sábado, 31 de dezembro de 2011

Compromissos 2011

O ANO DO CENTENÁRIO

JANEIRO (3)

Dia 2, Domingo:
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Porta das Ovelhas (Como Ter um Ano Bem-Sucedido)
Pr. Edgley de Alencar Mariano

Dia 13, Quinta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus Central (O Evangelho Quadrangular)
Pr. Antonio Baltazar Cardoso de Oliveira

Dia 27, Quinta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus Central (A Esperança da Salvação)
Pr. Antonio Baltazar Cardoso de Oliveira

FEVEREIRO (8)

Dia 6, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (O Convite da Salvação)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 8, Terça-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus Central (Jesus e a Cura do Leproso)
Pr. Antonio Baltazar Cardoso de Oliveira

Dia 9, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Utilidade das Escrituras)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 11, Sexta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Planos de Paz)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 12, Sábado
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (O Deus Incomparável)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 13, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Até que Ele Venha)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 16, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus Central (Gratidão a Deus: Segredo de Sucesso para o Profissional)
Formatura do Curso de Biomedicina da FIMCA (Faculdades Integradas Aparício Carvalho)
Pr. Antonio Baltazar Cardoso de Oliveira

Dia 23, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Genealogia de Jesus)
Ev. Nilonei Ramos

MARÇO (7)

Dia 2, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (O Nascimento de Jesus)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 9, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Os Magos do Oriente)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 12, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Dimensões Espirituais)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 16, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Fuga para o Egito)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 23, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Pregação de João Batista)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 26, Sábado
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Tenho o que Fazer)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 30, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (O Batismo de Jesus)
Ev. Nilonei Ramos

ABRIL (14)

Dia 3, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Expectativa Celestial)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 6, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Tentação de Jesus)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 10, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Sem Santificação, Sem Céu)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 12, Terça-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus Central em Porto Velho (Enoque e a Santificação)
Pr. Antonio Baltazar Cardoso de Oliveira

Dia 13, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (As Bem-Aventuranças)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 14, Quinta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus Central (Deus e o Propósito da Cura)
Pr. Antonio Baltazar Cardoso de Oliveira

Dia 16, Sábado
Igreja Batista Missionária Ágape (Davi e o Segredo de Ser Grande)
Pr. Dimas

Dia 17, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Vencendo a Decepção)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 20, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Sal da Terra e Luz do Mundo)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 21, Quinta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus Central em Porto Velho (O Presbítero e a Prestação de Contas)
Seminário da Ordem de Presbíteros da IEADCPV/RO
Pr. Antonio Baltazar Cardoso de Oliveira

Dia 24, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Páscoa do Senhor Jesus)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 27, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Jesus e a Lei)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 29, Sexta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Ágape (Conhecendo a Deus através da Palavra)
Conferência de Escola Bíblica Dominical
Ev. Edeney Santos

Dia 30, Sábado
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Ágape (A Gravidade do Conhecimento de Deus)
Conferência de Escola Bíblica Dominical
Ev. Edeney Santos

MAIO (12)

Dia 1, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Ágape (A Ira de Deus sobre aqueles que o Conhecem)
Conferência de Escola Bíblica Dominical
Ev. Edeney Santos

Dia 4, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Jesus ensina a Orar)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 7, Sábado
Clube dos Delegados da Polícia Civil de Rondônia (O Propósito de Deus Através das Mães)
Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas - CIBE

Dia 11, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Jesus e o Jejum)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 13, Sexta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus Central em Porto Velho (Fortalecendo a Fé através do Compromisso com Deus)
6º SAPED (Seminário de Aperfeiçoamento de Professores da Escola Dominical)
Pr. Antonio Baltazar Cardoso de Oliveira

Dia 15, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Passos para Ser Curado)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 19, Quinta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Brasília/DF (Derrubando Gigantes)
Pr. João Adair de Oliveira

Dia 21, Sábado
Clube SINDSEF
Celebração de Casamento de Paulo Henrique e Elen Cristina (Quando Jesus é Convidado)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 22, Domingo
Igreja Batista das Mangueiras (Vencendo a Mediocridade)
Pr. Álvaro Campos Lobo

Dia 25, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Ansiosa Solicitude pela Vida)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 27, Sexta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Setor 20 (Santifica o Teu Nome)
Pr. Antônio Pereira Lima

Dia 28, Sábado
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Força e Coragem)
Ev. Nilonei Ramos

JUNHO (9)

Dia 1, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Os Falsos Profetas)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 5, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Agar e as Promessas de Deus)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 8, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Lepra, Paralisia e Febre - As Curas de Jesus em Mateus 8)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 15, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Jesus e a Renúncia)
Celebração da Ceia do Senhor
Ev. Nilonei Ramos

Dia 19, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Não deixe de congregar)
Comemoração do Centenário das Assembleias de Deus no Brasil
Ev. Nilonei Ramos

Dia 22, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Jesus Acalma a Tempestade)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 23, Quinta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus Central em Porto Velho/RO (Jesus e a Viúva de Naim)
Pr. Antonio Baltazar Cardoso de Oliveira

Dia 26, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (O Barro e o Oleiro)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 29, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Aproveite as Oportunidades)
Ev. Nilonei Ramos

JULHO (11)

Dia 6, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Jesus e o Endemonhinhado Gadareno)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 9, Sábado
Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Porto Acre/AC (Aviva, ó Senhor, a tua Obra)
Pb. Antônio Cardoso

Dia 10, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Lembra-te de não Esquecer)
Celebração da Ceia do Senhor
Ev. Nilonei Ramos

Dia 12, Terça-feira
Igreja Cristo Verdade que Liberta (Jesus e o Endemonhinhado Gadareno - Reflexos de uma Vida Liberta)
Pra. Silvana Neuwertz

Dia 13, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (O Paralítico de Cafarnaum)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 16, Sábado
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Salmos 136 - As Manifestações do Amor de Deus)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 17, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (João 3.16 - O Princípio do Amor)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 20, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Jesus, Mateus e os Discípulos de João
Ev. Nilonei Ramos

Dia 24, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Deus Amou o Mundo)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 27, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Importância da Valorização do Outro)
Homenagem ao Pb. Anderson Rocha
Ev. Nilonei Ramos

Dia 31, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Antes do Frio)
Ev. Nilonei Ramos

AGOSTO (12)

Dia 3, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Espera Paciente em Deus - Salmos 40)
Ev. Nilonei Ramos

Dias 5, Sexta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Ainda há lugar)
Confraternização da Congregação Águas Vivas
Ev. Nilonei Ramos

Dia 7, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Antes e Depois de Lutar com Deus)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 10, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Filha do Chefe da Sinagoga)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 17, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Hemorragia, Morte, Cegueira e Opressão)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 20, Sábado (manhã)
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Uma Igreja Unida)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 20, Sábado (tarde)
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Emanuel (Deus tem uma Aliança com as Mulheres)
Pr. Ananias Garcia

Dia 20, Sábado (noite)
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Renascer (Acabaram-se os Jovens?)
Pr. Raimundo Vieira Cerdeira

Dia 21, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Ao Cheiro das Águas)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 24, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Seara e os Ceifeiros)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 28, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Monte Sião (O Poder de Deus no Tempo do Frio)
Pr. Benedito de Jesus

Dia 31, Quarta-feira (Instruções de Jesus aos seus Discípulos)
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas
Ev. Nilonei Ramos

SETEMBRO (7)

Dia 1, Quinta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus Central (O Espírito Santo na Igreja)
Pr. Antonio Baltazar

