sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Caos Mundial e Arrebatamento

O último censo realizado em Israel trazem o número histórico de que os judeus chegaram a marca de 9 milhões. A maior "aliah" de todos os tempos depois da dispersão do ano 70 d.C. pelo General Tito.
 
Ao mesmo tempo, as investidas contra a nação de Israel continua em ritmo nunca antes visto. O Estado Islâmico empreende guerras em várias cidades.
 
Perseguição aos cristãos estão acontecendo agora em todo o globo terrestre. Até o Brasil considerada por todos o país da liberdade religiosa dá indícios de transformar-se numa Cuba moderna.
 
O cenário político está inflamado! Há uma luta para barrar os cristãos. O IBGE tem dados que mostram que o Brasil cresce 3% ao ano e que os cristãos cresce 6% ao ano. As estatísticas mostram que em 30 ou 40 anos, o Brasil será uma nação evangélica. Grupos internacionais sabem que onde os religiosos governam, eles têm mais dificuldades de incutir suas políticas destruidoras.
 
Essas políticas destruidoras a que me refiro envolve práticas estranhas como masturbação de bebês, modificação da idade para práticas sexuais (a partir dos 12 anos), dia do orgulho gay em todas as cidades brasileiras, instituição do casamento gay em Igrejas Evangélicas e outras mais.
 
Eu estive presente há anos atrás numa audiência pública da Assembléia Legislativa de Rondônia na Marcha contra a Pedofilia. Mesmo sendo um assunto diferente, havia um batalhão de homossexuais que verberavam palavras contra os pastores que estavam presentes ali. Numa fala de um pastor que, usando a Bíblia, defendia o ponto de vista da família tradicional, um homossexual levantou-se e perguntou ao pastor: "Onde fica a sua Igreja? Quando essa lei for aprovada, eu vou casar lá!" O grupo zombeteiro ria em deboche. Triste cena!
 
Relatos como esses me fazem ansiar por uma mudança. Desejo uma mudança na política, na saúde, na segurança pública, na educação e na melhoria da qualidade de vida da população. Mas o que eu mais quero é um avivamento. Impressionante que, biblicamente, isso só acontece quando há um despertamento da nação para buscar ao Senhor.
 
Não sei a origem, mas prometo pesquisar, há um grupo de igrejas brasileiras se preparando para a realização do Dia Nacional do Arrependimento, programado para o dia 4 de outubro, vésperas das eleições 2014. Já vi sérias críticas a esse projeto. Lembro-me de uma mensagem que ouvi há muitos anos atrás, onde o pregador dizia que a Igreja em oração pedia a Deus que fizesse alguma coisa nova, mas que quando Deus começava a fazer coisa nova, um grupo se reunia e exclamava: será que é de Deus?
 
Na maioria das vezes, as tentativas por uma mudança no cenário nacional tem como inimigo a própria Igreja. Não há unanimidade entre nós. Guerreamos contra os nossos próprios soldados. Quando eu vejo a Igreja escolhendo um candidato, existem milhares que se levantam contra. Sinceramente, não vejo com bons olhos tal aliança, mas não sou juiz. Nunca haverá um candidato que agrade cem por cento. Se escolher, fizer eleição, plebiscito, censo ou qualquer coisa parecida, ainda assim, haverá divergências sobre isso ou aquilo. Sou militante da Igreja. Meu apoio é demonstrado através da conscientização. Ministrei durante dois meses (julho e agosto) sobre política como doutrina bíblica social. Senti-me inspirado ao ler as postagens do Pr. Ciro Zibordi, Pr. Altair Germano, Pr. Geremias do Couto. Recebi auxílio para trazer de forma mais didática e atual possível.
 
Quer saber o resultado? Não sei dizer. Não tem como saber. Fiz minha parte. Quero melhoria, mas a liberdade da democracia é a arma de muitos e a unanimidade da Igreja é um milagre raro.
 
Creio na mudança do cenário político nacional. Há evidências de que isso está acontecendo agora mesmo em todos os rincões desse Brasil. Há uma frase da Dra. Damares, assessora jurídica da frente parlamentar evangélica, que reúne senadores, deputados federais e se estende aos estados através dos deputados estaduais, que diz o seguinte: "Já recebemos unção demais, nos tornamos teólogos das mais diferentes correntes, agora precisamos despertar quanto ao social e é na política o primeiro passo". Se eu concordo com ela? Sim! Evangelho que não impacta não é Evangelho! Sobre os pastores se envolverem com a política, penso que eles não deveriam fazer por esta o que não fazem pelo Evangelho! Só isso!
 
Todo o caos que beira a humanidade me deixa com mais expectativas quanto ao arrebatamento da Igreja. Na verdade, eu vejo todos esses acontecimentos como um grito do Senhor, dizendo: "Ei, olhem os sinais!". E vejo que mais pessoas estão ignorando o principal assunto relacionado com a nossa fé.
 
Vigiemos!

Um comentário:

Pastor Baltazar disse...

Mensagem muito boa e oportuna para os dias atuais.
Todos deveriam ouvir.
Parabéns Pastor Nilonei Ramos.