobertura a pedra cuidadosamente escolhida e ajustada que completvaa o edifício, que segurava duas paredes pela juntura do alto, que amarrava definitivamente o prédio, que desempenhava o papel da cinta de concreto de hoje.

Antes de Neil Armstrong e Edwin Aldrin, antes das primeiras pedras trazidas da superfície lunar para a Terra pela Apolo-11, os homens já possuíam uma pedra vinda do exterior, uma pedra que se fez carne e tabernaculou conosco. E a pedra era Cristo: tanto pedra fundamental como pedra angular, a base e o cabeça da Igreja, o fundador e o chefe da Igreja, o Alfa e o Ômega.

Esse Jesus é a pedra rejeitada por construtores repetidas vezes, no passado e no presente, lamentavelmente, desgraçadamente. Este Jesus é a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa. Ninguém pode lançar outro fundamento além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo.

Jesus Cristo é muito mais do que a Bíblia diz. "Jesus fez ainda muitas outras coisas. Se fossem escritas uma por uma, penso que não caberiam no mundo os livros que seriam escritos" (Jo 21.25).

V - O IMPACTO QUE JESUS CAUSOU NA HISTÓRIA DO MUNDO

Algumas pessoas transformaram uma área do aprendizado humano ou um aspecto da vida humana. Por essa razão, seus nomes seão reverenciados para sempre na história da humanidade. Mas Jesus Cristo, o homem mais importante que já viveu, transformou praticamente cada aspecto da vida humana, e a maioria das pessoas não sabe disso. A maior tragédia da época do Natal, a cada ano, não é tanto a comercialização (massiva como é), mas sim a banalização. É trágico ver que as pessoas tenham se esquecido do Senhor, a quem devem tanto.
Tudo o que Jesus Cristo tocou, foi completamente transformado. Ele tocou no tempo quando nasceu neste mundo; a data do seu nascimento alterou completamente o nosso calendário. Alguém disse que Ele mudou o curso do rio da vida e tirou os séculos de seus seus eixos. Agora, o mundo todo conta o tempo como a.C. (antes de Cristo) e d.C. (depois de Cristo). Infelizmente, hoje em dia, nossa geração sem cultura nem mesmo sabe que anno Domini (A.D.) significa "o ano do Senhor".

É uma ironia que o mais inveterado ateu, ao escrever a um amigo, propagando sua crença, tenha de reconhecer a Cristo, ao datar a carta. A União Soviética ateísta foi obrigada a colocar em sua constituição o fato de que passou a existir em 1917 d.C., "depois de Cristo". Quando vemos as estantes de uma biblioteca, todos os livros, mesmo os que contenham críticas violentas aos cristianismo, fazem referência a Jesus Cristo em sua data.

Nos dias de Jesus, os imperadores e os governadores eram os homens que detinham o poder. Mas agora seus corpos estão decompostos nos sepulcros e suas almas aguardam pelo Juízo Final. Eles não têm seguidores hoje. Ninguém presta cultos a eles. Ninguém os serve ou aguarda suas ordens.

Não é o que acontece com Jesus! Napoleão, que estava muito acostumado ao poder político, disse que seria ótimo se um imperador romano pudesse governar do túmulo e disse ainda que era isso Jesus estava fazendo (discordaríamos dele, no entanto, quanto à morte de Jesus; Ele está vivo). Napoleão disse: "Procurei em vão na história alguém parecido com Jesus Cristo ou alguma coisa que se assemelhe ao evangelho... Nações desaparecem, tronos caem, mas a Igreja permanece".

