quinta-feira, 22 de março de 2012

Bodas de Casamento

1º - Bodas de Papel
2º - Bodas de Algodão
3º - Bodas de Couro ou Trigo
4º - Bodas de Flores, Frutas ou Cera
5º - Bodas de Madeira ou Ferro
6º - Bodas de Açúcar ou Perfume
7º - Bodas de Latão ou Lã
8º - Bodas de Barro ou Papoula
9º - Bodas de Cerâmica ou Vime
10º - Bodas de Estanho ou Zinco
11º - Bodas de Aço
12º - Bodas de Seda ou Ônix
13º - Bodas de Linho ou Renda
14º - Bodas de Marfim
15º - Bodas de Cristal
16º - Bodas de Safira ou Turmalina
17º - Bodas de Rosa
18º - Bodas de Turquesa
19º - Bodas de Cretone ou Água Marinha
20º - Bodas de Porcelana
21º - Bodas de Zircão
22º - Bodas de Louça
23º - Bodas de Palha
24º - Bodas de Opala
25º - Bodas de Prata
26º - Bodas de Alexandrita
27º - Bodas de Crisoprásio
28º - Bodas de Hematita
29º - Bodas de Erva
30º - Bodas de Pérola
31º - Bodas de Nácar
32º - Bodas de Pinho
33º - Bodas de Crizopala
34º - Bodas de Oliveira
35º - Bodas de Coral
36º - Bodas de Cedro
37º - Bodas de Aventurina
38º - Bodas de Carvalho
39º - Bodas de Mármore
40º - Bodas de Esmeralda
41º - Bodas de Seda
42º - Bodas de Prata dourada
43º - Bodas de Azeviche
44º - Bodas de Carbonato
45º - Bodas de Rubi
46º - Bodas de Alabastro
47º - Bodas de Jaspe
48º - Bodas de Granito
49º - Bodas de Heliotrópio
50º - Bodas de Ouro
51º - Bodas de Bronze
52º - Bodas de Argila
53º - Bodas de Antimônio
54º - Bodas de Níquel
55º - Bodas de Ametista
56º - Bodas de Malaquita
57º - Bodas de Lápis-lazúli
58º - Bodas de Vidro
59º - Bodas de Cereja
60º - Bodas de Diamante
61º - Bodas de Cobre
62º - Bodas de Telurita
63º - Bodas de Sândalo
64º - Bodas de Fabulita
65º - Bodas de Platina
66º - Bodas de Ébano
67º - Bodas de Neve
68º - Bodas de Chumbo
69º - Bodas de Mercúrio
70º - Bodas de Vinho
71º - Bodas de Zinco
72º - Bodas de Aveia
73º - Bodas de Manjerona
74º - Bodas de Macieira
75º - Bodas de Brilhante ou Alabastro
76º - Bodas de Cipestre
77º - Bodas de Alfazema
78º - Bodas de Benjoim
79º - Bodas de Café
80º - Bodas de Nogueira ou Carvalho
81º - Bodas de Cacau
82º - Bodas de Cravo
83º - Bodas de Begônia
84º - Bodas de Crisântemo
85º - Bodas de Girassol
86º - Bodas de Hortênsia
87º - Bodas de Nogueira
88º - Bodas de Pêra
89º - Bodas de Figueira
90º - Bodas de Álamo
91º - Bodas de Pinheiro
92º - Bodas de Salgueiro
93º - Bodas de Imbuia
94º - Bodas de Palmeira
95º - Bodas de Sândalo
96º - Bodas de Oliveira
97º - Bodas de Abeto
98º - Bodas de Pinheiro
99º - Bodas de Salgueiro
100º - Bodas de Jequitibá

sábado, 3 de março de 2012

Escola Bíblica Dominical (parte 10)

O PAPEL DO PROFESSOR DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL NAS IGREJAS

O professor cristão deve ser:

Amigo, procurando relacionar-se bem com os alunos;

Intérprete, traduzindo para os alunos aquilo que lhes é ensinado;

Planejador, procurando adaptar as lições, os currículos às necessidades dos alunos;

Aprendiz, estando disposto a colocar-se no lugar dos que querem aprender mais para ensinar melhor;

Exemplo. “Assim falai, assim procedei...” (Tg 2.12). Na escola secular, o professor pode ser um mero transmissor de conhecimentos. Na Igreja é diferente. O professor tem que ser didático e exemplar.

ATITUDES DO PROFESSOR DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
 
O professor, na igreja, precisa ser “apto para ensinar” (2Tm 2.24), “dedicado ao ensino” (Rm 12.7) e, como obreiro, precisa apresentar-se “a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da verdade” (2Tm 2.15). O professor então precisa ser:

Orientador das mentes e vidas dos alunos.

Entusiasmado, sincero, humano e otimista.

Atualizado, não só em termos do que ensina, mas em outras áreas.

Não fugir do assunto da lição, contando “testemunhos” e histórias, para passar o tempo.

Enriquecer a lição com fatos novos.

Não ler simplesmente a lição diante da classe; seguir o roteiro, comentando e dando oportunidades aos alunos para se expressarem.

Não confiar no improviso; deve-se ler e preparar a lição com antecedência, conferindo com a Bíblia.

Pontual e assíduo, para não decepcionar os alunos.

Ao final de cada aula, sempre fazer a avaliação (perguntas, testes, etc).

Ver o aluno como seu potencial suplente, para isso deve treiná-lo.

Escola Bíblica Dominical (parte 9)

PRINCÍPIOS RELEXIVOS DO EVANGELISMO HOJE NA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

Não negamos o fato de que temos de melhorar e melhorar muito nossa idéia de EBD hoje em nossas Igrejas. Cada um deve, antes de tudo, reconhecer que fomos chamados por Cristo para falar de seu amor e a EBD é uma ferramenta que Deus disponibilizou-nos neste sentido.

1. Nosso ensino e evangelização têm que ter inserção na comunidade como EBD e não ser uma dicotomia entre querigma e didaquê.

2. Nosso evangelismo e ensino têm que ter estratégias e alvos a ser alcançados dentro do programa estabelecido no planejamento da Igreja na escola.

3. Nossa EBD necessita ter berço bíblico, histórico, ter raízes, tradição e identidade dentro da visão bíblica.

4. Nosso ensino e evangelismo na EBD têm que gerar uma comunidade transformada segundo a imagem de Jesus, tendo discípulos e não meros alunos.

5. Precisamos de uma EBD que, no ensino e evangelismo, leve o ser humano para o relacionamento vertical com Deus e horizontal com o próximo.

