domingo, 23 de dezembro de 2007

Nascendo de Novo

Mais uma vez o Natal chegou e com ele parece que a harmonia voltou a ser prioridade. Que bom! É o efeito do nascimento de Cristo. Mas não é somente no Natal que Cristo tem efeito sobre a humanidade.

Olhe o mundo a sua volta. Tudo que é bom tem influência de Cristo.

- Os hospitais, que basicamente surgiram na Idade Média...

- As universidades, que também surgiram na Idade Média. Além disso, a maioria das grandes universidades foi fundada por cristãos para propósitos cristãos...

- A alfabetização e o ensino para o povo...

- O capitalismo e a iniciativa privada...

- O governo representativo, como se observa em alguns países...

- A separação dos poderes políticos...

- Os direitos civis...

- A abolição da escratura, tanto na Antigüidade quanto nos tempos modernos...

- A ciência moderna...

- A descoberta do Novo Mundo por Colombo...

- A valorização das mulheres...

- A bondade e a caridade; a ética do bom samaritano...

- Os padrões de justiça mais elevados...

- A ascensão do homem comum...

- A condenação do adultério, do homossexualismo e de outras perversões sexuais. Isso ajudou a preservar a raça humana e poupou a muitos do sofrimento...

- Mais respeito pelo ser humano...

- A civilização de muitas culturas bárbaras e primitivas...

- O maior desenvolvimento da arte e da música. Inspiração para os maiores trabalhos de arte...

- Inúmeras vidas que de sujeição passaram a benfício para a sociedade devido a pessoa de Cristo...

- A salvação eterna de incontáveis almas...

- Eu transformado...

Analisando tudo isso, ainda tem gente que só lembra de Cristo no Natal. Há dois anos atrás, Ele nasceu em Belém, cidade pequena e difamada, pregou sua mensagem onde foi possível e sua vida teve em todas as gerações posteriores, um impacto sem igual.

Feliz Natal de Jesus a todos!

sábado, 22 de dezembro de 2007

A Voz dEle

Escutar a Deus é uma experiência de primeira mão. Quando Ele pede sua atenção, Deus não quer que você envie um substituto; Ele quer você. Ele o convida a tirar férias no esplendor dele. Ele o convida a sentir o toque da mão dele. Ele o convida a festejar à mesa dele. Ele quer passar tempo com você. E com um pouco de treinamento, seu tempo com Deus pode ser o ponto alto do seu dia.
Equipados com as ferramentas certas, nós podemos aprender a escutar a Deus. Quais são essas ferramentas? Aqui estão as que achei úteis.

1. Uma hora do dia e um lugar constantes.

Escolha um horário na sua agenda e um canto de seu mundo, e reserve-os para Deus. Para alguns pode ser melhor fazer isto pela manhã. “Já de manhã a minha oração chega à tua presença” (Sl 88.13). Outros preferem à noite e concordam com a oração de Davi: “Suba à tua presença a minha oração, como incenso, e seja o erguer de minhas mãos como oferenda vespertina” (Sl 141.2). Outros preferem muitos encontros durante o dia. Aparentemente o autor de Sl 55 sentia isto. Ele escreveu: “À tarde, pela manhã e ao meio-dia choro angustiado, e ele ouve a minha voz” (v. 17).
Alguns sentam debaixo de uma árvore, outros na cozinha. Talvez sua viagem ao trabalho ou sua hora de almoço seriam apropriados. Busque um tempo e lugar que pareçam certos para você.
Quanto tempo você deve separar? O quanto você precisar. Dê mais valor à qualidade do que à quantidade de tempo. Seu tempo com Deus deve durar o suficiente para você dizer o que você quer e para Deus dizer o que ele quer. Isso nos leva a uma segunda ferramenta que você precisa – uma Bíblia aberta.

2. Uma Bíblia aberta.

Deus fala conosco pela Palavra dele. O primeiro passo para ler a Bíblia é pedir a Deus para ele lhe ajudar a entender a Palavra. “Mas o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, lhes ensinará todas as coisas e lhes fará lembrar tudo o que eu lhes disse” (Jo 14.26).
Antes de ler a Bíblia, ore. Não vá para a Escritura procurando suas próprias idéias; vá procurar as de Deus. Leia a Bíblia em oração. Também, leia a Bíblia com cuidado. Jesus nos falou: “Procure, e você achará” (Mt 7.7). Deus recomenda aqueles que meditam na Palavra “dia e noite” (Sl 1.2). A Bíblia não é um jornal a ser lido superficialmente, mas uma mina onde procuramos seu tesouro. “Se procurar a sabedoria como se procura a prata e buscá-la como quem busca um tesouro escondido, então você entenderá o que é temer o Senhor e achará o conhecimento de Deus” (Pv 2.4-5).
Eis um ponto prático. Estude a Bíblia um pouco de cada vez. Deus parece enviar mensagens como ele fez com o maná: numa porção suficiente para cada dia. Ele provê “preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali” (Is 28.10). Escolha profundidade ao invés de quantidade. Leia até que um versículo lhe “toque”, então pare e medite nisto. Copie o versículo numa folha de papel, ou escreva em seu diário, e reflita nele várias vezes.
Eu aprenderei o que Deus pretende que eu aprenda? Se eu escutar, sim! Não fique desanimado se sua leitura render uma colheita pequena. Há dias em que uma porção menor é tudo que nós precisamos. Uma menina novinha voltou do primeiro dia na escola. A mãe dela perguntou: “Você aprendeu alguma coisa?” “Acho que não”, a menina respondeu. “Eu tenho que voltar amanhã e no dia seguinte, e no dia seguinte...”.
Tal é o caso com a aprendizagem. E tal é o caso com o estudo da Bíblia. O entender vem aos poucos, durante uma vida toda.

