quinta-feira, 23 de junho de 2011

A Constância do Amor de Deus

Como cristão, tenho aprendido e descoberto grandes coisas com Deus. Considero-as tão importantes que sempre penso que muitas pessoas deveriam ouvir o que eu tenho para falar. Entre tantas dádivas que recebemos de Deus, acredito que a maior delas é o seu amor. Deus tem um grande amor por todos nós. E a cada dia que descobrimos esse amor, nossa tendência natural é admirar Deus como alguém que apesar de ser tão grande e absolutamente independente de tudo o que faz, preferiu se revelar a nós de forma tão comum que às vezes esquecemos que tudo que acontece a nós, no fundo, no fundo, faz parte de seu maravilhoso plano de amor por nós.

Esse amor inclui a nossa felicidade, talvez já até sentida por você e por mim, mas que comparada àquela que o seu amor nos traz, a nossa não é nada. Sim, pois sua felicidade não está restrita aos bens, aos negócios bem sucedidos ou a uma família tranqüila e sem problemas que são comuns à maioria. Sua felicidade está relacionada à alma do homem. Deus não criou o homem com expectativas somente ao que é material, ao que é tocável, palpável. Deus almeja ver o homem feliz. E sua felicidade inclui a alma do homem, a parte intocável, não manipulável.

Quantas vezes você já esteve rodeado de seus amigos, numa mesa farta, com a família sorridente, cheia de saúde e ainda assim perguntou por que um vazio continuava dentro do peito? Quantas vezes você abriu sua Bíblia, fez orações a Deus, acreditou que Ele pudesse responder as dúvidas, resolver seus problemas e mudar o que tem de ser mudado e ainda continuou a perguntar se Ele realmente se importa com tudo o que acontece em sua vida? Infelizmente, todas as vezes que você achou poder encontrar respostas para tudo isso longe de Deus, mais longe de Deus se sentiu. Ele disse: “Sem mim, nada podem fazer” (João 14.5).

Deus amou-nos quando não havia nada de bom para ser visto em nós, e nada de bom para ser dito por nós. Deus ama a cada um dos seus como se houvesse apenas um deles para amar. A única base do amor de Deus é seu próprio amor. Deus, em seu amor, escolheu as pessoas... Cristo não morreu apenas por algumas propostas, mas por pessoas... Ele amou a nós, não ao que é nosso. O amor de Deus é sempre sobrenatural, sempre um milagre, sempre a última coisa que poderíamos merecer. Deus não nos fez porque pretendia ganhar algo com isso, mas simplesmente por amor. Não há nenhum náufrago perdido no mais profundo mar de iniqüidade que o profundo amor de Deus não possa alcançar e remir.

O amor divino, ao contrário do amor humano, não depende de seu objeto. Em vez de procurar falhas em Deus por causa de sua maneira totalmente justa de tratar certos pecadores que merecem o inferno, adoramos a Ele por seu amor eterno, gracioso e salvador por outros justos que da mesma forma merecem a condenação. O amor de Deus não é conseguido porque somos dignos de amor, mas jorra como de um poço artesiano, das profundezas de sua natureza.

Entendo que Deus tenha piedade do mundo, porque, quando ando por um hospital e vejo uma criança doente, tenho pena... mas o fato de Deus ter amado o mundo - quanto mais penso nisso, mais extasiado fico. O amor de Deus não mede ninguém pelo que é visível. Deus abandona depressa sua ira, mas nunca se arrepende do seu amor. Não há mudanças no amor de Deus, embora possa haver mudanças na maneira em que ele é manifestado. É o amor de Deus que, invisível exteriormente, supre nossa vida interiormente. Deus escolheu-nos para seu amor e agora nos ama por causa de sua escolha.

Incrível que quanto mais pensamos no amor de Deus, mais nos sentimos indignos de tanto cuidado, tanta proteção. Você acha mesmo que merece o amor de Deus? Considera-se merecedor de uma família? Acha mesmo que é mérito seu a saúde? Conseguiria viver se Deus não te desse o ar que respira? Certamente não. Mas seu amor pode mudar a sua vida como mudou a minha e de minha família.

“Porque Deus amou tanto o mundo, que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16). Percebeu quantas promessas em duas linhas? O profundo amor de Deus impede que nossas almas vão para o inferno. Esse amor não apenas garante nossa felicidade aqui e agora; é-nos garantido vida eterna. Por mais que já lhe tenham perguntado várias vezes, vou repetir uma vez mais: Você não gostaria de sentir um amor assim? A única coisa que você tem de fazer é aceitar a Jesus como Salvador e Senhor de sua vida.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Lídia completa seis meses hoje

em breve

A Maior e Melhor Escola do Mundo

Sempre que nos propomos seguir temas para cada mês, também propomos estabelecer prioridades para a Igreja. Além de pregar o Evangelho de Jesus Cristo a todos os povos em todas as épocas, urge também ensinar a todos. Como não conseguimos alcançar um número grande de pessoas quando temos de discipulá-las até que consolidem-se na fé, precisamos de grandes investimentos nessa área da Igreja e é na Escola Bíblica Dominical (carinhosamente chamada de EBD) que temos de comemorar nosso maior sucesso. Por isso, no ano do Centenário das Assembleias de Deus no Brasil honraremos os cem anos que a EBD compõem a história das ADs.

A EBD começou em 20 de Julho de 1780, na cidade de Gloucester, no Sul da Inglaterra. Seu fundador, o jornalista evangélico Robert Raikes, de 44 anos, redator do Gloucester Journal, sentiu compaixão das crianças de sua cidade perambulando pelas ruas entregues à delinqüência. O ensino da Bíblia era na forma de leitura, recitação e comentário. Muitos foram contra a idéia de Raikes, por ele trazer crianças delinqüentes e mal comportadas para o templo, sendo acusado de profanar o Domingo.

Em 1784, quatro após a fundação, a Escola Dominical já contava com 250 mil alunos matriculados. Em 1785, Raikes organiza a Primeira União de Escolas Dominicais, em Gloucester com a ajuda de William Fox. Em 1974 o número de alunos matriculados em todo o mundo foi estimado em 120 milhões, com cerca de 2 milhões de escolas e 8 milhões de professores.

No Brasil, seu início se deu em 19 de Agosto de 1855, na cidade de Petrópolis no Rio de Janeiro. Seu fundador, Robert Kalley e sua esposa, Sarah Poulton, um casal de missionários escoceses, realizam a primeira aula de Escola Bíblica Dominical para cinco crianças em sua residência, o que resultaria na Fundação da Igreja Evangélica Fluminense, embrião da Igreja Congregacional.

Como a história da EBD é linda do começo ao fim, cabem aqui dois conselhos:

1. A EBD é a mais importante escola de ensino bíblico da Igreja. Ele não pode ser removida, reduzida ou cancelada. Os maiores expoentes do mundo cristão saíram da EBD. John Wesley, Charles Haddon Spurgeon, Charles G. Finney, Dwight L. Moody, Billy Graham… a lista é enorme.

2. Todo crente deve ser aluno da EBD. Sabemos o quanto é difícil acordar cedo para ir à Igreja no domingo, mas a EBD é a Igreja do Senhor, na Casa do Senhor, no Dia do Senhor, aprendendo a Palavra do Senhor.

Dia do Pastor

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