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Mostrando postagens de Março, 2010

Responda-me, por favor!

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Por que palavras como “paixão”, “fogo”, “glória”, “poder” e “unção” vendem muito mais CD’s do que “graça”, “misericórdia” e “perdão”?
Por que aqueles que mais falam sobre “prosperidade” evitam sistematicamente textos como Tg 2.5, 1Tm 6.8 e Hc 3.17-18?
Por que se fala tanto em dízimo, defendendo-o com unhas e dentes, mas quase nada se fala sobre ter tudo em comum e outras coisas como “ajudar os domésticos na fé” e “não amar somente de palavra e de língua, mas de fato e de verdade”? Em qual proporção a Bíblia fala de uma coisa e de outra?
Por que em At 4, quando os apóstolos foram presos, a Igreja orou de forma tão diferente do que se ora hoje? Por que não aproveitaram a ocasião pra “amarrar o espírito de perseguição”, pra “repreender a potestade de Roma”, ou coisa semelhante?
Por que At 2.4 é muito mais citado como modelo do que era a igreja primitiva do que At 2.42?
Por que todo mundo sabe Jo 3.16 de cor, mas tão pouca gente sabe 1Jo 3.16?
Por que 90% ou mais dos cânticos congregacionais mo…

Blitz

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Por volta das 18:30h de hoje, plena segunda-feira, fui surpreendido por uma blitz de policiais militares e fiscais do DETRAN. Tudo bem, não tinha nada a temer. Mostrei meus documentos e fui liberado. Enquanto um fiscal ainda olhava meus documentos, vi várias pessoas tendo de deixar seus veículos, fazer telefonemas, chamar “não sei quem”. No meu caso, meus documentos e as condições do veículo eram suficientes. Mas pensei: e se a vida cristã fosse do mesmo jeito?... Enquanto escrevo essas palavras, lembro das palavras de Paulo: “Todos temos de comparecer ao Tribunal de Cristo...” (1Co 5.10). Querendo ou não, “...temos de comparecer...”. Mas, e se isso acontecesse de vez em quando? Imaginem: estamos acostumados a ir aos cultos, assistir a programação, entregar nossos dízimos e ofertas, cantar, pregar, orar, ajudar ao próximo, e de repente, surpreendentemente, semelhante às blitz, Deus nos parasse e dissesse: “Mostre seus documentos”.
continua...

MuitosBéns, Vovô!

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Meu avô, Antônio Teodózio da Silva, nasceu em 27 de Março de 1930, completou ontem com muito vigor 80 anos de idade. Talvez não seja tão conhecido pelas pessoas, mas para nossa família ele representa um patriarca de respeito. Com seus incontáveis netos, não sei quantos bisnetos (a casa estava cheia ontem), ele ainda se levanta às 5h da madrugada para ir trabalhar no mercado à beira do Rio Madeira em Porto Velho/RO.
Mas não é só isso que chama atenção nele. É um verdadeiro crente em Jesus. Guiou-me à Igreja desde os primeiros dias de vida. Levou-me aos cultos ao ar-livre. Ensinou-me uma grande parte dos hinos da harpa cristã. Acordava-nos (os netos) ainda bem cedinho para orar em volta de sua cama. Disciplinou-nos, cuidou-nos, foi avô e pai, amou-nos. Perdeu a conta das vezes que já leu a Bíblia. Tudo isso deve ser lembrado.
Por tudo isso, eu devoto a Deus minha mais profunda gratidão por tudo que és para nossa família.
Que tenha muitos anos de vida!
MuitosBéns, Vovô!

Aconselhamento Cristão (19ª parte)

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ENCAMINHAMENTO DO ACONSELHADO A UM ESPECIALISTA
Uma certeza deve ter o conselheiro: ele é limitado e há uma necessidade de aconselhar o consulente a buscar ajuda de pessoas melhores treinadas (especialistas).
Para esses encaminhamentos, deve-se levar em conta os casos de pessoas profundamente deprimidas ou propensas ao suicídio, que apresentem distúrbios comportamentais graves, tais como: mania de perseguição, alucinações, temores infundados; aqueles que necessitam de serem aconselhados durante um longo tempo, doentes necessitados de atenção médica e pessoas as quais o conselheiro não é capaz de ajudá-las.
É conveniente ao conselheiro manter consigo, uma lista com os nomes e endereços de psicólogos, advogados, médicos e outros profissionais que poderão auxiliar no aconselhamento. Essas pessoas deverão ser de confiança e de preferência crentes.
Princípios a serem observados pelo conselheiro quando for sugerir ao aconselhado que procure outra pessoa capaz de atende-lo:
Em primeiro lugar, o c…

