quinta-feira, 29 de abril de 2010

A Importância da Palavra de Deus nos Dias Atuais

"Procuremos, pois, entrar naquele repouso, para que ninguém caia no mesmo exemplo de desobediência. Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração. E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar" (Hb 4.11-13).
INTRODUÇÃO
A maioria dos grandes erros cometidos dá-se por não observar o que as Sagradas Escrituras dizem a respeito de nossas decisões. Consultamos a tudo e a todos, menos a Palavra de Deus.
No passado, para que a Igreja da época não caísse na mesma transgressão de seus antepassados, convinha que atentassem com mais diligência a Palavra de Deus. Certamente se lembrariam das amargas experiências que Israel teve cada vez que não andou segundo os mandamentos de Deus para eles.
A presença de Moisés os intimava a andarem segundo os mandamentos, juízos e estatutos que Deus havia lhes entregado. A garantia das bençãos de Deus, incluindo a Terra prometida com suas abundâncias, condicionava-se pela observação da Palavra de Deus.
I - A PALAVRA DE DEUS É VIVA
Há várias pessoas que rejeitam a Palavra de Deus como fonte primária de orientação às suas vidas. Na maioria delas, o horóscopo, a previsão do rádio e até a sorte do orkut, determinam quais serão suas atitudes durante o dia.
A Palavra de Deus é mais do que o livro que nos acompanha à Igreja. A Palavra de Deus é mais do que o enfeite da estante de casa. A Palavra de Deus é mais do que qualquer livro que lemos antes de dormir.
Se a colocamos em cima dos livros, ela os lidera como a fonte de toda a sabedoria e conhecimento. Se a colocamos no meio dos livros, ela torna o coração de todos eles. Se a colocamos abaixo deles, ela é a coluna que sustenta toda a verdade de Deus.
A Palavra de Deus gera vida no coração daqueles que a recebem.
II - A PALAVRA DE DEUS É EFICAZ

III - A PALAVRA DE DEUS É UMA ESPADA DE DOIS GUMES

IV - A PALAVRA DE DEUS PENETRA ATÉ À DIVISÃO DA ALMA E ESPÍRITO

V - A PALAVRA DE DEUS É APTA PARA DISCERNIR PENSAMENTOS E INTENÇÕES

VI - A PALAVRA DE DEUS IDENTIFICA-SE COM A VERDADE

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Excelência


É muito importante que o nosso trabalho seja perfeito, mas o mundo de hoje nos intima à excelência. Não é importante apenas ser um colaborador eficiente, tem que ser excelente. No atual sistema, isso é parte do currículo. Na vida cristã não pode ser diferente. Deus sempre nos leva a excelência, cria caminhos para isso, prepara ajudadores para que o fruto de nossas mãos alcance os seus padrões de excelência. Por isso, não podemos deixar passar as oportunidades, nem cruzar os braços ante as ferramentas que Ele colocado a nossa disposição.

O homem cristão precisa reconhecer a necessidade de aprender mais para fazer melhor e identificar as possibilidades para um fim glorioso cada vez que empreender seus esforços em algo para Deus. Olhe a sua volta e veja os novos horizontes:

1) Necessidade de oração: Os mais experientes na fé, dizem que “a oração é o oxigênio da alma”. Agora, imagine os milhares que estão sufocados devido a falta desse importante elemento para a sobrevivência cristã.

2) Necessidade de fé: Estamos vivendo a época da descrença. A falta de fé domina o mundo de agora. O crente em Jesus precisa alimentar sua fé e isso só é possível com a leitura da Palavra de Deus diariamente. Não existe oração nem campanha para crescer na fé. “A fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Rm 10.17).

3) Necessidade de conhecimento teológico: Se existem o desejo e a chamada de Deus para ser um pregador do evangelho, o tal deverá buscar o conhecimento e matricular-se imediatamente num curso teológico. A falta desse conhecimento gera pregadores sem compromisso com a sã doutrina. Serão verdadeiros propagadores de heresias.

Para finalizar, nada melhor que ouvir algo daqueles que fizeram da excelência seu estilo de vida. “O coração do entendido adquire o conhecimento, e o ouvido dos sábios busca a sabedoria” (Salomão, Rei de Israel – Pv 18.15). “E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada” (Tiago, pastor da Igreja de Jerusalém – Tg 1.5).

segunda-feira, 19 de abril de 2010

1º Fórum de Discussão Teológica


O evento acontecerá dia 21 de Abril, feriado, de 15h às 22h, na Igreja Evangélica Assembleia de Deus Central em Porto Velho/RO, com intervalos entre as palestras onde será servido um delicioso coquetel.