Dia 6, Terça-feira
31a. Circunscrição de Serviço Militar do Exército Brasileiro (O Trabalho de Defender)
Ministério da Defesa

Dia 11, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Chamada de Isaías)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 18, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Morte, Perseverança, Negação e Fidelidade)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 23, Sexta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Decisão: Temos uma a Tomar)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 24, Sábado
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Nova Vida em Cristo)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 25, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (As Dez Virgens)
Ev. Nilonei Ramos

OUTUBRO (7)

Dia 2, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Reclamando a Herança de Deus)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 4, Terça-feira
31a. Circunscrição de Serviço Militar do Exército Brasileiro (Ensina-nos a Contar os Nossos Dias)
Ministério da Defesa

Dia 16, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Prioridade é o Reino de Deus)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 23, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Realidade da Presença de Jesus)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 29, Sábado
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Renascer (O Reino de Deus vem Antes de Tudo)
Pr. Raimundo Vieira Cerdeira

Dia 30, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Igreja, Quem é Esta?)
Comemoração da Reforma Protestante
Ev. Nilonei Ramos

NOVEMBRO (7)

Dia 4, Sexta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Dracma Perdida)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 9, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Parábola do Semeador)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 11, Sexta-feira
Celebração de Casamento de Daiane Gama e Airton Gomes - Vanessa Gama e Éderson Rocha
CIP - Comunidade Internacional da Paz

Dia 16, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Parábola do Trigo e do Joio)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 23, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Parábola do Grão de Mostarda)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 26, Sábado
Igreja Casa da Benção (Eu te Escolhi, Vá e Dê Fruto)
Pr. Marcos Costa

Dia 29, Terça-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus Central de Vilhena/RO (Santifica o Teu Nome)
Pr. Carlos Milton Morais

DEZEMBRO (9)

Dia 7, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Morte de João Batista)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 9, Sexta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus Central (Interação e Ação)
Seminário do Conselho Diaconal
Pr. Antonio Baltazar Cardoso de Oliveira

Dia 11, Domingo
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Não Fuja de Deus)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 14, Quarta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (A Primeira Multiplicação de Pães)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 17, Sábado
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas (Quem Será Contra Nós?)
Ev. Nilonei Ramos

Dia 23, Sexta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Monte Sinai (O Legado de Barnabé para a Igreja Atual)
Pb. Raimundo Nonato de Brito

Dia 24, Sábado
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Jardim Primavera (Deus nos Ajuda em Nossas Fraquezas)
Ev. Edeney Silva

Dia 30, Sexta-feira
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas
Ev. Nilonei Ramos

Dia 31, Sábado
Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Cong. Águas Vivas
Ev. Nilonei Ramos

sábado, 10 de dezembro de 2011

Interação e Ação na Igreja

Texto Base:

"Depois disto partiu Jesus para o outro lado do mar da Galiléia, que é o de Tiberíades. E grande multidão o seguia, porque via os sinais que operava sobre os enfermos. E Jesus subiu ao monte, e assentou-se ali com os seus discípulos. E a páscoa, a festa dos judeus, estava próxima. Então Jesus, levantando os olhos, e vendo que uma grande multidão vinha ter com ele, disse a Filipe: Onde compraremos pão, para estes comerem? Mas dizia isto para o experimentar; porque ele bem sabia o que havia de fazer. Filipe respondeu-lhe: Duzentos dinheiros de pão não lhes bastarão, para que cada um deles tome um pouco. E um dos seus discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse-lhe: Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isto para tantos? E disse Jesus: Mandai assentar os homens. E havia muita relva naquele lugar. Assentaram-se, pois, os homens em número de quase cinco mil. E Jesus tomou os pães e, havendo dado graças, repartiu-os pelos discípulos, e os discípulos pelos que estavam assentados; e igualmente também dos peixes, quanto eles queriam. E, quando estavam saciados, disse aos seus discípulos: Recolhei os pedaços que sobejaram, para que nada se perca. Recolheram-nos, pois, e encheram doze alcofas de pedaços dos cinco pães de cevada, que sobejaram aos que haviam comido” (João 6.1-13).

INTRODUÇÃO

Toda ação de Deus na história conta, antes ou depois, da ação do homem. Foi assim em diversos casos ao longo da história bíblica.

 Nos tempos de Ezequiel – “profetiza”;
 Na pesca maravilhosa – “lançai a rede”;
 Na ressurreição de Lázaro – “tirai a pedra”;
 Na multiplicação dos pães e peixes – “dai-lhes vós mesmos de comer”.

Portanto, em vários aspectos, existe, ou pelo menos deve existir, interatividade entre Deus e o homem naquilo que Ele está fazendo. Havendo interatividade, sempre haverá ação por parte daqueles que fazem parte ou entendem diretamente a necessidade do Reino de Deus. Vamos tentar desenvolver essa temática a partir do episódio da primeira multiplicação de pães.

I – A ANÁLISE DA SITUAÇÃO FEITA POR JESUS

Na mente de Jesus, a multidão ali presente precisava de solução. Uma simples leitura do texto revela-nos que Ele já agira em parte do problema. A visão da multidão causou-lhe comoção, foi quando agiu – curou os enfermos.

1. A Constante Presença da Multidão no Ministério de Jesus.

Por onde quer que Jesus seguisse, uma grande multidão se avolumava em torno de si, tanto para ouvir suas mensagens, ou para receber uma cura, ou ainda testemunhar um grande milagre e muitos outros simplesmente para comer o era servido nos locais onde Ele se reunia.

2. A Intrigante Pergunta de Jesus aos Discípulos.

Quem mais poderia trazer alento a multidão cansada senão Jesus? Mas Jesus pergunta a Filipe: “Onde compraremos pão, para estes comerem?” A pergunta desperta um pouco de desconfiança nos discípulos. Será que o Mestre está realmente perguntando “onde compraremos?” ou “como compraremos?”

A maravilha do texto revela que Jesus “dizia isto para o experimentar; porque ele bem sabia o que havia de fazer”. Este milagre é tão importante que é o único texto narrado pelos quatro evangelistas. Com exceção de algumas variações, todos concordam que o milagre que Jesus operou naquele dia foi fruto de uma interação entre Ele e os seus discípulos.

3. A Resposta Final de Jesus.

“O povo tem de comer!” Essa seria a última palavra de Jesus diante da aparente dúvida dos discípulos. Você teria coragem mesmo de oferecer cinco pães e dois peixes para alimentar uma multidão de aproximadamente quinze mil pessoas, incluindo homens, mulheres e crianças? Cumpriria esse papel interativo na obra de Deus? Desafiaria a lógica para experimentar um milagre na sua vida?

II – A ANÁLISE DA SITUAÇÃO FEITA PELOS DISCÍPULOS

Quão diferente é a mente de Jesus da de seus discípulos. A resposta rápida nem sempre revela soluções a necessidade apresentada. Quantas pessoas conhecemos que tem uma resposta na ponta da língua, mas que dificilmente suas respostas revelam soluções? Por isso, o obreiro de Deus deve pronto para ouvir, mas tardio para falar (Tiago 1.19). Falar pode revelar insensatez, precipitação, despreparo e mente neófita (Provérbios 29.20).

1. Jesus fez a pergunta para um de seus discípulos.

O princípio de interação de Jesus é revelada em cada aspecto do texto que tomamos por base. Jesus sabia o que havia de fazer, mas era-lhe importante saber o que eles fariam em seu lugar. Jesus queria saber onde estava a padaria mais próxima e eles, preocupados com o dinheiro. Vez ou outra lidamos com conflitos assim na Igreja – o fato de considerarem pouco o que fazem.