Apesar de sua origem humilde, as maiores contribuições que temos hoje no mundo são frutos da vinda de Jesus a esta Terra:

  • Os hospitais, que basicamente surgiam na Idade Média.
  • As universidades, que também surgiram na Idade Média. Além disso, a maioria das grandes universidades foi fundada por cristãos para propósitos cristãos.
  • A alfabetização e o ensino para o povo.
  • O capitalismo e a iniciativa privada.
  • O governo representativo, como se observa em alguns países.
  • A separação dos poderes políticos.
  • Os direitos civis.
  • A abolição da escravatura, tanto na Antigüidade quanto nos tempos modernos.
  • A ciência moderna.
  • A descoberta do Novo Mundo por Colombo.
  • A valorização das mulheres.
  • A bondade e caridade; a ética do bom samaritano.
  • Os padrões de justiça mais elevados.
  • A ascensão do homem comum.
  • A condenação do adultério, do homossexualismo e de outras perversões sexuais. Isso ajudou a preservar a raça humana e poupou a muitos do sofrimento.
  • Mais respeito pelo ser humano.
  • A civilização de muitas culturas bárbaras e primitivas.
  • A codificação e transcrição de muitos idiomas.
  • O maior desenvolvimento da arte e da música. Inspiração para os maiores trabalhos de arte.
  • Inúmeras vidas que de sujeição passarama benefício para sociedade devido o Evangelho (a vida de Jesus).
  • A salvação eterna de incontáveis almas.
Para descrever os impactos de Jesus na História da Humanidade são necessárias incontáveis horas e páginas de livros. Mas para falar quem Ele foi, nos ajoelhamos e lembramos de onde Ele veio.

Segundo o dr. James Allan Francis: "Ele nasceu em um vilarejo desconhecido, o filho de uma camponesa. Cresceu em outro vilarejo onde trabalhou em uma carpintaria até completar trinta anos. Então durante três anos, foi um pregador itinerante. Nunca escreveu um livro. Nunca ocupou uma posição. Nunca teve uma família ou uma casa. Não freqüentou a faculdade. Nunca conheceu uma cidade grande. Não se afastou sequer trezentos quilômetros do lugar onde nasceu. Não fez nada do que normalmente acompanha o poder. Não tinha credenciais, era simplesmente ele. Tinha apenas 33 anos quando toda a opinião pública se voltou contra ele. Seus amigos fugiram e um deles chegou a negá-lo. Foi entregue a seus inimigos e passou pelo escárnio de um julgamento. Foi crucificado entre dois ladrões. Quando estava morrendo, seus executores disputavam por suas roupas, suas únicas propriedades neste mundo. Quando morreu, foi sepultado em um túmulo emprestado por um amigo misericordioso. Vinte séculos se passaram, e hoje ele é a figura central da raça humana. Todos os exércitos que já marcharam, todas as frotas navais que já navegaram, todos os parlamentos que já existiram e todos os reis que já reinaram, colocados juntos, não influenciaram a vida do homem como essa vida solitária, a vida de Jesus".

VI - PESQUISA REVELA QUEM É O PERSONAGEM MAIS IMPORTANTE DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE

Uma pesquisa realizada numa das escolas mais tradicionais do país acabou tornando-se matéria de amplitude nacional: qual é, na sua opinião, o personagem mais marcante da história da humanidade? O assunto não teria a repercussão que teve, não fora o resultado surpreendente. A maioria dos alunos escolheu Adolf Hitler, o mais terrível genocida de que se tem conhecimento. Alguns críticos, disseram tratar-se de uma brincadeira. No entanto, isso não é tudo; existe outro aspecto, pouco mencionado, porém mais impressionante ainda: somente um aluno escolheu Jesus Cristo. Pense um pouco sobre esse assunto!

Se descobrirmos qual o fato mais importante da história, evidentemente identificaremos o personagem que tem a maior relevância. Quanto mais significativo for um acontecimento, mais reflexos ele causa na vida das pessoas, não é assim? Você já imaginou as conseqüências da cura do câncer ou da AIDS? Os resultados não seriam sentidos até mesmo no costume e no viver das pessoas? Mas afinal, qual é, na sua opinião, o fato e o personagem mais importante da humanidade?