Está confirmada a presença do Dr. Valmir Milomem, antropólogo, pós-graduado em ciências da religião, membro da Faculdade Evangélica do Mato Grosso, editor do blog comoviveremos.com que trata exaustivamente da cosmovisão cristã.

O tema do Fórum é “Pós-Modernidade e Teologia”. O custo da sua participação é mínimo. Será cobrado apenas a apostila com os assuntos que serão tratados.

Simplesmente imperdível. Procure a coordenação e faça sua inscrição.

Não fique de fora!

Confira o sumário dos assuntos que serão tratados nas plenárias:

I - O termo “pós-moderno”

II - A modernidade

III - Principais pensadores pós-modernos
  • Friedrich Nietzche (1844-1900)

  • Jean-François Lyotard (1924-1998)

  • Michel Foucault (1926-1984)

  • Jacques Derrida (1930-2004)

  • Richard Rorty (1931–2007)
IV- Pós-modernidade x modernidade

  • Pós-modernidade como anti-modernidade

  • Pós-modernidade como sobre-modernidade

  • Pós-modernidade como modernidade liquida

  • Pós-modernidade como anti-cosmovisão
V - A influência da pós-modernidade

VI - Características da Pós-modernidade

  • Relativismo

  • Pluralismo

  • Secularismo

  • Pragmatismo

  • Hedonismo

  • Experiêncialismo

  • Consumismo

  • Desconstrucionismo

  • Espiritualismo
VII - Pós-modernidade e teologia

  • Igreja Emergente

  • Teologia Narrativa

  • Ortodoxia/Hermenêutica Generosa

  • Teologia da Prosperidade

  • Teísmo Aberto/Teologia Relacional/Teologia do Processo

  • Teologia/Ministério Pragmático

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Deus e o Gênesis


Existem inúmeras razões para um crente fazer de Gênesis o seu livro favorito.

Escrito por Moisés, esse livro tem um nome que se origina do hebraico Gennao e do grego Toldah.

Em verdade, ele trata do princípio da criação, do pecado, do homem, da civilização, da família, de Israel, etc.

É o grande livro das genealogias ou gerações, tais como: dos céus e da terra (2.4), de Adão (5.1), de Noé (6.9), de Sem (11.10), de Terá (11.27), de Ismael (25.12), de Isaque (25.19), de Esaú (36.9) e de Jacó (37.2).

Jesus mencionou fatos que estão no Livro de Gênesis, como parte dos Livros de Moisés: Lc 24.27,44; At 28.23.

Quando Deus confiou a Moisés essa tarefa, concedeu-lhe inspiração (2Tm 3.16) e lhe deu suficiente sabedoria e memória para extrair o útil e o verdadeiro da tradição oral disponível.

Primariamente Moisés escreveu o Gênesis para os judeus, e o fez provavelmente no ano 1440 antes de Cristo. Os fatos nele narrados abrangem um período de aproximadamente 2400 anos.

Ler Gênesis significa contemplar o poder, a soberania, a soberania, a habilidade, a providência, a misericórdia, a inteligência, a graça, a justiça, a grandeza e a glória do Grande Deus.

O primeiro retrato de Deus na Bíblia está em Gn 1.1 e projeta a Pessoa de Deus como Criador. É assim que Ele é adorado no Céu, por todos os seres celestiais. E, como tal, jamais houve qualquer possibilidade imitação por parte de Satanás.

A palavra semente aparece 58 vezes; geração ocorre 21 e princípio (ou similar) 12 vezes.

Sem dúvida o versículo-chave do livro é 3.15, chamado há séculos de proto-evangelho.

Gênesis apresenta não somente a história da criação, mas também lança os fundamentos da Redenção da Humanidade, cuja doutrina prossegue através de toda a Escritura.

A origem das nações, o desenvolvimento do pecado, o futuro de Satanás, a razão da escolha do povo judeu e a promessa do Messias jamais seriam entendidos por qualquer pessoa, se não existisse o livro de Gênesis.

As pessoas de maior destaque no livro são: Adão (2-5), Abraão (12-21), Isaque (22-27), Jacó (28-38), José (39-50) e Melquisedeque (14).

Gênesis pode ser o nosso livro favorito porque ele retrata Cristo de maneiras especialmente maravilhosas.