Gosto sempre de frisar a história de dois porteiros de uma igreja. Os dois porteiros eram responsáveis pelo mesmo trabalho na Igreja, mas havia enormes diferenças entre eles. Um era dedicadíssimo ao que fazia, chegava cedo aos cultos, arrumava a mesa com os panfletos e sempre recepcionava a todos com um caloroso bem-vindo. O outro por sua vez, achava que seu trabalho poderia ser substituído por um dispositivo eletrônico que detectava a presença de pessoas ligado a um sistema de som de liberava uma voz dizendo: boa-noite, bem-vindo.

2. Em meio aos piores, tem os melhores.

É lógico que numa comunidade sempre existem aqueles que salvam o trabalho em que estão inseridos. O primeiro discípulo subestimou a pergunta de Jesus, já um segundo foi estrategista, audacioso, corajoso, desafiador, que em análise são características de interação com a situação em que está vivendo.

“E um dos seus discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse-lhe: Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isto para tantos?”

Na Igreja, sempre tem um com mais desprendimento e atitude que outros. O bom mesmo seria que todos agissem de acordo com a necessidade, mas isso não é uma realidade em todos os oficiais.

III – A INTERAÇÃO ENTRE JESUS E OS DISCÍPULOS

A narrativa joanina difere das sinóticas em diversos pormenores. Não lhe faltam evidências autênticas de uma testemunha ocular.

 “A páscoa estava próxima”. Este detalhe explica a presença de uma grande multidão, e sugere algo para compreender o sentido espiritual do milagre. Jesus vê a turba chegando, e propõe que se coma.
 Tomando a iniciativa, Ele fala sobre o assunto com Filipe, possivelmente com o intuito de prová-lo, “porque ele bem sabia o que estava para fazer”. Filipe responde de uma maneira eficiente e calculada. Na sua resposta, ele não avalia a situação à luz da fé, nem contempla a capacidade do Senhor de satisfazer as necessidades do povo. Alguém sugere que a exatidão da resposta pressuponha uma consideração prévia do problema, e que a importância citada represente o total dos seus recursos materiais.
 “Um rapaz” (gr. paidarion, rapazinho). “Cevada”, comida dos pobres. O detalhe salienta mais ainda a insuficiência dos recursos dos discípulos. Jesus manda aos discípulos que façam assentar-se o povo.
 “Povo, homens”. É possível que a referência específica aos homens indique chefes de famílias, e que todo o povo se sentou em famílias. Jesus abençoa a parca provisão, que se multiplica milagrosamente para o povo (11).
 João preserva a ordem de Jesus que recolham os pedaços, em conseqüência da qual doze cestos ficaram cheios dos pedaços de pão (12,13). A turba fica sobremaneira impressionada e reconhece a significação messiânica do milagre: Este é verdadeiramente o profeta que devia vir ao mundo (14).

1. Reconheça que você foi honrado por ser lembrado para um trabalho. Se alguém comissionou você na realização de um trabalho foi porque considerou-o digno para o tal.

2. Reconheça que você tem um trabalho. Existem pessoas multiuso na Igreja. Destaca-se em tudo o que faz, mas a excelência deve ser revelada principalmente no trabalho confiado.

3. Reconheça que o trabalho deve ser feito. O simples fato de pensar que pode ser substituído quando estiver ausente, ou que qualquer um pode fazer o seu trabalho, denota irresponsabilidade, desafeto, incompetência e desonra por quem considerou você digno de tal trabalho.

IV – CARACTERÍSTICAS DE UMA BOA INTERAÇÃO

1. Fale com as pessoas. Nada há tão agradável e animado quanto uma palavra de saudação, particularmente hoje em dia quando precisamos mais de “sorrisos amáveis”.

2. Sorria para as pessoas. Lembre-se que acionamos 72 músculos para franzir a testa e somente 14 para sorrir.

3. Chame as pessoas pelo nome. A música mais suave para muitos ainda é ouvir o seu próprio nome.

4. Seja amigo e prestativo. Se você quiser ter amigos, seja amigo.

5. Seja cordial. Fale e haja com toda sinceridade: tudo o que você fizer, faça-o com todo o prazer.

6. Interesse-se sinceramente pelos outros. Lembre-se que você sabe o que sabe, porém você não sabe o que os outros sabem.

7. Seja generoso em elogiar, cauteloso em criticar. Os lideres elogiam, sabem encorajar, dar confiança e elevar os outros.

8. Saiba considerar os sentimentos dos outros. Existem três lados numa controvérsia: o seu, o do outro, e o lado de quem está certo.

9. Preocupe-se com a opinião dos outros. Três comportamentos de um verdadeiro líder: ouça, aprenda e saiba elogiar.

10. Procure apresentar um excelente serviço. O que realmente vale em nossa vida é aquilo que fazemos para os outros.

CONCLUSÃO

A Interação e Ação na Igreja é um tema muito abrangente, pois fala-nos de um estilo de vida. Talvez nessa ânsia, Davi se propôs a dizer-nos: “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!” (Sl 133.1). Para o salmista era incomparável a alegria em ver os irmãos unidos em tudo o que fazia.

Em primeiro lugar, a proposta desta Interação na Igreja é estabelecer uma Unidade na Fé. Quando a Igreja compartilha da mesma fé em Cristo Jesus, tudo se torna diferente. É Paulo quem torna vívida a questão quando escrevendo aos Coríntios, exorta: “Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa e que não haja entre vós dissensões; antes, sejais unidos, em um mesmo sentido e em um mesmo parecer” (1Co 1.10).

Em segundo lugar, o objetivo desta Interação na Igreja é promover o crescimento num todo. Mais uma vez, a lição é extraída dos ensinos de Paulo: “De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele” (1Co 12.26). É através da verdadeira unidade na Igreja que todos sabem de todos, objetivando o crescimento. Quando alguém tem uma necessidade, ele tem um direito; e aquele que atenta para alguém com direito, tem um dever. Assim deve ser a tônica da Igreja em todos os tempos.

Em terceiro lugar, o alvo da Interação na Igreja é a completa identificação com a Obra de Cristo. Usando o mestre Paulo ainda mais, assim foi escrito a Igreja em Éfeso: “Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos, e em todos” (Ef 4.4-6). Perceberam quantas vezes a expressão “um só” aparece no texto? Ela não aí por acaso. Ele brinda-nos na Obra de Cristo.

Em quarto e último lugar, somente através da Interação na Igreja alcançaremos os propósitos estabelecidos por Deus a Ela. Será que uma única pessoa conseguiria pregar o evangelho de Cristo a todo mundo em todas as épocas? Será que alguém conseguiria discipular sozinho as pessoas que aceitam ao evangelho? Será que Deus espera que somente uma pessoa faça tudo o que tem de ser feito em todo o seu Reino? A resposta a estas perguntas é gritante “NÃO”. Dependemos dos outros em todos os sentidos e o que torna propício o benefício de outros é a interação. Por isso, faça-se um em Cristo, pois Ele um dia há de “congregar em si todas as coisas” (Ef 1.10). Viva em interação!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O Valor da Doutrina Bíblica


Estamos às portas do fim do ano e ainda estamos a comemorar o Centenário das Assembléias de Deus no Brasil. Este mês, abordaremos o tema Doutrinas Bíblicas que é o que as Assembléias de Deus tem feito desde sempre.