6. Precisamos de uma EBD que construa nossa identidade a partir de nossa cristologia. Nosso ensino e evangelismo têm que gerar crentes e comunidades com discipulado.

7. Se a EBD, em sua mensagem, não leva o aluno a um relacionamento com Deus e a amar o próximo, isto não é educação cristã (ensino) e nem proclamação porque Deus é Deus de relacionamentos.

8. Se na mensagem da EBD, a técnica e a forma tiverem modismos ou atrativos que objetivem tão somente o crescimento numérico, o evangelho ensinado é mais um produto e não é a mensagem do reino de Deus.

9. O ensino e a mensagem da EBD que constituem obrigação e não compromisso revelam uma distorção bíblica em seus propósitos.

10. A EBD necessita se alicerçar pelo relacionamento, ensino e evangelismo, gerando vida e crescimento na Igreja.

Escola Bíblica Dominical (parte 8)

REVITALIZANDO A TAREFA EVANGELÍSTICA NA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

A evangelização, como parte da missão, é encarnar o amor divino nas formas mais diversas da realidade humana, para que Jesus Cristo seja confessado como Senhor, Salvador, Libertador e Reconciliador. A evangelização sinaliza e comunica o amor de Deus na vida humana e na sociedade, através da adoração, proclamação, testemunho e serviço.

Educação Cristã e Evangelização formam uma base fundamental na vida cristã. A Educação Cristã na EBD estrutura e revitaliza a igreja. Sua filosofia deve basear-se num sólido conhecimento bíblico (teológico), que acreditamos determinar os objetivos de nosso ensino, sua metodologia e conteúdo.

A EBD é, ao mesmo tempo, educacional e evangelística. Richard Dramelhaus disse o seguinte: “A evangelização é a chave para se realizar a obra de Deus e a EBD é a mão que gira essa chave”.

A evangelização e a EBD devem existir numa dependência mútua para que a mesma exerça sua função bíblica. Tudo que a Igreja realiza deve passar pela vertente da Educação Cristã. A tarefa evangelizadora da Igreja sempre passou pela ênfase da educação teológica ou bíblica convergindo no discipulado. A igreja tem a tarefa de fazer discípulos (mathetês), e isso vai além de fazer convertidos.

É necessário o ensino (didaquê) que atinge o ser humano com a reflexão, capacitando para uma vida melhor sob os ditames das Escrituras. Evangelização e Educação Cristã são inseparáveis: não se pode evangelizar sem ensinar e, enquanto se ensina, evangeliza-se também.

J.M. Frost, disse o seguinte: “A EBD se torna, em seu papel de agência, aquilo que a Igreja faz dela; sendo capaz de expansão quase indefinida na eficiência da Igreja como um canal para a produção de sua energia e vida, como uma força para o estudo e ensino da palavra de Deus, como uma força para a evangelização, como uma força para a instrução e educação, como uma força para a operação missionária, como uma força para incutir o caráter cristão nos homens e mulheres e para abrir a porta da utilidade em larga escala”.

Alguns questionamentos se fazem prioritários para revitalizar a EBD: Ela está sólida? Ela está arcaica? O que irá capacitar a EBD a funcionar como uma ferramenta de crescimento eficaz? Nossa EBD evangeliza? A Igreja recebe bem os visitantes? Há um acompanhamento imediato às pessoas que freqüentam a EBD? Os membros convidam amigos para a EBD? A estrutura (disposição) das salas ajuda na recepção do visitante? O professor é um educador? Há um clima positivo para mudanças, se necessárias? Os membros da Igreja, o pastor, professores visitam e se interessam por outras pessoas? Os alunos da EBD mostram responsabilidade e compromisso com a visão, dando acompanhamento imediato a essas pessoas?

Ken Hemphill aborda quatro pontos para nossa reflexão:

Uma visão na tarefa da evangelização: é preciso recuperar o foco da evangelização, que é o conteúdo da missão. Foi este o foco que determinou a organização e a estrutura da EBD em sua gênese na Inglaterra e na América. O foco do evangelismo na EBD tem um efeito dominó, capacitando-a a se tornar uma ferramenta de crescimento. Somos chamados a ir = evangelizar, batizar = assimilar, e a ensinar = discipular.

Ênfase no compromisso: muitos têm relegado a EBD a um segundo plano. É preciso apoio pastoral a esse ministério, bem como da liderança da Igreja.

Visão do trabalho em equipe: a EBD precisa ter evangelismo, assimilação, ensino e comunhão na integração dos novos crentes em classes ou grupos pequenos.

Propósito definido: uma vez que a EBD perde sua ênfase na evangelização, os seus programas começam a fracassar. A EBD precisa redefinir seu propósito senão ela permanecerá mutilada. Se ela for adequadamente plantada, organizada, ela se tornará uma ferramenta para alcançar o ser humano para Cristo.

Escola Bíblica Dominical (parte 7)

MINISTRANDO A AULA

1. Uma Boa postura, Uma Boa impressão.

Ao entrar em sala de aula, fique ciente que você estará em contato com pessoas de todas as qualidades. É indispensável que o professor procure andar sempre bem vestido, limpo, com o cabelo sempre penteado, a unha sempre feita. Ao saber que irá ter que perto dos outros, procure escovar antes os dentes, usar desodorante para não deixar uma má impressão.

2. Evite Excessos.

Quando for ministrar, evite ficar enxugando o rosto demais com um lenço, colocando a mão no bolso, ou até mesmo se movendo de um lado para o outro. Seja controlado em tudo o que for fazer. Lembre-se: tem sempre alguém de olho em você.

3. Fale de Modo Compreensível.

Ao falar diante da classe, procure estar calmo para que você não se atropele em palavras. Não fale tão devagar para não cansar, nem tão rápido a ponto de as pessoas não lhe entender. Não fale tão baixo nem tão alto. Evite palavras que você não sabe o significado e nunca fale uma palavra errada diante da classe.

4. Não se perca do Assunto.

Ao ministrar evite os testemunhos pessoais ou prolongados, nem ao menos, se pegue dizendo o que aconteceu com o seu vizinho ou o que passou no jornal. Se servir como base para sua lição, tudo bem. Não tente remendar aquilo que você já disse. Se o assunto é salvação, fale sobre salvação. Estude bastante a ponto de você estar inteirado com o assunto.

5. Use recursos para prender a atenção do aluno.

Cada aula tem uma maneira de se ministrar de modo a fazer com esta fique marcada na mente dos alunos. Lembre-se sempre: Uma boa aula terá: 1) Algo para ver; 2) Algo para sentir; 3) Algo para fazer.

