quarta-feira, 28 de abril de 2010

Excelência


É muito importante que o nosso trabalho seja perfeito, mas o mundo de hoje nos intima à excelência. Não é importante apenas ser um colaborador eficiente, tem que ser excelente. No atual sistema, isso é parte do currículo. Na vida cristã não pode ser diferente. Deus sempre nos leva a excelência, cria caminhos para isso, prepara ajudadores para que o fruto de nossas mãos alcance os seus padrões de excelência. Por isso, não podemos deixar passar as oportunidades, nem cruzar os braços ante as ferramentas que Ele colocado a nossa disposição.

O homem cristão precisa reconhecer a necessidade de aprender mais para fazer melhor e identificar as possibilidades para um fim glorioso cada vez que empreender seus esforços em algo para Deus. Olhe a sua volta e veja os novos horizontes:

1) Necessidade de oração: Os mais experientes na fé, dizem que “a oração é o oxigênio da alma”. Agora, imagine os milhares que estão sufocados devido a falta desse importante elemento para a sobrevivência cristã.

2) Necessidade de fé: Estamos vivendo a época da descrença. A falta de fé domina o mundo de agora. O crente em Jesus precisa alimentar sua fé e isso só é possível com a leitura da Palavra de Deus diariamente. Não existe oração nem campanha para crescer na fé. “A fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Rm 10.17).

3) Necessidade de conhecimento teológico: Se existem o desejo e a chamada de Deus para ser um pregador do evangelho, o tal deverá buscar o conhecimento e matricular-se imediatamente num curso teológico. A falta desse conhecimento gera pregadores sem compromisso com a sã doutrina. Serão verdadeiros propagadores de heresias.

Para finalizar, nada melhor que ouvir algo daqueles que fizeram da excelência seu estilo de vida. “O coração do entendido adquire o conhecimento, e o ouvido dos sábios busca a sabedoria” (Salomão, Rei de Israel – Pv 18.15). “E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada” (Tiago, pastor da Igreja de Jerusalém – Tg 1.5).

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