À luz da Bíblia, doutrina é o ensino bíblico normativo, terminante, final, derivado das Sagradas Escrituras, como regra de fé e prática de vida, para a igreja, para seus membros. Ela é vista na Bíblia como expressão prática na vida do crente. As doutrinas da Palavra de Deus são santas, divinas, universais e imutáveis.

A palavra “doutrina” vem do latim doctrina, que significa “ensino” ou “instrução”, e se refere às crenças de um grupo particular de crentes ou mesmo de partidários. O Velho Testamento usa a palavra hebraica leqach, que vem do verbo laqach, que significa “receber”. O sentido primário é “o recebido”. Aparece com o sentido de “doutrina” ou “ensinamento”, como lemos “Goteje a minha doutrina como a chuva” (Deuteronômio 32.2); “A minha doutrina é pura” (Jó 11.4); “Pois vos dou boa doutrina; não deixeis a minha lei” (Provérbios 4.2). Com o passar do tempo a palavra veio significar o ensino de Moisés que se encontra no Pentateuco.

As palavras gregas para “doutrina”, no Novo Testamento, são didaque e didaskalia, que significam “ensino”. Essas palavras transmitem a idéia tanto do ato de ensinar como da substância do ensino. A primeira aparece para indicar os ensinos gerais de Jesus: “E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina” (Mateus 7.28). “Jesus respondeu e disse-lhes: A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou. Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina, conhecerá se ela é de Deus ou se eu falo de mim mesmo” (João 7.16,17).

A mesma palavra aparece para “doutrina dos apóstolos” (Atos 2.42), que parece ser uma indicação das crenças dos apóstolos. A segunda tem o mesmo sentido e aparece em Mateus 15.9 e Marcos 7.7. É, portanto, nas epístolas pastorais que elas aparecem com o sentido mais rígido de crenças ou corpo doutrinal da igreja – a Teologia propriamente dita.

Entre as principais doutrinas que nos dão a devida orientação para nossas pregações e seminários destacamos: Teologia, a Doutrina de Deus; Cristologia, a Doutrina de Cristo; Paracletologia, a Doutrina do Espírito Santo; Bibliologia, a Doutrina da Bíblia Sagrada; Angeologia, a Doutrina dos Anjos; Antropologia, a Doutrina do Homem; Hamartilogia, a Doutrina do Pecado; Soteriologia, a Doutrina da Salvação; Eclesiologia, a Doutrina da Igreja; Escatologia, a Doutrina das Últimas Coisas. É lógico que existem muito mais doutrinas que as que listamos aqui.

Ainda mais importante de tudo o que foi acima, é compromisso que cada cristão deve ter com a doutrina. Nossos pregadores, expositores bíblicos, exegetas, seminaristas, professores e alunos devem ter o cuidado que não querer ir além do que a doutrina, pois a voz da doutrina é a voz da Bíblia e a voz da Bíblia é a voz de Deus.

sábado, 1 de outubro de 2011

A Harpa Cristã é uma Bêncão

As igrejas evangélicas têm mudado muito suas liturgias nos últimos anos. Essas mudanças são muito boas, porque oferecem uma pequena demonstração da multiforme forma de Deus trabalhar no meio do seu povo. É o apóstolo Paulo quem dá as primeiras orientações quanto o culto ao Senhor: “... falando entre vós com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração...” (Ef 5.19). Os mais tradicionais não abrem mão de um bom culto ao Senhor e toda a sua liturgia deve incluir uma boa música de adoração, onde celebramos nossa filiação, o amor do Senhor, Seu poder e Sua vinda para nos buscar.

Neste mês de outubro, decidimos homenagear no Ano do Centenário, a Harpa Cristã, um dos hinários mais antigos na história do protestantismo moderno. A Harpa Cristã é o hinário oficial das Assembleias de Deus com 640 hinos que são entoados nos cultos congregacionais. A primeira versão conhecida com letra e música data de 1929 com originais manuscritos e copiada em processo mimeográfico. Em 1941, teve sua primeira edição impressa, tendo participado deste trabalho os irmãos Samuel Nyström, Paulo Leivas Macalão, Jahn Sorheim e Nils Katsberg. Em Janeiro de 1999, a CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus) publicou a Harpa Cristã Revisada e Ampliada com 640 hinos. E de lá pra cá, ela tem sido o nosso hinário oficial em nossas reuniões, seja nas congregações ou nos lares.

Muitos crentes acostumaram a ter uma harpa à mão quando têm de ir à Igreja, demonstrando a prontidão para o louvor a Deus. Convém salientar que a vida cristã deve ser recheada com canções de adoração ao Verdadeiro Deus, nosso Senhor. Música traz alegria a qualquer ambiente. Experimente participar de um culto sem música. Música é importante.

Jesus nos deu o exemplo. Em várias passagens bíblicas é possível ver a importância que o nosso Mestre dava à música. Depois de uma noite de oração e instrução aos discípulos, Ele reservou tempo para um hino (Mt 26.30). A texto original chama de “hallel”, numa possível referência aos Salmos 136, um salmo que repetidas vezes louvam a bondade do amor de Deus. Que forma maravilhosa de encerrar uma vigília!

O Apóstolo Paulo ensinou a prática do louvor congregacional na Igreja. “Quando vos reunis, um tem salmo...” (1Co 14.26). Cantar com e na Igreja é importante, pois a adoração através leva o povo a abrir o coração para Deus. O louvor não prepara o ambiente para a Palavra, mas quebranta as barreiras que estejam pela frente antes de receber a Palavra pregada.

Muitas vitórias do povo de Deus foram alcançadas através da música. Quem não se lembra da vitória de Israel durante o reinado de Josafá que venceu um exército cantando hinos ao Senhor? Esqueceríamos o cântico de Miriã, de Débora e Baraque, de Ana e Maria? Desprezaríamos o seu poder que fez tremer os alicerces do cárcere onde estavam Paulo e Silas? Vencemos as provações cantando louvores ao Senhor.

Depois de Paulo ensinar os irmãos coríntios sobre os dons espirituais, fechou o assunto dizendo que um culto de adoração a Deus pode levar as pessoas que o assistem a louvar a Deus: “Os segredos do coração serão conhecidos; por isso, ele se prostrará com o rosto em terra e adorará a Deus, dizendo: Deus está realmente entre vocês” (1Co 14.25). Halleluyah!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

O Círculo de Oração das Mulheres

Estamos em contagem regressiva para o final do ano, mas continuaremos comemorando o Centenário das Assembleias de Deus até o último segundo. Neste mês de setembro, celebraremos a fundação do Círculo de Oração. Esse mega departamento foi fundado em Recife pela irmã Albertina Bezerra Ribeiro. Através da enfermidade de sua filha Zuleide, Deus resolveu chamá-la a esta obra tão grande. A menina não andava, nem falava e, segundo os médicos, viveria até aos 8 anos. Com a sua fé no Médico dos Médicos, a irmã Albertina convocou algumas senhoras para orarem em favor de sua filha. Sete irmãs se prontificaram e a primeira reunião de oração aconteceu no dia 6 de março de 1942, iniciando assim mais uma atividade na igreja – o “Círculo de Oração”. Nesta primeira reunião Deus falou: “É isto que eu queria que você fizesse, e por meio de tua filha realizarei uma grande obra”. Para glória de Deus, profecia se cumpriu. Zuleide cresceu, andou e viveu até os 49 anos.