Na verdade, Jesus é Semente da mulher (3.15), o Cordeiro (22.8), o Siló Esperado (49.10), o Melquisedeque Celestial (14.17-24), o Divino Isaque (17.6,7), o Eterno José (50.20), a Escada que leva ao Céu (28.12), o sacrifício por trás das peles que vestiram Adão e Eva (3.21), o sacrifício de Abel (4.4) e a Arca da Salvação universal (6.14; 7.16).

Gênesis demole o frágil castelo do evolucionismo (1.27,31; Sl 139.13-16). Ele anuncia a teologia suicida que nega a realidade do pecado (Gn 6.5; Rm 3.23).

Gênesis anuncia que existe esperança quando há derramamento de sangue (3.21; 4.4; Hb 9.22).

Gênesis é um princípio, que conduz a um fim vitorioso. Gênesis termina com José deitado em um caixão. A Bíblia termina com o Cristo Ressuscitado, abençoando a todos nós.

Se você deseja escolher um livro da Bíblia como seu favorito, por que não Gênesis?

Uma exaustiva pesquisa através de milhões de livros escritos no passado e no presente leva sempre à conclusão de que nenhum outro livro tem um início tão extraordinariamente fascinante quanto a Bíblia Sagrada: “No princípio criou Deus os céus e a terra”.

Com apenas sete palavras (no idioma português) o Espírito Santo conduziu Moisés a introduzir para a Humanidade o princípio da revelação escrita do pensamento de Deus, descrevendo de modo majestoso a glória do Criador.

Assim, o primeiro retrato de Deus na Bíblia é o de Criador.

O Adversário tem desviado para si a atenção de milhões de criaturas, e tem feito com que elas acreditem que ele é pai, é amigo, é mestre, é senhor, é rei, etc.

Jamais foi possível encontrar qualquer evidência de que o diabo é criador de alguma coisa. Nada existe que tenha a marca de sua criação. Ele jamais criou. Somente Deus é Criador.

O homem descobre e inventa, o diabo imita e deturpa.

Deus é adorado predominantemente no Céu como Criador.

Ao longo de suas páginas, a Bíblia focaliza a Pessoa de Deus como Criador.

Na condição de Criador, Deus desenvolve vários de Seus sublimes e inerentes atributos.

Deus tudo criou porque é Soberano. Ele criou todas as coisas com sabedoria e perfeição. Cada detalhe da criação tem seu propósito específico. Isto projeta a autoridade, a soberania e a infinitude do Criador.

A majestade de Deus como Criador deve ser uma das mais intensas motivações da criatura humana para adorá-lO.

Gênesis 1.1 reflete a eternidade transcendental de Deus. A palavra princípio, nele contida, é uma época desconhecida para todos os demais seres do Universo.

Unicamente Deus entende esse princípio, que se situa admiravelmente além de qualquer noção macroscópica do tempo.

O próprio Deus é o Princípio, não em relação a Si Próprio, mas no que diz respeito ao Universo por Ele criado com superior perícia.

Gênesis 1.1 tem produzido um severo e crucial efeito demolidor sobre certas teorias que o Adversário injetou na mente humana e que agentes da falsa sabedoria desenvolveram como se tivessem algum valor.

Deus criou os Céus e a Terra. O primeiro versículo das Escrituras separa de uma vez por todas e para sempre o sobrenatural do natural, o espiritual do físico, o permanente do temporal.

Este texto estabelece princípios que não poderão jamais ser removidos. Por exemplo, a pluralidade dos céus e a unicidade da Terra.

Os céus manifestam a glória de Deus e a Terra anuncia Sua imensurável graça.

Deus criou todas as coisas. O verbo usado originalmente em Gn 1.1 (barah) diz respeito a criar do nada. A ausência de matéria-prima demonstra quão imensurável é a capacidade do Altíssimo.

Sempre devemos oferecer a Deus nossa gratidão pela existência do livro de Gênesis. Esta palavra vem do vocábulo grego que significa princípios e esse livro é o grande fundamento de toda a revelação contida nos 66 livros que constituem a Bíblia Sagrada.

Gênesis 1.1 é o prólogo não somente do primeiro capítulo, senão de todo o livro, que trata com precisão e propósito divinos do princípio da criação, do homem, do pecado, das promessas messiânicas e da nação de Israel.