Na verdade, a história registra muitos fatos e pessoas importantes, mas qual foi o acontecimento que mudou a contagem dos anos? Estamos na casa dos dois mil e nove anos depois do quê? Devemos perceber que há dois mil anos ocorreu um fato tão surpreendente, o qual se tornou um marco, um ponto de referência, ou seja, antes ou depois Dele. Pense um pouco! O que poderia ter sido tão espetacular a ponto de espalhar-se por toda a terra, sem as facilidades da mídia? Você tem notícia de alguém que, injustamente, foi condenado a morrer crucificado, mas, ao terceiro dia, ressuscitou dos mortos, apareceu a muitos por quarenta dias e, depois, diante de mais de quinhentas testemunhas, tenha ascendido para as nuvens, tendo anunciado que voltaria da forma como subia? Não tenha dúvida, esse fato mudou o calendário do mundo. E, desde então, está mudando a história de milhares de pessoas que conhecem o seu protagonista, Jesus Cristo.

O impressionante é que, ainda hoje, a ressurreição de Cristo continua mudando a história das pessoas. Você mesmo, se desejar que o curso de sua vida seja alterado para antes e depois de Cristo, precisa apenas abrir seu coração e dizer: “Senhor Jesus, eu creio em Tua morte e em Tua ressurreição. Senhor Jesus, eu preciso de Ti e quero Te receber!”. Isso não é surpreendente? Com tal prova, você estará convencido de quem é o maior personagem da história da humanidade.

Quem O conhece, jamais O esquece! Nem por brincadeira!

VII - CANÇÃO DE GRATIDÃO

Não sei o ano em que esta canção foi escrita, mas é simplesmente linda. Interpretada por Shirley Carvalhaes e Eliezer Rosa, a música fala-nos da humilhação de Cristo em descer até nós, tornar-se uma criança no ventre de Maria até ser morto por aqueles que Ele veio salvar. Medite:

Ele nasceu para que eu não morresse / Ele morreu para que eu vivesse / Tudo me deu como prova de seu amor / Fez-se um réu pra de tornar meu defensor / Pra que eu sorrisse, ele chorou / Sem que eu amasse, ele me amou / Pra que eu cantasse, ele sofreu / Pra que eu vivesse, ele morreu / Tudo ele fez em meu lugar / E hoje eu posso me alegrar / Pois para um grande pecador / Um grande salvador / Na cruz morrendo rasgou-se o véu / Tenho entrada franca no céu / Ele garante a salvação / Pois nele tenho todo perdão / Oh! aleluia posso cantar / Por esta graça me alcançar / E eu exclamo como penhor / Te agradeço senhor.

O que Jesus fez, falou e foi jamais poderá ser esquecido. Ele foi maior que Abraão que foi justificado pela fé. Ele foi maior que Moisés, o legislador do povo de Deus. Ele foi maior que Josué, o condutor do povo à herança de Deus. Ele foi maior do que todos os imperadores, poderosos, reis, governadores, ricos e abastados. Ele é o maior personagem da História da Humanidade. Seu nome é Jesus!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

A Excelência das Obras de Deus


A excelência é algo natural de Deus. Todas as maravilhas trazidas à existência nos dias da criação foram concluídas com a célebre frase: “Viu Deus que era bom”.

Deus é excelente. Aliás, todos os conceitos acerca da excelência o têm como fonte. Sua glória e seu poder, sua riqueza e seu nome, sua grandeza e majestade, seu louvor e sua criação, sua sabedoria e fidelidade, sua bondade e paciência, sua habilidade e capacidade, seus propósitos e salvação, seu perdão e sua ajuda, seu plano e tudo o mais que pode ser atribuído a Deus, são excelentes.

A excelência é comum a Ele. Ele não precisa tornar excelente o que faz. O produto inicial e final de suas mãos é excelente. Não precisa melhorar sua arte, nem precisa explodir nada para obter a excelência por meio de acidentes da natureza. Admire o Everest, as Cataratas do Iguaçu ou o Grand Canyon e você concluirá que as obras de Deus são excelentes.Como não desejar isso para as nossas vidas? Como não querer também as suas bênçãos excelentes? É isso que desejamos para você e sua família: a Excelência de Deus para todos os seus planos e propósitos e que sua vida seja guiada por um espírito sobremodo excelente (Dn 5.12).

LIVRE, MAS LIMITADO

Você é livre, é verdade. Inteiramente livre. Profundamente livre. É livre como nunca foi. Mas ainda que sejamos livres para fazer o que quis...