A escolha do nome Círculo de Oração foi colocado por causa de um folheto que ela havia lido, explicava que a oração era como um circulo nos céus. E ela falava “Vamos circular os céus com nossas Orações?” E essa obra continua a circular em todo o Brasil. O Círculo de Oração é semelhante a um exército em marcha preparado para a guerra, um batalhão composto de mulheres que em oração se preparam para auxiliá-la na peleja contra o mau. A irmã Albertina cheia de fé disse: “O crente precisa constantemente buscar a Deus em oração e praticar a leitura da Bíblia, quem não faz assim fica doente e o fim é a morte espiritual”.

Quando vemos uma história tão linda como esta, temos de reconhecer que Deus tem uma aliança com as mulheres. Aliás, esse tema é vasto em todas as Escrituras, mesmo dando a entender que a Bíblia mostra mais a ação dos homens do que a delas. O texto de Gênesis 3.15 é bastante esclarecedor: “E porei inimizade entre ti (a serpente) e a mulher...” A inimizade no planeta começou entre o Diabo e a mulher, daí termos um índice de violência tão elevado contra elas. “entre a tua semente e a semente dela”. Isso prova que o Diabo é inimigo de todos porque somos todos descendente da mulher!

As mulheres desempenham um importante papel na Igreja e no mundo. Ainda na época de Jesus, elas estiveram ao lado do Mestre o tempo todo. Ouviram sua Palavra como a samaritana, serviu-lhe como Marta, amaram-no como Maria, cuidaram dEle com Joana, celebraram a sua ressurreição como a mulher com o precioso ungüento, estiveram no Gólgota até a hora da morte como Maria, mãe de João, e foram elas que tiveram o privilégio de vê-lo ressurreto. Com certeza, a ação delas será lembrada para sempre.

Elas sempre serão excelentes em tudo o que fazem. Na Igreja, no trabalho, na família, em todas as áreas que elas põem a mão, terá um toque a mais. Elas choram, mas são fortes. Seu beijo pode curar desde um joelho arranhado a um coração partido. São mais resistentes que os homens. Deus conhece mais as suas lágrimas que a dos homens. São mais fáceis de descrever. E quando casadas, é uma ordem divina aos homens: “amem-nas”. Seria praticamente sem fim a lista com as diferenças entre elas e os homens. Finalizando, deixo aqui algumas considerações importantes:

  • Mulheres são importantes no plano de Deus. Desde o Gênesis até os dias atuais, mulheres atuam no mundo para melhorá-lo. Sua organização, capacidade de raciocínio, delicadeza, amor e fidelidade inspiram-nos a sermos melhores em tudo o que fazemos e em tudo o que somos.
  • Mulheres são um sinal de que Deus continua agindo na humanidade. A maternidade sempre será um sinal de esperança para todos. Quando o malvado Caim matou Abel, Eva celebrou a chegada do piedoso Sete. Quando o desespero invadiu a mente de Abraão, Deus prometeu-lhe um filho através de Sara. Quando o povo de Israel sofria o duro cativeiro egípcio, Deus usou o ventre de Joquebede para abrigar o poderoso Moisés. Quando o mundo estava a beira do caos moral, Deus enviou o seu Filho para morrer por nós e o fez através de uma mulher – a encarnação do verbo divino. A maternidade tem salvado a humanidade.
Décadas depois de formado, o Círculo de Oração de mulheres continuam a todo vapor, intercedendo pela Igreja de Deus, pelo sucesso de sua Obra no mundo. Que Deus abençoe o Círculo de Oração, que Deus abençoe as mulheres.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Deus é Missionário

Deus é missionário. Pode parecer estranho essa afirmação, mas somente assim podemos descrever tudo o que Deus faz pela humanidade. O princípio da criação revela o caráter missionário de Deus, pois ainda com a Terra informe, Ele conseguiu criar, a partir do nada, um lugar propício para habitação de pessoas e isso é missões – a possibilidade de renovar o ambiente tornando-o possível a uma nova vida em Cristo Jesus.
Deus é missionário porque seu plano é alcançado e expandido através de missões. Foi Ele quem chamou Abrão e lhe enviou a um lugar desconhecido com o intento de levantar uma nação que, nos seus planos, desenvolveria um papel missionário no mundo, sendo testemunha de seu poder. Infelizmente, o exclusivismo judaico era maior que o plano de Deus e foi preciso esperar muito tempo para que se levantasse uma outra nação, desta vez, uma nação espiritual – a Igreja, que hoje cumpre o papel de agência missionária na Terra. Através dela, Deus abarcaria todas as classes sociais, culturas, nações, povos, tribos e línguas.
Deus é missionário porque a Trindade desempenha um papel missionário. Imagine a cena: uma pessoa não crente entra numa Igreja, assiste ao culto e ao final rende-se a Cristo com a pregação do Evangelho. Aos nossos olhos, nada de sobrenatural aconteceu, mas sob a ótica divina a cena transcende a mente humana. A alma do homem sentiu saudade daquilo que perdeu por ocasião do pecado. Um vazio enorme apareceu em seu coração e ele agora sente que nada pode preenchê-lo. Já tentou isso várias vezes, nem o álcool, nem as drogas, nem o prazer, nem a diversão, nem os amigos, nem o amor, nem as festas, nem o dinheiro, nem a família. Pensando que isso não passar agora, ele pensa na Igreja e resolve se arrumar e ir a uma Igrejinha perto de sua casa. Quando chega lá, num coro que jamais conseguirá esquecer, vários irmãos cantam num mesmo tom: “Foi na cruz, foi na cruz, onde um dia eu vi meus pecados castigados em Jesus”. Sua mente lhe transporta para a cena do Calvário quando o pregador começa a expor seu sermão e fortemente diz: “Porque Deus amou o mundo de tal que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16). O coração, antes vazio, sente um profundo conforto e na hora em que é feito a pergunta: “Tem alguém pra Jesus”, ele já de joelhos aos pés do altar entregando sua vida a Jesus. O Espírito Santo produziu a sensação de vazio em seu coração e o guiou até a Igrejinha da esquina e fez com que chegando lá, fosse convencido de vez que Jesus Cristo é o único Salvador da humanidade.
Deus é missionário porque seu Espírito atua na Igreja desenvolvendo uma necessidade missionária. A Igreja existe para fazer missões. Ela cresce, atua, ensina, evangeliza, expande e desempenha o seu papel através de missões. É comum nos seminários ouvirmos a célebre frase descrita por um dos maiores missiólogos da atualidade, Dr. Oswald Smith: “Se o grande propósito de Deus é alcançar o mundo através de evangelismo e missões e tu não está interessado nisso, há uma enorme probabilidade de você nunca ter nascido de novo”. Não conhecemos a Deus até que nos envolvamos com missões. Não somos Igreja até sermos, antes de tudos, uma Igreja missionária.
Por fim, Deus é missionário porque missões atende amplamente a perspectiva de Deus quanto à humanidade. Missões é plano de Deus, dever da Igreja e necessidade do mundo. Tudo o que Deus faz, faz através missões. As outras desenvolturas de Deus e de Igreja são extensões de seu papel e caráter missionário. Isso é uma ordem e é ordem urgente: “Ide por todo o mundo...” (Mc 16.15).