6. Chame seus alunos pelo Nome.

O nome de cada pessoa soa como uma música ao ser mencionado pelo seu professor. Nunca tente colocar apelidos em seus alunos em sala de aula. Isso desmoraliza o aluno e acaba magoando as pessoas. Sempre que puder, chame-os pelo nome. Ao chegar à sala de aula, procure logo aprender o nome de seus alunos.

7. Nunca use de Favoritismo.

Ao fazer elogios, procure generalizá-los, fazendo com que todos se sintam bem. Não faça elogios individuais nem chame atenção na frente de todos. Seja professor de todos os seus alunos.

Escola Bíblica Dominical (parte 6)

PREPARANDO-SE PARA MINISTRAR

1. Um Horário Organizado Economiza Tempo.

Um horário organizado evita que a pessoa perca tempo pensando no que vai fazer em seguida, ou procurando lembrar-se do que precisa fazer naquele dia. Um bom costume é preparar duas listas de coisas para fazer. Na lista “A” coloque as urgentes (devem ser feitas hoje). Na lista “B”, escreva aquilo que você fará se der tempo.

Existem coisas que você costuma fazer todos os dias (culto doméstico, oração, estudo, etc.). Para essas tarefas tenha um horário estabelecido, você logo descobrirá qual é a melhor hora para cada atividade. Em que horário você conseguirá reunir toda a família para o culto doméstico? Qual a hora mais tranqüila em que sua mente está com melhor disposição para estudar? O período do preparo da lição deve começar desde cedo.

Segunda-feira: leitura bíblica com meditação, do texto e do contexto da lição. O texto e o contexto às vezes são de pouca extensão, mas às vezes alongam-se muito. Você verá que tal leitura com meditação e oração muito o ajudará na seleção de meios auxiliares de ensino a serem utilizados no domingo, conforme o tempo disponível.

Terça-feira: leitura com meditação do manual do professor e igualmente do manual do aluno. Você verá que mais idéias práticas obterá aqui para a utilização de meios auxiliares de ensino.

Quarta-feira: estudo das personagens bíblicas envolvidas direta e indiretamente na lição, tanto as do texto como as do contexto da lição. Também na quarta-feira, conforme a faixa etária de seus alunos, inclua no estudo o que puder, de cronologia e geografia bíblicas, para que assim você possa situar a lição no tempo cronológico e no espaço geográfico do mundo bíblico. Isso dá um colorido e dimensão à lição. Você precisa ter acesso a mapas bíblicos e gráficos cronológicos do período da história bíblica.

Quinta-feira: para alunos a partir da fase da adolescência, estude o que puder de História Geral. Como você vai saber o que estava ocorrendo no mundo secular da época de que trata a lição bíblica? E esses fatos têm muito a ver com a lição bíblica (contando que sejam verídicos, documentáveis).

Sexta-feira e Sábado: prepare o seu plano de aula, com oração, recapitulando tudo o que se propõe a apresentar a seus alunos, tanto em relação à sala de aula, como atividades para casa.

Domingo: vá para a classe preparado no que depender de você. Lembre-se: Deus ajuda a quem trabalha, e Ele mesmo “trabalha para aquele que nele espera” (Is 64.4).

2. Período Razoável para Estudar.

Cada um deve descobrir qual deve ser a duração de seu período de estudo. Períodos muito curtos desperdiçam tempo, pois quando o pensamento começa a engrenar, chega a hora de parar. Períodos muito longos não produzem bons resultados. Quando a mente fica cansada de um assunto, as idéias se confundem e logo são esquecidas. Lembre-se: o verdadeiro aprendizado é lento, sobretudo para pessoas que já se afastaram da escola há muito tempo. Não queira aprender tudo de uma vez.

3. Onde Estudar.

Escolha um local ideal para estudar. Esse local deve ser:

Um local apropriado. Bem ventilado, iluminado e tranqüilo; um local onde você se sinta bem.

Um local isolado. Onde ninguém o perturbe. Deverão lhe acompanhar livros, papel, lápis, caneta, borracha, dicionário, régua, caderno, etc.

Um local que o mantenha alerta. A cama não é um bom lugar para nela estudar. Você poderá ficar muito relaxado e distrair-se ou mesmo, dormir. O melhor lugar para se escrever é numa mesa ou escrivaninha. Talvez não seja a posição mais cômoda, mas você manterá sua mente alerta e disposta para o estudo.

Um local que não o distraia. Limpe a mesa de tudo que possa distraí-lo do estudo: fotografias, lembranças de viagens, troféus, etc. Além de proporcionar mais espaço para espalhar seu material de estudo, evitará que você perca tempo com divagações. É recomendável que sua mesa não fique voltada nem para a porta nem para a janela. Você poderá distrair-se com as pessoas que passam pela ou se pôr a contemplar a paisagem em vez de estudar

4. Condições Físicas.

Se você sente-se cansado freqüentemente, talvez haja algo errado com sua saúde. Provavelmente você precisa procurar um médico. Problemas de audição ou de visão devem ser tratados logo. Se negligenciarmos, eles podem aumentar ou complicar-se.

5. Oração.

O crente nunca está sozinho. A ajuda do Espírito Santo tanto na preparação como na ministração é indispensável. Deus pode nos usar quando estivermos estudando ou ministrando a aula. Podemos contar com a ajuda de Deus em todos os momentos. Orar muito nunca faz mal a ninguém, mas se orar pouco...

Escola Bíblica Dominical (parte 5)

A FORMAÇÃO INTEGRAL DO PROFESSOR DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

O professor da EBD, além de ser uma pessoa dedicada ao ensino, precisa ter uma formação mais ampla para que possa atender às demandas na Igreja local, por parte de um alunado cada vez mais exigente, em termos de conhecimento e cultura, sem perder a visão de que é um servo de Deus, e necessita dramaticamente da Graça de Deus e da Unção do Espírito Santo, para cumprir bem a sua tarefa no novo milênio.

