quinta-feira, 25 de março de 2010

Aconselhamento Cristão (2ª parte)


Uma Reflexão

O apóstolo Paulo que era muito sensível às necessidades dos indivíduos sofredores escreveu: “Ora, nós que somos fortes, devemos suportar as debilidades dos fracos, e não agradar-nos a nós mesmos” (Rm 15.1). Paulo escrevia provavelmente aqui sobre os que tinham dúvidas e temores, mas seu cuidado compassivo estendeu-se a quase todas as áreas de problemas que poderiam ser encontradas hoje.

A ajuda às pessoas não é apresentada na Bíblia como uma opção. Mas como uma exigência para todo crente, inclusive ao líder da igreja. O aconselhamento pode parecer às vezes uma perda de tempo, mas deve constituir uma parte importante no ministério, necessária e biblicamente estabelecida.

A fim de ajudar as pessoas, o aconselhamento busca estimular o desenvolvimento da personalidade; ajudar os indivíduos a enfrentar mais eficazmente os problemas da vida, os conflitos íntimos e as emoções prejudiciais; prover encorajamento e orientação para aqueles que tenham perdido alguém querido ou estejam sofrendo uma decepção; e para assistir às pessoas cujo padrão de vida lhes cause frustração e infelicidade.

Além disso, o conselheiro cristão busca levar o indivíduo a uma relação pessoal com Jesus Cristo e seu alvo é ajudar outros a se tornarem, primeiramente, discípulos de Cristo e depois discipularem outros.

Para alcançar esses objetivos, é importante que os conselheiros se familiarizem com os problemas (como surgem e como podem ser resolvidos), assim como com as técnicas de aconselhamento.

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