Aconselhamento Cristão (18ª parte)

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TIPOS DE ACONSELHAMENTO
O aconselhamento pode ser dividido em dois tipos: o aconselhamento educativo-preventivo (impedindo que os problemas ocorram) e o aconselhamento terapêutico (ajuda às pessoas com problemas).
O aconselhamento educacional e preventivo deve preceder o terapêutico e ser uma constante na igreja. Este tipo de aconselhamento deve fazer parte de uma estratégia elaborada pela igreja objetivando um crescimento continuo tanto em quantidade numérica quanto em qualidade de vida cristã.
1. Aconselhamento educativo-preventivo
a) Escolha da profissão
O aconselhamento tem por objetivo levar a pessoa a conhecer melhor suas aptidões, a oferta de ramos profissionais, o mercado de trabalho e conciliar todos esses fatores com o direcionamento de Deus para sua vida pessoal (Ef 2.10). Para realizar este trabalho o conselheiro pode se utilizar de palestras para informação profissional, trazendo profissionais das diversas áreas para prestarem esclarecimentos sobre sua profissão.
b) Escolha do …

Aconselhamento Cristão (17ª parte)

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O CONSELHEIRO DOS CONSELHEIROS
A Bíblia descreve Jesus Cristo como o “Maravilhoso Conselheiro”. Ele é o Conselheiro dos conselheiros sempre disponível para encorajar, dirigir e conceder sabedoria aos ajudadores humanos.
Vale a pena repetir que o conselheiro cristão verdadeiramente eficaz é basicamente um instrumento perito e disponível através de quem o Espírito Santo opera transformando vidas.
Quando o trabalho provoca ansiedades e confusão, estas podem ser entregues ao próprio Deus que prometeu apoiar e ajudar. A oração diária e a leitura bíblica nos mantêm em comunicação ativa com Aquele que é mentor e ajudador.
Através da Bíblia inteira, entretanto, vemos que Deus também opera mediante outros seres humanos. Ele ajuda os conselheiros por meio de outras pessoas com quem ele pode partilhar suas opiniões, manter perspectivas, relaxar, e ocasionalmente chorar.
Sem o apoio, o encorajamento de um amigo cristão confiável, o trabalho do conselheiro será provavelmente mais árduo e menor eficient…

Aconselhamento Cristão (16ª parte)

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ÉTICA DO CONSELHEIRO
O conselheiro é responsável pelo que faz, primeiro perante Deus, e em seguida, perante o aconselhado, e finalmente perante a sociedade em que vive. Ele sempre deve pensar no bem do aconselhado.
Vejamos alguns princípios da ética que devem reger o aconselhamento cristão:
1. Guardar confidências.
Aquilo que o aconselhado confessa ao conselheiro é considerado inviolável e não deve ser divulgado a ninguém sem a permissão da pessoa. O conselheiro jamais deve contar a um aconselhado os problemas de outro aconselhado, nem deve usar suas experiências provenientes de sua função, para ilustrar seus sermões. O conselheiro indiscreto é indigno de sua vocação.
2. Evitar o contato físico.
Deve-se evitar tudo o que possa produzir uma situação de tentação ou que possa despertar emoções malignas. O fato de o conselheiro ser uma pessoa regenerada e chamada ao ministério do evangelho, não o livra de sentir-se atraído pela pessoa aconselhada ou vice-versa.
3. Não esconder suas convicções cr…

Aconselhamento Cristão (15ª parte)

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A SEXUALIDADE DO CONSELHEIRO
Trata-se de uma dificuldade que todos os conselheiros enfrentam, quer fale ou não com os outros.
Analisem: São duas pessoas trabalhando juntas para um alvo comum, surgem sentimentos de camaradagem e cordialidade entre elas. Se possuírem um estilo de vida similar, e especialmente quando são do sexo oposto, os sentimentos calorosos quase sempre incluem um componente sexual.
O aconselhamento freqüentemente envolve a discussão de detalhes íntimos. Isto pode despertar sexualmente tanto o conselheiro como o aconselhado. O potencial para a imoralidade pode ser ainda maior se o aconselhado é ainda atraente.
A atração sexual é algo comum e o conselheiro prudente deve esforçar-se o máximo para exercer autocontrole.
As precauções do conselheiro envolvem:
1. Proteção espiritual.
A meditação na Palavra de Deus, a oração e a proteção do Espírito Santo são elementos indispensáveis. O conselheiro deve vigiar sua mente. Encontrar um crente a quem o conselheiro regularmente possa pr…