1. Requisitos para o Ingresso no Corpo Docente.

No recrutamento de professores deve ser verificado se o candidato: 1) É crente salvo; 2) É assíduo e pontual; 3) Saúde e equilíbrio emocional; 4) Boa apresentação; 5) Voz firme, agradável, convincente; 6) Naturalidade e desembaraço; 7) Firmeza e perseverança; 8) Imaginação, iniciativa e liderança; 9) Vocação para o magistério; 10) Exemplaridade moral; 11) É membro da Igreja; 12) Tem bom testemunho (fiel, maduro, submisso); 13) Quer e pode servir ao Senhor; 14) É aplicado ao estudo da Palavra de Deus; 15) É batizado com o Espírito Santo; 16) Pode freqüentar reunião de Estudo Semanal; 17) Tem ou pode fazer de imediato um curso de Preparação de professores; 18) Tem ou pode começar logo um Curso Básico Teológico; 19) Assume a EBD como prioridade, suas reuniões, seus cultos evangelísticos, etc.; 20) Órgãos de fonação, visão e audição em boas condições; 21) Linguagem fluente, clara e simples (o tom de voz deve ser igual ao de uma conversa; não gritar; a linguagem deve ser simples e gramaticalmente correta; evitar o uso de gírias e expressões ou palavras vulgares); 22) Confiança em si mesmo, com perfeito controle emocional; 23) Habilidade de criar e manter boas relações com seus alunos (sociabilidade).

2. A Formação Didática-Pedagógica do Professor.

Neste preparo é necessário:

Saber planejar bem suas aulas: Ao planejar, devemos responder às seguintes perguntas: 1) O que pretendemos alcançar? 2) Como alcançar? 3) Em quanto tempo? 4) Como avaliar o que foi alcançado?

Saber porque planejar: 1) evitar a rotina e a improvisação; 2) contribuir para a realização dos objetivos visados; 3) promover a eficiência do ensino; 4) garantir a economia de tempo e energia.

Ter conhecimento de psicologia educacional: entender que os alunos são diferentes em tudo e que as diferenças variam conforme seu desenvolvimento físico, mental, social e espiritual.

Valorizar o processo de comunicação humana: não se limitar a transmitir a mensagem apenas intelectualmente, mas valorizar os aspectos emocional e volitivo da comunicação. As seguintes perguntas devem ser respondidas: 1) O que sei é o que desejo que esses alunos saibam também? 2) O que sinto é o que desejo que eles sintam também? 3) O que faço é o que quero que eles façam?

Preparo didático: consiste na técnica de dirigir e orientar a aprendizagem; são técnicas de ensino. 1) Domínio dos métodos de ensino-preleção: perguntas e respostas; discussão; narração; leitura; dinâmica de grupo. 2) Domínio dos meios auxiliares de ensino multimídia: quadro de giz; flanelógrafo; flip-chart. 3) Conhecer os sistemas de avaliação (qualidade e quantidade): avaliação do corpo discente, docente e da organização administrativa e pedagógica.

Precisa estar motivado: saber e dominar o que vai ensinar.

3. Identificando os Autênticos Educadores da EBD.

Há diferença entre professores e educadores no que se refere à práxis do ensino cristão? Como podemos distingui-los, identificá-los? É suficiente dominar métodos, procedimentos e técnicas didáticas ou ser um expert em comunicação? Óbvio que não! Este tema, discutido e refletido no âmbito da educação secular, assume maior importância e dimensão no da educação cristã. Nenhum educador cristão deve fracassar diante da tentação de apenas manter seus alunos informados a respeito da Bíblia e da vontade de Deus. Antes, deve torná-los, através da influência do próprio exemplo, praticantes da Palavra e perseguidores da vontade divina.

Convicção de sua chamada: com o intuito de edificar e aperfeiçoar sua Igreja, Cristo concedeu vários dons aos homens e, dentre eles, o de mestre (Ef 4.11,12). E quem são os mestres? Mestres são aqueles que recebem de Deus um dom especial para esclarecer, expor e proclamar a Palavra de Deus. Isto significa que, além da vocação e das aptidões naturais para o magistério, o ensinador cristão precisa ter convicção plena de sua chamada específica para o ministério de ensino cristão.

Dedicados ao ministério de ensino: muitos são freqüentemente colocados à frente de uma classe por seus líderes, mas não receberam de Deus a confirmação de sua chamada. Não sabem realmente porque foram colocados naquela função. Como identificar os professores genuinamente chamados para serem educadores? Os chamados, enquanto ensinam, sentem seus corações inflamarem pela atuação poderosa do Espírito Santo. Eles amam intensamente sua missão. Têm dedicação em sua prática docente: “se é ensinar, haja esmero ao ensino” (Rm 12.7b). E o que significa esmero? Esmero significa integralidade de tempo no ministério de ensino, ou seja, estar com a mente, o coração e a vida totalmente voltados para esse mister. Ser ensinador cristão é diferente de ocupar o cargo de professor; envolve chamada específica e capacitação divina.

Comunhão real com Cristo: essa é outra característica que diferencia o educador cristão de um simples técnico de ensino – o relacionamento real com o Senhor Jesus. Em outras palavras, significa que Cristo é, em primeiro lugar, seu salvador pessoal, salvou-o de todo o pecado e é também Senhor e dono da sua vida. Há professores que não têm certeza da própria salvação; como poderão ensinar Soteriologia? Outros não oram, não lêem a Bíblia e não têm vida devocional. São técnicos! No magistério cristão, de nada adianta ensinar o que não sente e não vive. O educador deve ensinar aquilo que está disposto a obedecer.

Seguem o exemplo de Cristo: a melhor maneira de unirmos as funções de professor e educador é seguirmos o exemplo de Jesus. Ele foi, em seu ministério terreno, o maior professor e pedagogo de todos os tempos; usou todos os métodos didáticos disponíveis para ensinar: 1) fazia perguntas para induzir a audiência a dar a resposta correta que Ele buscava; 2) indagava indiretamente exigindo que seus discípulos comparassem, examinassem, relembrassem e avaliassem todos os conteúdos; 3) exemplificava com parábolas, contava histórias e usava vários métodos criativos. Conforme declarou LeBar, citado por Howard Hendricks no Manual de Ensino (CPAD):

Jesus Cristo era o Mestre por excelência, porque ele mesmo encarnava perfeitamente a verdade. Ele entendia perfeitamente seus discípulos, e usava métodos perfeitos para mudar as pessoas individualmente e sabia como era a natureza humana e o que havia genericamente no homem (Jo 2.24,25). Ensinava complexidades usando a linguagem simples das coisas do dia-a-dia. Sua linguagem sempre era tangível à experiência das pessoas – emprego, problemas pessoais, costumes, vida familiar, natureza, conceitos religiosos etc. Seus instrumentos pedagógicos eram os campos, as montanhas, os pássaros, as tempestades, as ovelhas. Em suma, qualquer coisa que estivesse ao seu alcance Ele usava como ferramenta de ensino.