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A Constância do Amor de Deus

Como cristão, tenho aprendido e descoberto grandes coisas com Deus. Considero-as tão importantes que sempre penso que muitas pessoas deveriam ouvir o que eu tenho para falar. Entre tantas dádivas que recebemos de Deus, acredito que a maior delas é o seu amor. Deus tem um grande amor por todos nós. E a cada dia que descobrimos esse amor, nossa tendência natural é admirar Deus como alguém que apesar de ser tão grande e absolutamente independente de tudo o que faz, preferiu se revelar a nós de forma tão comum que às vezes esquecemos que tudo que acontece a nós, no fundo, no fundo, faz parte de seu maravilhoso plano de amor por nós.

Esse amor inclui a nossa felicidade, talvez já até sentida por você e por mim, mas que comparada àquela que o seu amor nos traz, a nossa não é nada. Sim, pois sua felicidade não está restrita aos bens, aos negócios bem sucedidos ou a uma família tranqüila e sem problemas que são comuns à maioria. Sua felicidade está relacionada à alma do homem. Deus não criou o homem com expectativas somente ao que é material, ao que é tocável, palpável. Deus almeja ver o homem feliz. E sua felicidade inclui a alma do homem, a parte intocável, não manipulável.

Quantas vezes você já esteve rodeado de seus amigos, numa mesa farta, com a família sorridente, cheia de saúde e ainda assim perguntou por que um vazio continuava dentro do peito? Quantas vezes você abriu sua Bíblia, fez orações a Deus, acreditou que Ele pudesse responder as dúvidas, resolver seus problemas e mudar o que tem de ser mudado e ainda continuou a perguntar se Ele realmente se importa com tudo o que acontece em sua vida? Infelizmente, todas as vezes que você achou poder encontrar respostas para tudo isso longe de Deus, mais longe de Deus se sentiu. Ele disse: “Sem mim, nada podem fazer” (João 14.5).

Deus amou-nos quando não havia nada de bom para ser visto em nós, e nada de bom para ser dito por nós. Deus ama a cada um dos seus como se houvesse apenas um deles para amar. A única base do amor de Deus é seu próprio amor. Deus, em seu amor, escolheu as pessoas... Cristo não morreu apenas por algumas propostas, mas por pessoas... Ele amou a nós, não ao que é nosso. O amor de Deus é sempre sobrenatural, sempre um milagre, sempre a última coisa que poderíamos merecer. Deus não nos fez porque pretendia ganhar algo com isso, mas simplesmente por amor. Não há nenhum náufrago perdido no mais profundo mar de iniqüidade que o profundo amor de Deus não possa alcançar e remir.

O amor divino, ao contrário do amor humano, não depende de seu objeto. Em vez de procurar falhas em Deus por causa de sua maneira totalmente justa de tratar certos pecadores que merecem o inferno, adoramos a Ele por seu amor eterno, gracioso e salvador por outros justos que da mesma forma merecem a condenação. O amor de Deus não é conseguido porque somos dignos de amor, mas jorra como de um poço artesiano, das profundezas de sua natureza.

Entendo que Deus tenha piedade do mundo, porque, quando ando por um hospital e vejo uma criança doente, tenho pena... mas o fato de Deus ter amado o mundo - quanto mais penso nisso, mais extasiado fico. O amor de Deus não mede ninguém pelo que é visível. Deus abandona depressa sua ira, mas nunca se arrepende do seu amor. Não há mudanças no amor de Deus, embora possa haver mudanças na maneira em que ele é manifestado. É o amor de Deus que, invisível exteriormente, supre nossa vida interiormente. Deus escolheu-nos para seu amor e agora nos ama por causa de sua escolha.

Incrível que quanto mais pensamos no amor de Deus, mais nos sentimos indignos de tanto cuidado, tanta proteção. Você acha mesmo que merece o amor de Deus? Considera-se merecedor de uma família? Acha mesmo que é mérito seu a saúde? Conseguiria viver se Deus não te desse o ar que respira? Certamente não. Mas seu amor pode mudar a sua vida como mudou a minha e de minha família.

“Porque Deus amou tanto o mundo, que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16). Percebeu quantas promessas em duas linhas? O profundo amor de Deus impede que nossas almas vão para o inferno. Esse amor não apenas garante nossa felicidade aqui e agora; é-nos garantido vida eterna. Por mais que já lhe tenham perguntado várias vezes, vou repetir uma vez mais: Você não gostaria de sentir um amor assim? A única coisa que você tem de fazer é aceitar a Jesus como Salvador e Senhor de sua vida.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Lídia completa seis meses hoje

em breve

A Maior e Melhor Escola do Mundo

Sempre que nos propomos seguir temas para cada mês, também propomos estabelecer prioridades para a Igreja. Além de pregar o Evangelho de Jesus Cristo a todos os povos em todas as épocas, urge também ensinar a todos. Como não conseguimos alcançar um número grande de pessoas quando temos de discipulá-las até que consolidem-se na fé, precisamos de grandes investimentos nessa área da Igreja e é na Escola Bíblica Dominical (carinhosamente chamada de EBD) que temos de comemorar nosso maior sucesso. Por isso, no ano do Centenário das Assembleias de Deus no Brasil honraremos os cem anos que a EBD compõem a história das ADs.

A EBD começou em 20 de Julho de 1780, na cidade de Gloucester, no Sul da Inglaterra. Seu fundador, o jornalista evangélico Robert Raikes, de 44 anos, redator do Gloucester Journal, sentiu compaixão das crianças de sua cidade perambulando pelas ruas entregues à delinqüência. O ensino da Bíblia era na forma de leitura, recitação e comentário. Muitos foram contra a idéia de Raikes, por ele trazer crianças delinqüentes e mal comportadas para o templo, sendo acusado de profanar o Domingo.

Em 1784, quatro após a fundação, a Escola Dominical já contava com 250 mil alunos matriculados. Em 1785, Raikes organiza a Primeira União de Escolas Dominicais, em Gloucester com a ajuda de William Fox. Em 1974 o número de alunos matriculados em todo o mundo foi estimado em 120 milhões, com cerca de 2 milhões de escolas e 8 milhões de professores.

No Brasil, seu início se deu em 19 de Agosto de 1855, na cidade de Petrópolis no Rio de Janeiro. Seu fundador, Robert Kalley e sua esposa, Sarah Poulton, um casal de missionários escoceses, realizam a primeira aula de Escola Bíblica Dominical para cinco crianças em sua residência, o que resultaria na Fundação da Igreja Evangélica Fluminense, embrião da Igreja Congregacional.

Como a história da EBD é linda do começo ao fim, cabem aqui dois conselhos:

1. A EBD é a mais importante escola de ensino bíblico da Igreja. Ele não pode ser removida, reduzida ou cancelada. Os maiores expoentes do mundo cristão saíram da EBD. John Wesley, Charles Haddon Spurgeon, Charles G. Finney, Dwight L. Moody, Billy Graham… a lista é enorme.

2. Todo crente deve ser aluno da EBD. Sabemos o quanto é difícil acordar cedo para ir à Igreja no domingo, mas a EBD é a Igreja do Senhor, na Casa do Senhor, no Dia do Senhor, aprendendo a Palavra do Senhor.

Dia do Pastor

em breve

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Unidade na Igreja

Este mês, continuando com as comemorações do Ano do Centenário, escolhemos o tema “Unidade na Igreja”. É um tema muito abrangente, pois fala-nos de um estilo de vida. Temos de escolher viver em união. Talvez nessa ânsia, Davi se propôs a dizer-nos: “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!” (Sl 133.1). Para o salmista era incomparável a alegria em ver os irmãos unidos. Era assim que Deus havia planejado a vida da Terra. Até porque, num princípio desconhecido por nós, Deus era uma união. Tudo que Ele fez no princípio da criação foi inspirado naquilo que Ele sempre foi: unido – Pai, Filho e Espírito Santo. Um Deus que jamais entrou em atrito sob qualquer pretexto. Deus era um completamente unido consigo mesmo. Isso é-nos maravilhoso.