3. Um coração atento.

Há uma terceira ferramenta para ter um tempo produtivo com Deus. Nós precisamos não só de um tempo constante e uma Bíblia aberta, nós também precisamos de um coração atento. Não esqueça da advertência de Tiago: “O evangelho é a lei perfeita que dá liberdade às pessoas. Se alguém examina bem essa lei e não a esquece, mas a põe em prática, Deus vai abençoar tudo o que essa pessoa fizer” (Tg 1.25).
Nós sabemos que estamos escutando a Deus quando aquilo que nós lemos na Bíblia for o que outros vêem em nossas vidas.
Paulo chamou seus leitores a porem em prática o que eles tinham aprendido dele. “O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o Deus da paz será convosco” (Fp 4.9).
Quero encorajar você a fazer o mesmo. Passe tempo escutando a Deus até que você receba sua lição para o dia – e então, pratique-a.

Às vezes pessoas pensam que não conhecem Jesus porque não entendem ainda a Bíblia. Talvez, a verdade seja o contrário. Pode ser que não entendemos a Bíblia porque não conhecemos Jesus. Cremos que o conhecimento pessoal de Jesus, a aproximação pessoal a Ele, a plena aceitação dEle como Senhor e Salvador das nossas vidas é o que mais nos dará segurança na interpretação da Bíblia. Tendo este relacionamento íntimo com Jesus, guiados pelo seu Espírito habitando em nós, teremos as melhores condições para compreendermos a vontade de Deus. Ainda nos preparando com boas ferramentas e seguindo princípios sólidos de interpretação, podemos prosseguir com a segurança de que Deus se fará conhecido a nós e nos mostrará o que precisamos entender da sua Palavra.
Que Deus esteja conosco nesta missão.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

O Divisor da História

Jesus viveu num país pequeno e nunca saiu de seus limites. Era tão pobre que Ele mesmo dizia que não tinha onde recostar a cabeça. Seu único dinheiro estava na boca de um peixe. Ele andava em um animal que lhe fora cedido por um homem. Ele cruzou o lago num barco emprestado por outro homem. Ele foi enterrado no túmulo de outra pessoa. Ainda assim, Ele seu manto real de lado para fazer essas coisas.

Ele nunca escreveu um livro. Suas palavras registradas talevez nem dessem para fazer uma edição de bolso. Ainda assim, as palavras que foram escritas sobre Ele, colocadas juntas, encheriam mil bibliotecas do congresso americano.

Ele nunca fundou uma faculdade para perpetuar suas doutrinas. Ainda assim, seus ensinamentos tem resistido por mais de dois mil anos.

Ele nunca carregou uma espada, nunca organizou um exército, nunca formou uma marinha, nunca teve uma força aérea e nunca empreendeu uma batalha. Ainda assim, fundou um império no qual há milhões que morreria por Ele e muitos reis temeram-no e conquistou o mundo.

Ele nunca estudou medicina e não tinha nenhum medicamento. Ainda assim, chamaram-no doutor e curou aqueles que vieram a Ele.

Ele não era do mundo. Ainda assim, quando morreu, o sol se escondeu e todos os céus ficaram de luto.

Ele não teve nenhum empregado. Ainda assim, chamaram-no Soberano.

Ele não teve nenhum diploma. Ainda assim, chamaram-no professor.

Ele não cometeu nenhum crime. Ainda assim, o crucificaram.

Ele foi enterrado num túmulo. Ainda assim, vive até hoje.

A data em que escrevo essas linha é 2007. Por que o calendário não começa a apartir da fundação de Roma, da Revolução francesa, da fuga de Maomé ou do nascimento de Buda? Porque segundo a cronologia aceita, este Homem nasceu 2007 anos atrás.

Sinto-me honrado por servir tal chefe que me Ama!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Ano Mais ou Menos

Desde os primeiros anos de vida, a gente aprende a cantar parabéns, a dizer quantos anos temos e várias outras coisas relativas a anos. "Ensina-nos a contar os nossos anos, de modo que alcancemos coração sábio", foi a simples oração de Moisés. Mas o que fazer quando os anos perdem a novidade e tudo deixa de suspresa? As palavras de Moisés ficam mais fortes ainda.