Nunca cessam de aprender: um autêntico educador, ao contrário de certos professores que se sentem “donos do saber”, são humildes e estão sempre com disposição para aprender. Ele não se esquece que o homem é um ser educável e nunca se cansa de aprender. Aprendemos com os livros, com nossos alunos, com as crianças, com os idosos, com os iletrados, enfim, aprendemos enquanto ensinamos. Não há melhor maneira de aprender do que tentar ensinar outra pessoa. O professor-educador deve estar atento a qualquer oportunidade de aprender. Quando não souber uma resposta, é melhor ser honesto e dizer que não sabe. A ausência do orgulho diante da realidade de “não saber”, facilita e promove a aprendizagem.

Exercem liderança positiva: é outra peça-chave na constituição dos educadores cristãos autênticos. Tendo consciência ou não, quem ensina sempre exerce liderança sobre quem aprende. Essa liderança será positiva ou negativa, em função da postura espiritual assumida pelo educador. Os ensinamentos, conceitos, princípios e conselhos ministrados aos seus alunos, dificilmente deixarão de influenciá-los. De que modo pode o professor evidenciar liderança positiva? Eis algumas dicas: 1) apoiando o pastor de sua igreja; 2) dando assistência aos cultos; 3) participando efetivamente no sustento financeiro da obra de Deus (dízimos e ofertas); 4) integrando-se à igreja: presença e atividades nos cultos; 5) mantendo-se distante dos “ventos de doutrinas”; 6) sendo eticamente correto; 7) vivendo o que ensina (personificar a lição); 8) ter um lar cristão exemplar; 9) apoiar a missão e a visão da igreja local; 10) não usar a sala de aula para promover revoltas e dissoluções; 11) colocar como alvo o nascimento de uma nova classe a cada ano; e 12) geração de novos professores a cada ano.

Cabe aos educadores cristãos a responsabilidade de instruir, guiar e orientar o caminho de outros servos de Deus. O professor que não se limita a dar instruções, precisa ser cada vez mais consciente de sua tarefa, não no sentido de mera assistência, mas em suas atitudes e atos em relação à obra de Deus e a Cristo. O resultado desta missão será energicamente cobrado. Chegará o dia em que cada obreiro do ensino dará contas de si mesmo a Deus (Rm 14.12).

Escola Bíblica Dominical (parte 4)

A ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

Nossa primeira e grande preocupação deve ser que, tudo que fizermos para o Senhor, façamos bem feito. Em Jr 48.10 está escrito: “Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente!...” Um dos aspectos que implica em executar bem o trabalho do Senhor é a organização. É indispensável em todos os aspectos de nossa vida e também no trabalho que realizamos para Jesus. Nada é mais desagradável do que visitarmos uma dona de casa desorganizada. Uma empresa ou um escritório desorganizado não transmite confiança em ninguém.

A Bíblia deixa claro que o nosso Deus não é Deus de confusão. Quando estudamos sobre a criação notamos que todas as coisas criadas obedecem a um plano altamente organizado. Há na natureza um equilíbrio perfeito, como por exemplo, a seqüência dos dias e das noites e das estações do ano ou a órbita dos planetas. Pasmamos ante a movimentação dos astros nos céus cada um em seu próprio caminho e jamais se chocarem.

E que dizer da ordem que Deus determinou ao estabelecer as festas e os sacrifícios para o povo de Israel? Cada objeto no Tabernáculo tinha o seu lugar específico. A disposição das Tribos e das famílias no acampamento, a ordem dos cantores no serviço do Templo. Textos, como o de Rm 12.3-5, nos fazem entender que também na Igreja Primitiva havia uma ordem estabelecida.

1. As Dependências.

Para que possa haver boa organização é preciso que haja uma estrutura que favoreça isso. Ao construirmos novos templos devemos cuidar para que as instalações favoreçam o crescimento “total” da Igreja. Não apenas o crescimento numérico, mas também o crescimento espiritual através de um departamento de educação cristã, bem organizado e atuante, sendo os seus obreiros cheios do Espírito Santo e preparados para ensinar.

O ideal seria que toda Igreja tivesse em sua dependência ao menos uma sala pastoral, uma secretaria bem organizada, com sala própria, uma tesouraria independente, sala para o departamento de missões e evangelização, salas amplas e equipadas para classes da EBD, um salão para eventos, etc. A EBD crescerá enquanto houver espaço para isso.

Essas dependências devem oferecer algumas condições básicas para o funcionamento das classes, tais como: ventiladas e bem iluminadas; tamanho apropriado para comportar uma classe normal; permitirem visualização externa; dotadas de recursos áudio visuais; e dotados de móveis apropriados.

2. A Delegação de Cargos.

O nosso Manual da EBD sugere a disposição dos cargos assim: 1) Diretor; 2) Superintendente; 3) Vice-presidente; 4) 2 secretários; 5) Tesoureiro; 6) Professores; 7) Bibliotecário; 8) Dirigente musical; 9) Porteiros e introdutores.

Uma outra sugestão dada por nossos especialistas em EBD, baseadas também em nosso Manual, é: 1) Diretor; 2) Superintendente; 3) Vários superintendentes conforme o porte; 4) Coordenadores de seções (classes congêneres); 5) Secretários (conforme o porte); 6) 2 arrecadadores (controle e guarda da tesouraria); 7) Professores (dois em cada classe); 8) Bibliotecário; 9) Dirigente musical; 10) Porteiros e introdutores; 11) Líderes de equipes de visitas (em cada classe); 12) Secretários de classe.

3. O Programa da EBD.

Segue-se uma sugestão para um programa da EBD:

Oração (20 – 30 minutos): o sucesso da EBD depende não só do ensino que os alunos receberão, mas também da dedicação à oração manifesta por todos. Logo de início deve-se orar a Deus no sentido de que Ele inspire os professores ao comunicarem a Palavra, e abra a mente dos alunos para que a entendam.

Abertura (10 – 12 minutos): inclui hinos de louvor a Deus, relacionados com o tema da lição; leitura do texto bíblico referente à lição. Na oportunidade, deve-se orar pelos alunos e professores ausentes, por motivos de enfermidades, viagens ou outros problemas. O horário de início deve ser obedecido pontualmente. Nesse sentido os professores devem ser o exemplo, chegando à Igreja sempre 10 a 15 minutos antes do início.

Estudo da lição (45 – 60 minutos): é o ponto alto da EBD. O uso de métodos e técnicas apropriadas tornará o estudo agradável e facilitarão a aprendizagem, seja em classes de adultos, jovens, adolescentes ou infantis.