Foi o próprio Jesus que desejou que os seus discípulos fossem um com Ele assim como Ele era um com o Pai (Jo 17.21). A harmonia de Jesus com o Pai, que várias vezes Ele demonstrou isso em orações que jamais foram atendidas por qualquer outra pessoa. Deus e o Seu Filho eram um só. Mas que significa viver essa “Unidade na Igreja”?
Em primeiro lugar, a proposta desta Unidade na Igreja é estabelecer uma Unidade na Fé. Quando a Igreja compartilha da mesma fé em Cristo Jesus, tudo se torna diferente. É Paulo quem torna vívida a questão quando escrevendo aos Coríntios, exorta: “Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa e que não haja entre vós dissensões; antes, sejais unidos, em um mesmo sentido e em um mesmo parecer” (1Co 1.10). Quando a Igreja compartilha da mesma fé não há espaço para heresias e modismos, nem invencionices e falsas visões.

Em segundo lugar, o objetivo desta unidade na Igreja é promover o crescimento num todo. Mais uma vez, a lição é extraída dos ensinos de Paulo: “De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele” (1Co 12.26). É através da verdadeira unidade na Igreja que todos sabem de todos, objetivando o crescimento. Quando alguém tem uma necessidade, ele tem um direito; e aquele que atenta para alguém com direito, tem um dever. Assim deve ser a tônica da Igreja em todos os tempos.
Em terceiro lugar, o alvo da Unidade na Igreja é a completa identificação com a Obra de Cristo. Usando o mestre Paulo ainda mais, assim foi escrito a Igreja em Éfeso: “Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos, e em todos” (Ef 4.4-6). Perceberam quantas vezes a expressão “um só” aparece no texto? Ela não aí por acaso. Ele brinda-nos na Obra de Cristo.

Em quarto e último lugar, somente através da Unidade na Igreja alcançaremos os propósitos estabelecidos por Deus à Igreja. Será que uma única pessoa conseguiria pregar o evangelho de Cristo a todo mundo em todas as épocas? Será que alguém conseguiria discipular sozinho as pessoas que aceitam ao evangelho? Será que Deus espera que somente uma pessoa faça tudo o que tem de ser feito em todo o seu Reino? A resposta a estas perguntas é gritante “NÃO”. Dependemos dos outros em todos os sentidos e o que torna propício o benefício de outros é a união. Por isso, faça-se um em Cristo, pois Ele um dia há de “congregar em si todas as coisas” (Ef 1.10). Viva em união!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Bodas de Couro

Já contei a muitos sobre como foi o início de minha vida conjugal e das dificuldades que enfrentei para estar casado hoje. Meu casamento é um milagre, não posso deixar de testemunhar isso. E esse mês, para a glória de Deus, Sara e eu completamos três anos de matrimônio. No dia 26 de Abril de 2008, às 20h na Igreja Evangélica Assembleia de Deus Central em Porto Velho, Pastor Antonio Baltazar realizava nosso casamento como manda o figurino. De lá para cá, tem sido uma grande benção. A última grande benção que Deus nos deu foi a vinda da Lídia. Todos os dias ela tem enchido nossas vidas com suas gracinhas. Vou ficar por aqui e deixar que as fotos falem por mim.

Sara, você é a maior prova da bondade de Deus por mim. Te amo!

Lídia, você encheu meu mundo de beijinhos. Te amo!



quarta-feira, 6 de abril de 2011

Em Breve!

Fortalecendo a Fé Através do Compromisso com Deus

Texto Base: “Tu, pois, meu filho, fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus” (2Tm 2.1).

INTRODUÇÃO

A vida é um risco para todos. A diferença de como se vive esse risco é o compromisso com Deus e conseqüentemente a fé nEle. Temos uma proposta singular de aprendermos por meio desse treinamento sobre a fé fortalecida através do compromisso com Deus.

Vamos explorar o tema supracitado, tendo como base a vida de Timóteo e ressaltando as três grandes palavras de nosso título: “fortalecer”, “fé” e “compromisso”.

I – TIMÓTEO ENTENDIA O QUE É SER FORTALECIDO

A história de Timóteo é cheia de regras, pois recebeu instruções de ente grande quando ainda era um adolescente. Tudo começa quando o apóstolo Paulo, em viagem missionária entra numa cidade e ouve falar do bom testemunho do jovem Timóteo que fora instruído por sua mãe a avó. A partir daí, Paulo recomendaria o rapaz a tomar conta de Igrejas e deixaria para nós um dos maiores exemplos de que a chamada divina fortalece a fé através do compromisso com Deus.

1. Ser Fortalecido é Estar Pronto.

Tão logo Timóteo ouviu a mensagem de Paulo, já passou a segui-lo. Mais a frente quando seu ministério passaria pelas dificuldades de ter sido chamado muito novo para o exercício pastoral, Paulo o lembraria de que a única possibilidade de vencer as intempéries é estar pronto pra tudo o que vier, seja bom, seja ruim (2Tm 4.5).

2. Ser Fortalecido é Compartilhar a Fé.

O exemplo de Paulo a Timóteo foi marcante. Caso ele carecesse de um modelo que lhe fosse marcante, não lhe restava dúvida que este era Paulo. Participar da fé do próximo é qualidade de bom soldado de Cristo (2Tm 2.3).

3. Ser Fortalecido é Seguir Bons Exemplos.

Nenhum recurso é mais poderoso que o exemplo. Se quisermos ter crentes verdadeiros e comprometidos com o Reino de Deus, então que sejamos os primeiros. A palavra convence, mas o exemplo arrasta. “O que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite...” (2Tm 2.2)

II – TIMÓTEO ACREDITOU QUE A FÉ PODIA SER FORTALECIDA

1. Como a um Soldado.

Convém aqui lembrar das armas espirituais que todo cristão deve usar, inclusive os adolescentes.
  • O cinturão da Verdade. O cinturão é que segurava as outras parte da armadura juntas. A verdade é a força integrante na vida de um crente vitorioso. Um homem de integridade, com uma consciência limpa, pode enfrentar o inimigo sem medo. O cinturão é que segurava a espada. A não ser que você pratique a verdade, você não pode usar a Palavra de Verdade. Davi viveu um ano mentindo sobre o seu caso com Bate-Seba e tudo começou a ir de mal a pior na sua vida.
  • A couraça da Justiça. Esta peça da armadura feita de metal cobria o guerreiro do pescoço ao peito. Protegia o coração e os órgãos vitais. Este é um símbolo da justiça que o crente tem em Cristo (2 Co 5:21), assim como o caráter justo que o crente exerce na sua vida diária (Ef 4:24). A couraça representa a vida devota e santa, ou seja, retidão moral.
  • O calçado do Evangelho. Os soldados romanos usavam uma sandália com cravos na sola para lhes darem segurança e agilidade na caminhada e corrida por lugares escarpados. Se nós queremos ficar firmes e de pé na luta, precisamos estar calçados com o Evangelho (que nos dá paz com Deus e com o próximo).
  • O escudo da Fé. Esse escudo media 1,6 metros por 0,70 metros. Ele protegia todo o corpo do soldado. Uma das armas mais terríveis eram os dardos inflamados porque não apenas feriam, mas também incendiavam. O diabo lança dardos inflamados em nossos corações e mentes: mentiras, pensamentos blasfemos, pensamentos de vingança, dúvidas e ardentes desejos de pecar.
  • O capacete da Salvação. Essa peça da armadura fala de uma mente controlada por Deus. Quando Deus controla a nossa mente, Satanás não pode levar o crente a fracassar. O crente que estuda a Bíblia e está firmado na Palavra de Deus não cede às novidades facilmente.
  • A espada do Espírito. A espada do Espírito é arma de ataque. Esta espada é a Palavra de Deus. Moisés quis libertar os israelitas com a espada carnal e fracassou, mas quando usou a espada do Espírito o povo foi liberto. Pedro quis defender a Cristo com a espada e fracassou, mas quando brandiu a Espada do Espírito, multidões se renderam a Cristo. Cristo venceu Satanás no deserto usando a espada do Espírito.
2. Como a um Atleta.