Deus, em infinita sabedoria e poder, nos deu a capacidade de viver eternamente, mas o pecado mingou um pouco esta dádiva. Agora vivemos apenas alguns anos, depois dos setenta (como diz meu avó) estamos no lucro. A minha mente é conduzida à Bíblia e eu descubro que tudo de Deus não vence com o tempo, não tem prazo de validade. A graça de Deus comunicado a nós é abundante todo dia e descobrir isso é a maiorsurpresa da vida de um homem.

Os PESSIMISTAS dizem: menos um ano; os OTIMISTAS: mais um ano.
Os ARROGANTES ficaram mais longe de Deus; os HUMILDES consideraram Deus o doador de tudo.
Os CIENTISTAS excluíram Deus de seus pensamentos; os LEIGOS encontraram nEle a razão de toda existência.
Os ATEUS mataram Deus em seus corações; os CRENTES morreram pra que Deus vivesse neles e por eles.
Os ÍMPIOS desonraram a Deus; os SANTOS comungaram a vida de Deus.

A vida é assim, e a medida que os anos passam, urge ainda mais a carência, dependência de Deus em tudo o que fazemos. Deus quer centro de tudo, mas primeiro quer ser primeiro em nossos corações. Ele quer dar-nos de Sua graças, mas não duvido que, antes de tudo, quer-nos no centro da Sua vontade.

O ano termina, mas a graça de Deus não. Creio que até o último dia nosso nessa Terra ainda podemos contar com um grande sorriso de Deus e esse sorriso é a Sua graça.

Misericórdia acrescida, amor multiplicado, paz excedente, alegria indizível e bençãos incontáveis. Essa é a novidade de Deus para nós, todos os dias, durante todo o ano, em toda a nossa vida.

Eu prefiro crer que com Deus, esse ano foi mais um ano. Fui surpreendido todos os dias, vacilei bastante, mas confiei nEle em todas as horas. Meu copo não está vazio, mas, com Deus, creio que está cheio. Apanhei muito, sofri, aprendi grandes lições com as dores, mas cresci ainda mais.

Desejo a todos muita paz.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Esperança no Dia Mau

Dia longo, dia ruim, dia difícil...

Esses são apenas alguns nomes que damos aos dias dolorosos da vida. E eles vão chegar, quer seja agora ou amanhã, teremos um dia de enfrentá-los.

Para alguns, esse dia é quase que comum, não existe alteração alguma em seu modo de viver, aprenderam a conviver com as crises; para outros, esse dia quase não existe, as dificuldades são menores e são facilmente superadas.
O que quero dizer é que, caso o seu dia seja adjetivado com qualquer uma das palavras acima, o segredo de manter o equilíbrio em tudo é confiar em Deus. Os homens falham, as estações mudam, os planos são flexíveis, alguns brilham mais que os outros, mas Deus...

É inalterável em seu poder...

É grande em suas misericórdias...

É piedoso e compassivo em sua ira...

É justo em todas as decisões...

E assiste a cada um de nós em nossas necessidades.

Eu posso crer nisso.

Creio que Deus fará nessa semana que inicia muito mais do que naquela que passou.

Um forte abraço.

Felicidades!

domingo, 2 de dezembro de 2007

Será que Deus é culpado?

Finalmente a verdade é dita na TV Americana. A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela: "Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?" Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:

Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco? À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc...

Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas. A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.

Logo depois o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos: Um perito nesse assunto deve saber o que está falando. E então concordamos com ele.

Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal. Então foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos (há diferença entre disciplinar e tocar).

Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem. E nós aceitamos sem ao menos questionar.

Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade. E nós dissemos: Está bem!

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino. Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet. E nós dissemos: Está bem, isto é democracia, e eles têm o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso.

Agora nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado; porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios... Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender: nós colhemos só aquilo que semeamos!

Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus: Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola? A resposta dele: Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!

É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno. É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que segue ensina. É triste como alguém diz: Eu creio em Deus. Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal, também crê em Deus.

É engraçado como somos rápidos para julgar, mas não queremos ser julgados! É triste ver como as pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo no domingo, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana. Gozado que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que Deus pensa.

Onde existe Deus existe fome, mas encontra-se o alimento; existe dor, mas encontra-se o remédio; existe guerra, mas pode-se estabelecer a Paz; existem problemas, mas, também, as soluções; pode-se estar só, mas não há solidão. Onde Ele não está, a fome mata, a dor enlouquece, a guerra dizima, os problemas são senhores, e a solidão é companheira, mesmo no meio da multidão.

Cabe a cada um fazer a sua escolha e receber os resultados. E, por incrível que pareça, esta é a única escolha que podemos mudar quantas vezes quisermos; afinal, Deus é o único que sempre tem os braços abertos para nós, quando o procuramos, arrependidos, independente do que tenhamos feito ao abandoná-lo e por quanto tempo estivemos afastados.

(recebi um e-mail que constava esse texto; achei edificante e resolvi postar aqui. Não alego autoria).