Programas Especiais (de acordo com as conveniências): dias especiais como: Natal (lembrando o nascimento de Jesus), Páscoa (lembrando a Morte e Ressurreição de Jesus), datas cívicas (Proclamação da República, Independência, etc.), dia das crianças, dos pais, das mães, da EBD, de Missões, etc., que devem ser comemorados de forma especial. Essa comemoração pode ser em forma de recitação, discurso, homenagem especial, palestra, recital de música relacionada ao assunto, etc.

Encerramento (15 – 30 minutos): poderá ser mais prolongado quando houver programa especial. Deve incluir a aplicação prática da lição, recitação das classes, leitura do relatório geral com destaque para os assuntos mais positivos, anúncios e oração final.

Escola Bíblica Dominical (parte 3)

OS OBJETIVOS DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

Para nossa melhor compreensão, dividimos os objetivos da EBD em dois grupos:

1. Os que Cumprem Diretamente a Grande Comissão.

Ganhar Almas: A maioria dos alunos da EBD é composta por salvos, mas nem todos os que se dizem crentes são realmente salvos. Uma grande parte dos filhos dos crentes, criados e freqüentes na Igreja, nunca tiveram um encontro pessoal com Cristo. Os professores devem interessar-se pelos seus alunos, sondando-os e guiando-os a Jesus através da Palavra de Deus e da oração. Além disso, a direção da EBD pode e deve fazer periodicamente campanhas para evangelizar e procurar matricular em suas classes os vizinhos e amigos da Igreja. A conversão dos pecadores é conduzida pelo ensino e pregação da Palavra de Deus (Sl 51.13).

Desenvolver a Espiritualidade e o Caráter Cristão: Depois de ganhar, de fato, o aluno para Cristo, vem a responsabilidade de conduzi-lo, passo a passo, ao conhecimento cabal dos fatos e ensino da Bíblia. Esse desenvolvimento requer por parte dos professores um conhecimento individual de cada aluno, para que possa aplicar bem as lições, atingindo os seus objetivos. Assim, o aluno estará sendo ajudado a aplicar os princípios cristãos a todos os seus relacionamentos e deveres, crescendo até chegar à maturidade cristã. O Ensino da Palavra de Deus feito sob a unção do Espírito Santo, tem poder para limpar o homem dos maus hábitos, próprio dos mundanos, e formar hábitos cristãos, dignos de um cidadão do céu (Sl 15).

Treinar Obreiros para o Serviço Cristão: O cumprimento deste objetivo envolve despertar e adestrar o aluno para o serviço cristão. Quase todos os obreiros que têm se destacado no ministério cristão, são oriundos da Escola Bíblica Dominical. Bons obreiros são aqueles encontrados na EBD. A própria EBD forma seus obreiros. É como o “Manual da EBD” bem define: “O lema da EBD completa deve ser: cada aluno um crente salvo; cada salvo, bem treinado; cada aluno treinado, um obreiro ativo, diligente e dinâmico”. A EBD deve ajudar a cada aluno a encontrar o seu lugar de serviço como membro do corpo de Cristo, a Igreja e, então, cumpri-lo. Este serviço é chamado de assimilação. Cuidemos dele muito bem, pois as pessoas que conseguem sair de nossa Igreja para uma outra, geralmente o faz porque a outra lhe deu oportunidades para fazer alguma coisa.

2. Os que Visam as Necessidades Particulares.

Cada escola deve ter objetivos particulares. Esses objetivos devem ser revistos periodicamente, podendo ser alterados, visando sempre o crescimento da escola e do reino de Deus. Podemos citar como exemplos dentre outros:

Preparar Jovens para o Casamento Cristão: Pode ser cumprido com a promoção de instrução a respeito do comportamento cristão no namoro e seu alvo. Conhecimento e respeito às diferenças entre os sexos masculino e feminino, etc. Cada escola deve ter a preocupação em possuir uma classe que esteja sempre voltada para aqueles jovens que enfrentam problemas no seu relacionamento sexual.

Ajudar a Consolidação do Casamento Cristão: Alcançando com orientação quanto ao início da vida conjugal: sua adaptação, seus alvos comuns, criação dos filhos sob disciplina, etc.

Preparar a Igreja para o Uso dos Dons Espirituais: Pesa sobre a EBD a responsabilidade de ensinar a Igreja quanto ao uso dos Dons Espirituais, já que vivemos numa era em que as ondas heréticas têm surgido desenfreadamente.

Reeqüilibrar Lares Atingidos por Separações Conjugais: Na EBD, a família com problemas dessa natureza, encontrará, nos professores, alguém que seja capaz de lhes ouvir, e assim, orientar-lhes quanto ao que devem fazer. A EBD cumprirá com esse papel criando classes específicas para pessoas que perderam o cônjuge, quer por falecimento, abandono, adultério, etc., com instruções específicas conforme a necessidade.

Formar Professores: Classes podem ser criadas, que funcionem no mesmo horário da EBD, vindo a formar professores para atuar na própria EBD. Pode funcionar no período de 12 meses, dividido em dois semestres de aula (ou menos tempo de acordo com a direção da EBD). Nessa classe de formação de professores deverão ter: Matérias Bíblicas (Introdução ao Estudo da Bíblia, A vida de Cristo, Maneiras e Costumes Bíblicos, etc), Doutrinas Fundamentais de Nossa Fé (Salvação, Cura Divina, Batismo com o Espírito Santo, Batismo em Águas, A Segunda Vinda de Cristo, e outras.), Matérias de Apoio ao Professor (Português Prático, Noções de Psicologia Aplicada e de Pedagogia, Métodos e Técnicas de Ensino, etc.) entre outras.

Instruir para Fases Específicas da Vida: Instruções específicas sobre a menopausa, suas reações e conseqüências, ajudam bem as pessoas a superar as dificuldades dessa fase da vida feminina. Da mesma forma sobre a andropausa, fenômeno da vida masculina, etc.

Escola Bíblica Dominical (parte 2)

A EBD é a escola de ensino bíblico da Igreja que, evangeliza enquanto ensina, conjugando assim os dois lados da grande comissão de Jesus à igreja, conforme Mt 28.20 e Mc 16.15.

“... ensinando-vos a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado”

“Ide por todo o mundo, pregai o meu evangelho a toda criatura”

A EBD difere das demais escolas seculares pelo fato de tratar-se de ensino plenamente divino e, quando secular (humano), paralelamente, é traçado com base bíblica.