Aconselhamento Cristão (14ª parte)

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OS DEZ MANDAMENTOS DAS RELAÇÕES HUMANAS
1. Fale com as pessoas. Nada há tão agradável e animado quanto uma palavra de saudação, particularmente hoje em dia quando precisamos mais de “sorrisos amáveis”.
2. Sorria para as pessoas. Lembre-se que acionamos 72 músculos para franzir a testa e somente 14 para sorrir.
3. Chame as pessoas pelo nome. A música mais suave para muitos ainda é ouvir o seu próprio nome.
4. Seja amigo e prestativo. Se você quiser ter amigos, seja amigo.
5. Seja cordial. Fale e haja com toda sinceridade: tudo o que você fizer, faça-o com todo o prazer.
6. Interesse-se sinceramente pelos outros. Lembre-se que você sabe o que sabe, porém você não sabe o que os outros sabem.
7. Seja generoso em elogiar, cauteloso em criticar. Os lideres elogiam, sabem encorajar, dar confiança e elevar os outros.
8. Saiba considerar os sentimentos dos outros. Existem três lados numa controvérsia: o seu, o do outro, e o lado de quem está certo.
9. Preocupe-se com a opinião dos outros. Três comporta…

Aconselhamento Cristão (13ª parte)

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REQUISITOS DE UM BOM CONSELHEIRO CRISTÃO
Consideremos alguns requisitos indispensáveis para o aconselhamento eficaz:
1. O conselheiro cristão deve ser tratável, social e acessível. As pessoas recorrem a alguém que as conheça, e a quem elas por sua vez conheçam e apreciam. De outro modo, não se sentiriam à vontade relatando seus problemas e expondo-lhes seu coração. É necessário que o conselheiro se mostre amigo e interessado sinceramente pelos problemas das pessoas.
2. Ele deve reunir certos traços pessoais:
a) É importante compreender os demais, ou seja, ser sensível às necessidades alheias e entender os seus desejos, problemas e frustrações.
b) O bom conselheiro escuta atentamente o que o aconselhado lhe diz e tenta ver as coisas segundo a perspectiva deste.
c) Respeita o aconselhado e tem interesse nele como “uma pessoa”, e não como se ele fosse somente um “problema” a ser solucionado.
d) Ele tem uma visão exemplar, digna de respeito; destaca-se por sua sobriedade, discrição e otimismo.
e)

Aconselhamento Cristão (12ª parte)

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PREPARAÇÃO ESPIRITUAL DO CONSELHEIRO
Assim como um médico que antes de realizar sua cirurgia se lava e veste roupas limpas, da mesma forma o conselheiro deve limpar o seu coração de todo o pensamento negativo e vestir-se com a presença de Cristo. Ele não é psicólogo e sim, Ministro do Senhor. Ele orará para que Deus o torne sensível às necessidades do aconselhado, e que o Espírito Santo opere no processo de aconselhamento, revelando as raízes dos problemas e as soluções, tanto ao conselheiro como ao aconselhado. Ambas as pessoas devem crer que o Senhor dá sabedoria abundante àquele que a pede “com fé, não duvidando” (Tg 1.6). Em seguida, quando Deus proporcionar o êxito no processo, convém lembrar que a Ele pertence toda a glória.
O conselheiro deverá trazer consigo:
Pureza – “Conserva-te puro: em propósito, em pensamento, em sentimento, em palavra e ação” (Charles G. Finney). “O preço da pureza é elevado, mas a impureza é ridiculamente barata” (J. Blanchard). O poder dos joelhos – Se o c…

Aconselhamento Cristão (11ª parte)

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O PAPEL DO CONSELHEIRO
O aconselhamento pode tornar-se ineficaz, quando o conselheiro não tem uma idéia clara do seu papel e responsabilidade. Aí, acontece uma verdadeira confusão de papéis:
1. Visita em lugar de aconselhamento.
A visita é uma troca mútua e amigável de informações; o aconselhamento é uma conversa centralizada num problema, dirigida para um alvo, que focaliza as necessidades de uma pessoa. Todo aconselhamento envolve visitas periódicas, mas quando estas se prolongam ou torna-se o ponto principal, é reduzida a eficácia do aconselhamento.
2. Pressa em lugar de deliberação.
As pessoas ocupadas tendem a apressar o processo de aconselhamento. É verdade que os conselheiros não podem perder tempo, mas, é certo que o aconselhamento não pode ser acelerado. “Grande parte do sucesso do aconselhamento está em sua atenção tranqüila e refletida”. O equilíbrio do conselheiro é ponto de apoio do aconselhado. Se o conselheiro for apressado ou dividir sua atenção, seus comentários poderão se…