A Bíblia deixa claro que nada, senão Deus, existia antes da Criação. Igualmente transparente é o ensino de que tudo, menos Deus, teve um princípio, foi objeto de uma criação.

O mundo foi sacudido durante os dois últimos séculos pela avalanche mortífera da teoria evolucionista. Um verdadeiro tsunami espiritual, que tentava alcançar pelo menos 3 objetivos: 1) solapar a fé possuída pelos filhos de Deus, 2) cobrir de descrédito os textos bíblicos alusivos à Criação e, como alvo maior, 3) deixar a Pessoa de Deus em situação de humilhação e constrangimento.

Os mais recentes acontecimentos nos dão conta de que os dias do Evolucionismo estão contados.

Estimulo todos a acreditarem cada vez mais e melhor na Bíblia. Ela se mantém como Palavra de Deus, viva, inerrante e eficaz. Para acreditar em toda a Bíblia é necessário acreditar em Gênesis.

Para acreditar em Gênesis é indispensável acreditar nos três primeiros capítulos, os que mais tormento causam ao Inimigo de Deus.

Para crer nos três primeiros capítulos de Gênesis é imprescindível acreditar em Gênesis 1.1. Que versículo desafiador!

A Glória do Criador, revelada em Gênesis 1.1 precisa ser melhor apreciada, mais intensamente festejada e muito mais piedosamente adorada.

Para aqueles que desejam examinar mais textos bíblicos que projetam a Pessoa de Deus como Criador, sugiro os seguintes: Êx20.11; 31.17; 1Cr 16.26; Ne 9.6; Jó 26.13; 38.4; Sl 8.3; 33.6,9; 89.11; 96.15; 102.25; 115.15;124.8; 136.5; 148.4,5; Pv 3.19; Ec 12.1; Is 37.16; 40.26; 42.5; 44.24; ; 51.13,16; Jr 10.12; 32.17; 51,15; Zc 12.1;At 4.24; 14.15; 17.24; Rm 1.19,20; 11.36;1Co 8.6; Ef 3.9; Cl 1.16,17; Hb 1.2; 3.4; 11,3; 2Pe 3.5; Ap 3.14; 4.11; 4.11; 14.7; 21.6; 22.13.

Por último, para não me tornar extensivo, recordo a necessidade de todos nos mantermos fiéis à superior declaração de Gênesis 1.1, razão por que concluo com o apelo do rei Salomão: “Lembra-te do teu Criador...”.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Deixe Ele Entrar!


A porta está trancada. Uma fechadura no meio (daquelas que exigem quatro voltas na chave) e duas de reforço, uma em cima e outra em baixo. Na altura de sua cabeça, você colocou um olho mágico para olhar de dentro para fora sem ser notado.

Você não quer visitas, não quer amolação, não quer incômodo, não quer pensar, não quer mudar.

De repente, alguém bate à porta, balança o sininho que você esqueceu de retirar, aperta a campainha que você esqueceu de desligar, bate palmas, grita o seu nome.

Você se aborrece, você se irrita, você tapa os ouvidos, você não se levanta, você não abre a porta.

Não adianta nada. Os sons continuam: o barulho do sininho, o barulho da campainha, o barulho das palmas e, pior de tudo, o barulho da mão fechada de encontro à porta fechada.

Você se levanta muito a contragosto, dirige-se até a porta, abre a tampinha do olho mágico e vê quem está batendo, quem está chamando por você. Você se admira, pois quem está do lado de fora é alguém que você julgava estar do lado de dentro. Você fica parado, estupefato, horrorizado e indeciso.

Indeciso porque, já que ele está do lado de fora e não do lado de dentro, quem sabe seria melhor que ele não entrasse. A pessoa que ainda está batendo e ainda está chamando por seu nome é fora de série, mas, ao mesmo tempo, incomoda e cobra muito. Ela dita regras de fé e de comportamento. Talvez fosse melhor dispensar os benefícios e ficar livre de suas cobranças.

Você tira a tranca. Põe a mão na chave de quatro voltas e pára. “Abro ou não abro?”, você se pergunta.

Você dá as quatro voltas, gira o botão das fechaduras de reforço e abre a porta de par a par. E aquele que você supunha estar do lado de dentro, mas estava do lado de fora, entra em sua casa, desta vez para ficar. Graças à sua decisão de abrir a porta. Então você se recorda das palavras que esta mesma pessoa disse a uma Igreja Cristã no sudoeste da Turquia: “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele e ele comigo” (Ap 3.20).