A EBD ensina o homem a ter posições ou lugar nas mansões celestiais; a escola secular ensina a alcançar êxito aqui na terra. É também a única agência de ensino a qual trata metódica e sistematicamente do estudo da Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada.

1. A Essência da EBD: O Ensino Bíblico.

Ao primeiro casal: Deus teve um cuidado todo especial em ensinar ao homem e, à primeira mulher, o caminho da obediência. Em Gn 2.16 e 17, vemos Deus ensinando ao casal de que árvores poderiam comer e da árvore que não poderiam comer. Parece que esse casal havia recebido mais instruções de Deus a respeito da família, pois ao nascer Abel, a declaração foi imediata: “Alcancei do Senhor um varão” (Gn. 4.1).

Na Era Patriarcal: Em Gn 6.13-22, Deus ensina Noé a fazer a Arca. A idéia de ensino é expressa no versículo 15 do mesmo capítulo: “desta maneira farás”. Em Gn 18.19, Deus revela sua confiança em Abraão após a sua chamada do cap. 12, onde é expresso que Abraão transmitiria o ensino aos seus filhos.

No Tempo de Moisés: Moisés recebeu de Deus a incumbência de retirar o povo do Egito, para transformá-lo em uma nação testemunha de Jeová (Dt 14.2; Rm 3.2). O Senhor lhe permitiu aprender através de um curso com duração de quarenta anos, por experiências duras, lutas, provações e dificuldades. Para se revelar, Ele se utilizava símbolos, festas e leis (Ex 12,13,16,20; Lv 23; Nm 21.4-9). Seu futuro lar seria uma escola onde os filhos aprendiam a temer a Deus (Dt 6.7; 11.18,19). Também o ensino podia ser transmitido em reuniões públicas por meio de Moisés e seus delegados (Dt 1.9-18; 31.12,13).

No Período dos Reis, Sacerdotes e Profetas: Os sacerdotes levitas eram encarregados do culto divino com sacrifícios e tinham o encargo de ensinar a Lei (Dt 24.8; 1Sm 12.23; 2Cr 15.3). Enquanto os sacerdotes faziam a intermediação entre o povo e Deus, os profetas faziam entre Deus e o povo. Os reis, quando obedientes a Deus, ajudavam aos sacerdotes e profetas na promoção do ensino. Josafá fez isso (2Cr 17.7-9) e mais tarde Davi aperfeiçoou a liturgia e o louvor no culto (1Cr 15.16; 16.4-6,37-42).

No Cativeiro Babilônico: As sinagogas foram utilizadas no exílio em substituição ao templo. Eram utilizadas como escola bíblica, casa de culto e escola pública.

No Pós-Cativeiro: Quando o povo israelita voltou do cativeiro, Deus usou Esdras e Neemias que promoveram um avivamento espiritual. Houve uma intensa disseminação da Palavra de Deus, um vigoroso ministério de ensino bíblico. Em Ne 8, temos informações detalhadas dessa escola, o primeiro movimento de ensino bíblico metódico mais parecido com a nova EBD de hoje: Esdras ensinava a Bíblia aos homens, mulheres e crianças (v.3; 12.43). Ia da manhã ao meio dia e tinha 26 ajudantes (vv. 4,7,8). O capitulo 9, registra que a operação do Espírito Santo em profundidade no meio do povo, foi resultado desse trabalho. O povo se arrependeu e confessou suas falhas.

Na Época de Jesus: Em Jesus o ensino religioso atingiu o seu ápice. Ele é o Mestre dos mestres. O Dr. Antônio Gilberto escreveu que, das 90 vezes que alguém se dirigiu a Jesus, nos Evangelhos, 60 vezes Ele é chamado de Mestre. Ele exerceu um Ministério triplo: pregava, ensinava e curava. Ele ensinava nas sinagogas (Mc 6.2), em casas particulares (Mc 2.1), no Templo (Mc 12.35), às multidões (Mc 6.34), a pequenos grupos e individualmente (Jo 3 e 4). Os discípulos de Jesus também ensinavam (At 5.21). O Ministério tríplice de Jesus foi ordenado e confiado à Igreja por Ele (Mt 28.19; Mc 16.15,18).

Na Era da Igreja: O Senhor Jesus ensinou aos discípulos e os discípulos aprenderam e perseveravam no ministério cristão (At 11.26). Eles ensinavam publicamente (At 20.20), de casa em casa (At 5.42), nas sinagogas (At 19.8) ou por intermédio de cartas doutrinárias (1Co 5.9; 12.1). Depois de tantos anos de atividades voltadas ao ensino, a Igreja arrefeceu o ensino bíblico até estacioná-lo. Heresias, superstições e até paganismo entraram nela. Abandonou o método prescrito por Jesus: o de pregar e ensinar. Ganhou fama, mas, perdeu poder. As densas trevas espirituais da Idade Média a alcançaram. Séculos depois, Deus despertou homens corajosos para promoverem uma revolução espiritual por meio do ensino e instrução religiosa. A Bíblia então esquecida, foi traduzida para a linguagem do povo.

2. A História da EBD

Sua História no Mundo:

A Escola Dominical teve sua origem na Inglaterra, com Robert Raikes, em 1780. Ela tinha o propósito de oferecer instrução às crianças pobres que trabalhavam, usando para isso o único dia livre da semana. Raikes tirava as crianças das ruas, limpando-as, alimentando-as e iniciando-as ao estudo da Bíblia. Tinha o propósito de oferecer educação básica aos que não podiam freqüentar escolas públicas. O objetivo era a Educação Cristã, isto é, transmitir o conhecimento religioso e o comportamento associado a ele à classe mais empobrecida de jovens. Fornecia um alicerce sobre o qual as crianças podiam construir suas vidas morais.

Sua História no Brasil:

Seu início se deu em 19 de Agosto de 1855, na cidade de Petrópolis no Rio de Janeiro. Seu fundador, Robert Kalley e sua esposa, a Da. Sarah Poulton, um casal de missionários escoceses, realizam a Primeira Aula de Escola Dominical para cinco crianças em sua residência, o que resultaria na Fundação da Igreja Evangélica Fluminense, embrião da Igreja Congregacional. Hoje, a Escola Dominical tem produzido excelentes resultados na vida dos alunos individualmente, na Igreja, no lar, na comunidade, através do ensino bíblico, daí apelamos a todos para que a chamemos de Escola Bíblica Dominical.

Escola Bíblica Dominical (parte 1)

INTRODUÇÃO

“Ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado...” (Mt 28.20a).