Aconselhamento Cristão (10ª parte)

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A MOTIVAÇÃO DO CONSELHEIRO
1. Por que você quer aconselhar?
a) Alguns exercem o trabalham de aconselhamento porque são procurados.
b) Outros encorajam as pessoas a procurá-los, porque se prepararam, fizeram cursos para isso.
2. Razões negativas que motivam o conselheiro:
a) Curiosidade – necessidade de informação. Se o conselheiro é curioso às vezes esquece o aconselhado, pressiona para obter mais detalhes e com freqüência não consegue manter segredo. Por essa razão as pessoas preferem evitar os ajudadores curiosos.
b) A necessidade de se relacionar com alguém. Todos precisam de contatos íntimos com pelo menos 2 ou 3 pessoas. Para alguns aconselhados, o conselheiro será o seu melhor amigo, pelo menos temporariamente. Mas, e, se os conselheiros não tiverem outros amigos além dos aconselhados? A necessidade que o conselheiro tem de aconselhamento pode prejudicar sua ajuda. Ele não vai querer que os aconselhados melhorem e terminem o aconselhamento, visto que isto interromperia a relação. Este…

Aconselhamento Cristão (9ª parte)

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CONDIÇÕES PARA O ACONSELHAMENTO
1. A pessoa deve estar disposta a receber ajuda.
Se ela não sente necessidade é pouco provável que esteja disposta a ser aconselhada. Se a pessoa não quiser cooperar com o conselheiro e tem pouco interesse em mudar sua conduta, não resta esperança de ajudá-la, não obstante a perícia do conselheiro.
2. Tratar de estabelecer um local e hora para reunir-se.
Esse local deve facilitar o diálogo comodamente sem interrupções nem distrações. Em regra geral deve-se ter cadeiras cômodas, ambiente limpo e arrumado, luz suficiente e uma temperatura agradável. Tudo o que for feio e desagradável distrai a atenção do aconselhado e prejudica o processo.
3. As ocasiões de emergências.
Podem ocorrer situações em que o conselheiro não esteja na condição de escolher lugar ou hora. são situações de crises em que o conselheiro é chamado: num acidente grave, caso de doenças terminais ou falecimento.
4. A Pontualidade.
O conselheiro deve estar pontualmente no lugar pré-convencionado c…

Aconselhamento Cristão (8ª parte)

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ELEMENTOS USADOS NO PROCESSO DE ACONSELHAMENTO
Ajudar outra pessoa, seus problemas psicológicos não é fácil. Não podemos apresentar uma fórmula única para o aconselhamento em geral, que alcance sempre os fins desejados. Cada caso é diferente; porém, existem alguns princípios e elementos que podem ser de muita ajuda ao conselheiro, se ele os adaptar para compreender melhor o processo do aconselhamento.
1. Levantamento de antecedentes
Em muitos casos, o conselheiro tem que recolher dados e saber fatos da vida do aconselhado para encontrar as raízes do seu problema, especialmente se ele usa a técnica diretiva ou o método eclético.
É aconselhado para quem usa o método diretivo que na primeira parte da entrevista o conselheiro deve levantar dados sobre o panorama geral da vida do aconselhado. Pode formular perguntas como: Quais são os dados pessoais do aconselhado? Qual é o seu grau de escolaridade? É casado? Quantos filhos têm? Relaciona-se bem com o(a) esposo(a)? Qual é o seu trabalho? Qual …

Aconselhamento Cristão (7ª parte)

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TAREFAS DE CASA
Como as sessões duram uma hora aproximadamente e são separadas por uma semana ou mais de atividades, serão necessárias tarefas para que o aconselhado seja capacitado a estender o seu aprendizado, que permitem ver e fazer, além de ouvir.
Segundo Adams, “a tarefa de casa é a essência do bom comportamento. O conselheiro que aperfeiçoa sua habilidade nesse sentido verá a diferença em sua eficácia na ajuda às pessoas. Aprender a passar tarefa positiva, bíblica, concreta que se adapte criativamente à situação, exige tempo e esforço, mas, produz dividendos”.
O conselheiro e aconselhado concordam a respeito de tarefas que podem ser realizadas nos intervalos das sessões de aconselhamento. Essas tarefas ajudam o aconselhado a manter cônscio dos alvos do aconselhamento, obter informação adicional (mediante leitura ou ouvindo uma fita, cd, etc.), desenvolver e praticar novas habilidades, eliminar o comportamento prejudicial, testar o que foi aprendido no aconselhamento e experimentar…