É importante que todos entendamos que a jornada cristã é semelhante a corrida de um atleta. Na carta aos Hebreus, o escritor recomenda: “Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta (Hb 12.1).

As recomendações são as mais adequadas possíveis:
  • Tem gente que já passou por onde passamos. A lista do capítulo 11 de Hebreus é enorme, mas todos venceram;
  • Todo empecilho deve ser tirado. Qualquer corredor sabe que o peso é sinal de derrota. Tudo tem que ser leve. A vida cristã é uma vida com fardo leve (Mt 11.30);
  • A corrida deve ser encarada com determinação. A maioria dos adolescentes tem uma vida cristã superficial por que foram privados de aprofundar-se na Palavra de Deus. Negamos-lhe o alimento sólido para dar-lhes apenas leite. “Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal” (Hb 5.14).
3. Como a um Lavrador.

O lavrador entende que seu sustento vem do cultivo da terra. Por isso ele acredita que a semente de hoje, será uma planta amanhã. Algumas lições são extraídas da rotina do lavrador para com a terra e a semente:

  • Ele prepara a terra. Não apenas joga a semente no solo; ele esquematiza um jeito de que aquela terra poderá receber a semente;
  • Ele seleciona a semente. Nem todas as sementes dão-lhe a garantia de que vão brotar, por isso, sua experiência aqui é fundamental. Todas as sementes devem passar pela sua mão;
  • Ele providencia meios que garantam o nascimento do que plantou. Água, sol, ventos, alguns agrotóxicos, pesticidas. Tudo até vê-la rebentando na terra;
  • Ele acredita que a semente brotará. Ainda que as estações não sejam favoráveis, o semeador acredita que sua semente vai nascer. Isso nos fala de fé. Nós acreditamos que a semente, mesmo sem as condições necessárias, um dia brotará.
III – PRINCIPAIS CARACTERÍSTICA DA FÉ FORTALECIDA

O apóstolo Paulo claramente entendia o que é ter uma fé fortalecida. Por isso, quando escreveu ao jovem Timóteo teve a prudência de aconselhá-lo a ter uma fé fortalecida no Senhor. Segue abaixo as principais características que o jovem obreiro deveria esforçar-se para alcançar:

1. Está disposto a sofrer quando chegarem as provações.

O sofrimento faz parte do treinamento e também do ofício do soldado. Sofrer por generais humanos é um privilégio para os soldados, e quanto a nós, será que estamos recebendo tal idéia como um privilégio?

2. Está ativo no seu dever.

Sim, o soldado está lá para servir, está consciente de suas obrigações e pronto para exercê-las na hora em que for requisitado. Ele não dirá: "estou ocupado ou cansado, agora não posso". Pelo contrário, ele dirá: “Eis-me aqui, envia-me a mim”.

3. Está sempre no centro do combate.

Muitos estão fugindo da responsabilidade, pois sabem que uma guerra está sendo travada, e não querem se envolver. Preferem ficar olhando de longe, calados, omissos, enquanto seus companheiros combatem os inimigos da verdade. O bom soldado não é um covarde, não foge do inimigo, mas o enfrenta - na direção, na unção e no poder do seu General que é Cristo.

4. Não tem tempo a perder.

Por isso não se envolve com negócios dessa vida. É preciso estar consagrado à causa de Jesus. As demais coisas são secundárias e podem ficar pra depois. O bom soldado abre mão de certos privilégios e interesses oferecidos pelo mundo.

5. Quer sempre satisfazer a Cristo.

Esforça-se muito para agradá-Lo, mesmo que desagrade a outros. Esse é e sempre será o seu objetivo - satisfazer aquEle que o arregimentou!

IV – BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE A ADOLESCÊNCIA – A PROVA DE FOGO

A psicologia entende como adolescência, o período compreendido entre 12 e 18 anos, podendo se estender até 21, dependendo do caso. Para alguns essa é a verdadeira “melhor idade”!

É quando chega a época do vestibular que percebemos que o tempo passou, e que algumas responsabilidades precisarão ser assumidas. É importante que o adolescente esteja bem preparado para este momento. Para alguns, o vestibular significa independência, para outros, uma maneira de provar sua competência, que em alguns casos, ele julga ter sido muito questionada. Há quem veja o vestibular como mais um monstro a ser enfrentado. Entretanto, é preciso entender que no mundo moderno, estudar tornou-se o grande diferencial para um futuro profissional mais seguro, e que embora tal esforço custe um alto preço, traz benefícios singulares para a vida do jovem.

Na verdade, a vida pode ser comparada a um grande vestibular. Todos os dias temos uma prova a superar, temos perguntas a responder, algumas bem complexas. Diariamente também você tem que enfrentar a concorrência em algum aspecto da vida, e às vezes, tem que provar a si mesmo que pode superar certo obstáculo.

Mas e na vida espiritual? Não é verdade que ela é como um vestibular a cada dia? Entretanto, para entrar na universidade de Deus é preciso um outro preparo. É indispensável que o candidato passe na prova de Cristologia, pois conhecer a Cristo faz toda a diferença na vida. Você conhece a sua Bíblia? É bom estudá-la com seriedade, pois ela nos ajuda a entender a nossa própria história. Muitos são reprovados na prova de Perdãologia, uma vez que guardam mágoas e amarguras no coração, fruto de conflitos mal resolvidos. Na avaliação de Deus, isso não passará despercebido.

Se o pecado vem ao encontro do seu coração, numa velocidade constante de 100 km por segundo, e considerando-se que no ponto B, um versículo da Bíblia que você lembrou, parte numa velocidade igual para combatê-lo, e levando-se em conta a distância de 45 cm entre seu coração e sua mente, responda: Em quanto tempo o pecado será combatido? Prepare-se, isso é Física Espiritual.

A Matemática Divina é onde muitos ficam para trás. É preciso aprender a fórmula: Tudo menos Deus é igual a nada, que pode ser representada por T – D = 0, e assimilar o conceito de que dar é melhor que receber, ou seja: D > R, por isso na prática, precisaremos fazer melhor as contas, na hora de contribuir para a obra de Deus. Também você dependerá de conhecer a fórmula inversa: Nada mais Deus é igual a tudo (N + D = T).

A “Linguística do céu”, que é uma matéria que avalia o que você fala e como fala, e quanto pensa antes de falar, tem peso alto no vestibular de Deus. Tome cuidado, seja tardio para falar, tardio para irar, pronto para ouvir (Tg 1.19). Vale lembrar que duas outras matérias costumam reprovar, a Famílialogia, que avalia como você se relaciona com seus familiares, e Igrejalogia, sobre seu relacionamento com os da igreja.