É impossível refletir sobre a EBD sem que fiquem claras duas funções por ela exercidas: ensino e evangelização. Isto é, querigma (pregação) e didaquê (ensino).

Desde os tempos bíblicos, a preocupação com o ensino e a evangelização é muito forte. No Antigo Testamento, Israel é chamado a educar as gerações vindouras sobre a lei de Deus. No Novo Testamento, Jesus dá instruções a seus discípulos, na grande comissão de Mateus 28.18-20 enfatizando a pregação e o ensino.

Desde os primórdios, a Igreja Cristã permaneceu, enquanto pôde, aprendendo nas sinagogas e recebendo os ensinos. Quando foi expulsa das sinagogas, passou a reunir-se nas casas (At 2.42).

A EBD não é uma atividade opcional, é uma atividade essencial. Ela se confunde com a própria essência da Igreja. “E perseveravam na doutrina dos apóstolos” (At 2.42). A EBD não é uma parte da igreja; é a própria igreja ministrando ensino bíblico metódico.

Onde fica a EBD no programa geral de nossas igrejas? Qual a sua importância? A EBD conjuga os dois lados da Grande Comissão dada à Igreja (Mt 28.20; Mc 16.15). Ela evangeliza enquanto ensina. O cumprimento da Grande Comissão através da EBD pode ser visto em quatro etapas:

- Alcançar: a EBD é o instrumento que cada igreja possui para alcançar todas as faixas etárias.

- Conquistar: através do testemunho e da exposição da Palavra: “... serão todos ensinados por Deus... todo aquele que do pai ouviu e aprendeu vem a mim” (Jo 6.45). A conversão é perene quando acontece através do ensino.

- Ensinar: até que ponto estamos realmente ensinando aqueles que temos conquistado? O ensino das doutrinas e verdades eternas da Bíblia, na Escola Dominical deve ser pedagógico e metódico como numa escola, sem, contudo deixar de ser profundamente espiritual.

- Treinar: devemos treiná-los para que instruam a outros.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Congregação Águas Vivas - Escolha a Melhor



Diante do Trono Branco

Os faraós do Egito.

Reis maldosos como Eglom, rei de Moabe.

Homicidas como Caim.

Traidores como Judas Iscariotes.

Mentirosos como Ananias e Safira.

Falsos crentes como Alexandre, o latoeiro.

Os cruéis imperadores como Calígula, Nero e Domiciano

Governantes que praticaram verdadeiras atrocidades como Lênin, Hitler, Stálin, Mussoline, Xá Reza Pahlevi, Mão Tse-Tung, Id Amim Dada, Nicolai Ceaucescu, Ferdinand Marcos, Saddam Hussein, Muamar Kaddafi,, Augusto Pinochet, Slodoban Milosevic e outros tantos tiranos desalmados.

Falsos líderes religiosos que conduziram milhares de almas para a perdição eterna com suas malditas heresias, como Charles Russel, Joseph Smith, Mokiti Okada, Masaharu Taniguchi, Sum Myung Moon, Jin Jones, Shoko Asahara.

Astros de Hollywood que incitaram todo tipo de violência, infidelidade conjugal, promiscuidade e irreverência.

Mafiosos, terroristas, aliciadores de menores, bicheiros, traficantes de drogas, ladrões impiedosos, depravados, seqüestradores, estupradores cruéis, sanguinários, adoradores de satã.

Políticos corruptos que saquearam os cofres públicos, Enganadores com seus conselhos esotéricos e astrológicos, Racistas, como os membros da famigerada organização racial Ku Klux Klan.

Bruxos que mutilaram crianças indefesas para a realização de seus rituais macabros.

Ateus confessos que não creram em Deus e perverteram a mente de milhares de crianças para que a semente da fé não pudesse ser inserida em seus corações.

Aqueles que cuidaram unicamente da filantropia, do social, deram esmolas e cestas básicas, todavia, não beneficiaram a própria alma, não aceitaram a Jesus como Salvador.

Cabisbaixos, estarão aqueles que conheceram a Jesus como Senhor e Salvador, mas depois, a vaidade, o orgulho, o pecado os venceu. Participaram ativamente das programações de suas igrejas, escola dominical, departamento de evangelismo, mocidade, círculo de oração, equipe de visitas, receberam bênçãos especiais como o batismo com o Espírito Santo e dons espirituais. Tinham cargos na Igreja local, eram dizimistas, tinham ótima freqüência nos cultos, porém, apostataram-se, viraram as costas para o plano salvífico estabelecido por Deus. Caíram. Quantos chamamentos Deus lhes fez para que retornassem ao aprisco divino? Quantas oportunidades foram oferecidas gratuitamente para receberem o predão de seus pecados e a reconciliação? Quantos joelhos se dobraram em seu favor em fervorosas e comoventes intercessões? Quantas lágrimas foram derramadas por amor às suas almas? Agora é tarde demais, é o Juízo Final.

Mais triste ainda será para os falsos obreiros que fizeram da causa ministerial apenas um instrumento de lucratividade, de barganha e de proveito próprio. Pregaram sobre santificação, mas viviam contaminados pelo mundanismo. Ensinavam sobre o amor cristão, mas estivam cegos pelo ódio e o indiferentismo para com o próximo. Arrecadaram verdadeiras fortunas, usando o velho e comovente “bordão missionário”, levando os santos às lágrimas, todavia, o dinheiro ofertado pelos bondosos e inocentes irmãos nunca foi empregado na busca aos perdidos da terra, ao contrário, se auto beneficiaram, aumentando seu estupendo patrimônio e melhorando suas condições de vida... o sangue dos perdidos clama por justiça. Agora estão diante do Justo Juiz.

Cantores gospel (vergonha de dizerem evangélicos), que faziam bicos em carnavais.

Patrões que contribuem com entidades filantrópicas, todavia, castigam e penalizavam seus empregados.

Policiais que aceitaram o suborno.

Juizes iníquos vendedores de sentenças.

Casais que aparentemente viviam padrões de decência, mas que desenvolveram práticas sexuais vergonhosas, como triângulo amoroso e troca de casais.

Empresários do ramos televiso que deveriam oferecer programações educativas, e que trouxeram lixo para nossas famílias.

Todo roubo, calúnia, desfalque, estelionato, maldade, crime, infidelidade, suborno, chantagem, constrangimento estarão presentes diante do Senhor no livro das obras dos homens.

Toda palavra frívola que você disser, todo pensamento, todo propósito, tudo que você fez às escuras, tudo que você pra debaixo do tapete, tudo que você imaginou estar escondido – tudo virá à luz no dia do Juízo Final.