Aconselhamento Cristão (6ª parte)

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IMITANDO A JESUS
De acordo com a Bíblia, os cristãos devem estimular tudo o que Cristo nos ordenou e ensinou. Isto inclui certamente doutrina a respeito de Deus, autoridade, salvação, crescimento espiritual, oração, a igreja, o futuro, anjos, demônios e a natureza humana. Todavia, Jesus também ensinou sobre o casamento, interação entre pais e filhos, obediência, relação entre raças, e liberdade tanto para homens como para mulheres. Ele ensinou igualmente sobre assuntos pessoais como sexo, ansiedade, medo, solidão, dúvida, orgulho, pecado e desânimo.
Todas essas são questões que levam as pessoas a procurarem o aconselhamento hoje. Quando Jesus tratava com essas pessoas ele freqüentemente ouvia suas perguntas e as aceitava antes de estimulá-las a pensar ou agir de modo diferente. Às vezes dizia o que deveriam fazer, mas também orientava as pessoas para que resolvesse os seus problemas através de indagações hábeis e divinamente orientadas. Tomé foi ajudado em sua dúvida quando Jesus mostro…

Aconselhamento Cristão (5ª parte)

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JESUS E AS TÉCNICAS
Jesus Cristo é certamente o melhor exemplo que possuímos de um “maravilhoso conselheiro”, cuja personalidade, conhecimento e habilidade capacitaram-no eficazmente para assistir às pessoas que precisavam de ajuda.
Quando tentamos analisar o aconselhamento de Jesus, existe sempre a tendência, inconsciente ou deliberada, de encarar o ministério de Cristo de modo a reforçar nossas próprias opiniões sobre como as pessoas são ajudadas. O conselheiro diretivo-confrontacional reconhece que Jesus às vezes tinha esta qualidade; o não diretivo, “centrado no cliente”, encontra apoio para esta abordagem em outros exemplos de ajuda aos necessitados prestada por Jesus.
É indiscutivelmente exato afirmar que Jesus fez uso de várias técnicas de aconselhamento, dependendo da situação, da natureza do aconselhado e do problema específico. Ele algumas vezes ouvia cuidadosamente as pessoas sem dar muita orientação, às claras, mas em outras ocasiões ensinava incisivamente. Ele encorajava e a…

Aconselhamento Cristão (4ª parte)

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A ESCOLHA DAS TÉCNICAS
O método de aconselhamento é o caminho a ser percorrido desde o momento em que a pessoa abre o coração revelando seus problemas, até a indicação de sugestões pelo conselheiro, que devem ser seguidas, rumo à solução.
Não existe um método único para o aconselhamento. É fundamental que o conselheiro aprenda os diferentes métodos e escolha a técnica mais apropriada para o caso que ele está enfrentando. No entanto, não descartamos a possibilidade de usar métodos diferentes em um mesmo momento, de acordo com as necessidades do aconselhado.
Consideremos alguns métodos de aconselhamento, os quais, nós como evangélicos podemos utilizar:
1. Aconselhamento de apoio
Este método consiste em deixar o aconselhado à vontade para desabafar, enquanto o conselheiro paciente e atentamente, ouve. Em seguida, utiliza os recursos da Bíblia para ajudar o aconselhado a achar respostas para seus dilemas.
O conselheiro oferecerá um ouvido atento e compreensivo à pessoa que necessita desabafar. …

Aconselhamento Cristão (3ª parte)

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ACONSELHAMENTO EM PRÁTICA
Paul Holf em seu livro: “O PASTOR COMO CONSELHEIRO”, traz como exemplo, o seguinte diálogo:
Pastor, sinto-me muito nervosa; não durmo nem como bem __ disse uma jovem de 21 anos.
O pastor respondeu:
__ Você está preocupada com alguma coisa, não é Suzana? Certamente você está tendo muito no que pensar, porque faltam menos de três semanas para você se casar com Carlos, não é isso?
Suzana abriu o seu coração durante a conversa. Contou ao Pastor que tinha dúvidas quanto a se deveria ou não casar-se com Carlos. Quando este demonstrou interesse em namorá-la, resolveu consagrar sua vida ao ministério pastoral. Matriculou-se no instituto bíblico no qual Suzana estudava, e logo conquistou o coração da moça e se comprometeu em casar-se com ela.
Mas logo Suzana começou notar que a espiritualidade de Carlos necessitava de profundidade. E ela fez a si mesma a seguinte pergunta: “Será que Carlos resolveu dedicar-se ao ministério somente para casar-se comigo?” Ela também começou a…